Maria acordou com lambidas no seu rosto, ela tentou ignorar o cachorrinho, havia deixado água o suficiente para ele na cozinha, assim, como deixou a porta do armário aberta para ele ter acesso a saca de ração. Rolou para o outro lado da cama, queria dormir, precisava continuar dormindo até aquele pesadelo passar. Mas Sirius, ele não permitiu e só sossegou quando a sua dona levantou da cama, calçou os chinelos e foi atrás dele que já havia saído correndo para fora do quarto. Maria parecia uma morta viva, m*l conseguiu se manter de pé, sabia que aquele cansaço era emocional, pensava nisso enquanto descia degrau por degrau, resmungando, porque foi obrigada a levantar e voltar, mesmo que momentaneamente para a realidade, por causa do cachorro. Deveria mandar abrir uma porta de cachorro para

