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1476 Palavras
Heloise narrando Eu entro correndo hospital a dentro e encontro Ph desolado perto de uma cadeira, eu me aproximo dele lentamente e ele levanta seu olhar para mim. — E ai? – eu pergunto para ele. — Ainda nada – Ph fala – estou nervoso, já ameacei todo mundo. — Precisa manter a calma. – eu respondo — E minha mãe? – ele pergunta – eu vi Rk matando Antonio em rede social – eu engulo seco – mas não sei da minha mãe – eu olho para ele. — A sua mãe – eu respiro fundo e ele me encara. – eu sinto muito Ph – ele balança a cabeça e vejo os seus olhos encherem de lagrimas. De longe Ph sempre foi o mais emotivo entre os dosi irmãos, desde criança ele sempre foi o que chorava mais enquanto Rk era sempre o mais forte, eu abraço ele forte e as lagrimas dos nossos rostos descia sem parar. Ph amava muito a Jessica e sempre amou, e eu sempre soube que em uma hora da vida deles, os dois ficariam juntos, Madalena entra correndo pelos corredores. — Alguma noticia da Jessica? — Ainda não – eu respondo — Meu Deus – Madalena fala nervosa – isso tudo é culpa do Jv, aquele traidor filho da p**a, se algo acontecer com a minha amiga eu nunca vou me perdoar. — Vamos rezar – eu falo – vamos rezar nos três juntos pela vida da Jessica – Ph me encara e parece tirar forças de onde ele não tinha. A gente se ajoelha os três ali mesmo na sala de recepção e Ph aperta forte a minha mãe e é o primeiro a fechar os olhos, não se tinha duvidas que ele amava ela mais do que tudo nessa sua vida e que se algo acontecer com ela, ele sempre vai se culpar pelo resto da sua vida. — Parentes da Jessica? – A voz do medico interrompe a nossa reza e a gente se levanta. — Sou marido dela e pai da criança que ela espera – Ph fala – como ela es´ta? Ela está viva? – enquanto Ph fala eu vejo o seblante do medico mudar. — Onde ela está? – Madalena – queremos ver ela. — Eu – o médico fala e Ph estrala os olhos encarando o médioc – eu sinto muito, só conseguimos salvar a criança que nesse momento está na uti neo natal. — É mentira? – eu pergunto – você está mentindo? — Infelizmente não, Jessica teve perfuração nos órgãos e insuficiência cardíaca, foi sorte a criança ter nasciod com vida . — Não – Ph fala – você está mentindo – ele pega nos braços do médico e começa a balançar ele – você es´ta mentindo para mim, você está mentindo, cadê a minha mulher? – ele pergunta — Senhor, eu entendo que está nervoso – o medico fala. — CaDê ela ? – Ph pergunta o empurrando — Senhor – o médico fala Ph entra correndo pela porta e eu vou atrás dele, ele entra de quarto a quarto, até que encontra na sala de cirugia ainda o corpo de Jessica, ele se aproxima dela e começa a gritar por Jessica sem acreditar. — Acorda Jessica – ele fala para ela – meu amor, acorda – ele a balança – por favor acorda, meu amor acorda. Eu me aproximo vendo o corpo de Jessica e ela inda mais nervoso com tudo e chorando muito, eu pego em seu braço. — Pedro Henrique – eu falo e ele me encara – ela se foi, ela se foi. — Não – ele fala – ela não pode me deixar, ela não pode me abandonar. — Meu Deus – Madalena fala entrando Eu abraço Ph e ele chorava muito, ele cai no chão parecendo perder toda a força dele , eu abraço ele forte. — Ela não pode ter me deixado – ele fala entre soluços. Capítulo 68 Rk narrando É quando Madalena liga para Vitinho e ele me encara que eu vejo que alguma coisa muito séria pode ter acontecido. — Jéssica está viva? – eu pergunto para ele. — Ela não resistiu – ele fala — É mentira – eu olho para ele — Madalena disse que o médico acabou de avisar – ele fala – aa criança sobreviveu parece que está na UTI. — Pedro Henrique? — Invadiu o hospital porta dentro até encontrar o corpo dela. — Eu preciso ir para lá – eu falo — Você tá louco? – ele pergunta – você acabou de mantar um policial ao vivo para todos verem, você acha que seu rosto não é conhecido agora por todos. — Eu não vou deixar meu irmão sozinho. — Se você for até lá, você é preso e vai saber o que vai ser feito com você., porque querendo ou não, depois de ter matado alguém dessa forma, todos tem medo de você e ninguém vai ficar triste se eles te matarem e nem vão lutar por justiça – Vitinho fala – Madalena disse que vão vir para o morro, fica quieto ai agora cara. — m***a – eu falo chutando tudo – p***a, m***a. — Você sabia das consequencias. — Ele é meu irmão e Jessica era a mulher dele, tu tem noção disso? Qualquer pessoa poderia ter morrido mas menos ela, ela não tinha que ter sido morta por causa daquela v***a da mãe dela – eu falo nervoso. — Eu achei que você não gostava deça. — Jessica era maravilhosa, fazia meu irmão feliz, era implicância de criança, desde criança, mas ela sempre teve o coração enorme e sempre abraçou a todos – eu olho para ele. — A morte dela é dolorida para todos nós – Vitinho fala. Eu me ajoelho no meio da quadra e fecho os meus olhos, nada que possa ser feito agora iria trazer a Jessica de volta, eu declaro luto por tempo indeterminado dentro do morro, quando todos começam a ficar sabendo da morte dela, o sentimento de luto percorre pelo morro todo, Jessica era muito mais que apenas a fiel do sub do morro, ela era conhecida por todos, ela cresceu aqui dentro e com seu sorriso e carisma ela conquistou o espaço dela. Eu vou até a ponta do morro e fico observando quando o carro onde estava o corpo dela, Ph e Madalena chega. — Eu sinto muito irmão – eu falo abraçando ele e Ph chorava que nem criança, eu seguro as minhas lagrimas porque tinha que ser forte por ele. Perdemos muita gente nessa guerra, duas perdas completamente doloridas, nossa mãe e a Jessica. — E a menina? – eu pergunto e ele me encara. — Está na Uti, eu ainda não a vi, eles não deixaram – Ph fala – Heloise fez questão de ficar lá. — Ela está sozinha lá? — Com Lk – Madalena fala – ela ficou com LK. Eu abraço forte Pedro Henrique que chorava que nem criança, eu sentia a sua dor em mim, ela era forte e muito forte. Carioca narrando Eu já tinha chegado na penitenciaria e tinha passado pela revista, estava esperando pelos guardas que iriam me levar lá para dentro, já tinha colocado o uniforme e estava sentaod em uma cadeira dura cheio de policial em minha volta, aguardando para assinar uns malditos papeis. Na minha frente tinha uma garota que parecia ser detenta, ela não tirava os olhos de mim e eu a encarava estreitando os olhos. — Os papeis estão prontos – ela fala — Anda – o policial fala me pegando — Calma ai – eu olho – eu sei andar sozinho ainda. — Ainda – o policial fala — É uma ameaça? – eu pergunto sorrindo – não deveria me ameaçar sabe o destino que o seu amigo teve. — Cala boca seu filho da p**a e assina o papel de uma vez – ele me empurra contra a bancada. A garota coloca os papeis na minha frente e me entrega a caneta, lentamente ela aponta para um recado que tinha no começo dele e eu olho rapidamente. ‘’ A Jéssica está morta, um agente mandou avisar.’’ Eu olho para garota e olho para o papel, minhas mãos tremiam na hora de assinar o papel e quase nem tenho ação, até que sou lembraod pelo policial para assinar logo. Eu assino o papel. — Bem vindo ao inferno seu filho da p**a – as palavras daquele policial não era nada na minha cabeça. A única coisa que eu conseguia pensar era no que estava escrito naquele papel e naquele momento eu senti a pior dor da minha vida que nunca tinha sentido e olha que eu já vi muita gente morrer na minha frente. Mas, a Jessica não.
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