Luana Eu sentia as bochechas queimarem desde a hora que desci as escadas atrás dele. O cheiro de café fresco, bolo de fubá e pão quentinho preencheu o ar assim que a gente entrou na cozinha. E, junto, veio a vergonha. A irmã dele, Vanessa, já tava sentada na mesa com uma caneca nas mãos e um sorriso malicioso no rosto. E dona Marlene andava de um lado pro outro, terminando de organizar a mesa enquanto me olhava discretamente. Vanessa: Bom dia. Temos visita — a irmã do KN soltou, me olhando de cima a baixo. Senti meu rosto esquentar ainda mais. Luana: Bom dia… — murmurei baixinho. Ela se levantou, me cumprimentou e disse: Vanessa: Prazer, Vanessa. Seja bem-vinda à bagunça. Mas já adianto: ele não é fácil, não. — riu, dando um tapinha no braço do KN. Luana: Prazer, Luana. O KN só bu

