cap 47 minha primeira ultrassom

991 Palavras
Luna Acordo pelada e olho para o lado, vendo o Lúcifer também nu. Sorrio, beijo a sua bochecha e levanto, indo para o banheiro. Escovo os dentes e depois ligo o chuveiro, entrando no box. Logo vejo o Lúcifer entrando – ele vem até mim, dá um selinho e me abraça por trás. Luna: Não, Lúcifer... – rio quando ele passa a mão na minha b***a e tenta descer até a minha periquita. Lúcifer: Tá muito gostosa... – ri, e eu dou um selinho nele. Luna: Depois, vida. Eu não posso me atrasar. Lúcifer: Vai onde? Luna: Fazer meu pré-natal, não lembra? Lúcifer: Quer que eu vá com você? – Concordo com a cabeça. – Tá bom então. Tomamos banho e eu me arrumo enquanto ele joga videogame na TV. Finalizo meu cabelo, faço uma make básica, coloco um vestido MID bem arrumadinho e uma sandália. Arrumo uma bolsinha com documentos, o exame de sangue, dinheiro, chiclete... Passo desodorante e perfume e vejo o Lúcifer colocando o tênis. Lúcifer: Vamos? Luna: Vamos. Descemos e saímos de casa. Esperei ele buscar o carro, e quando chega, me sento no banco da frente. Ele dá partida logo em seguida e nós vamos para um hospital público. Chegando lá, falo com a atendente e sentamos para esperar a nossa vez. Lúcifer: c*****o, que demora! – fala inquieto. -- Luna ? – Vejo um médico com uma prancheta nas mãos. Levanto junto do Lúcifer e seguimos até ele, acompanhando-o até uma sala. Lá, mostro os exames do beta-hCG e mais alguns documentos. Fiz alguns pequenos exames, mais para avaliar como me sentia e etc. Logo fomos liberados, saímos do hospital e fomos para o carro. Lúcifer: Vamos em uma padaria? Tô com fome! Luna: Vamos, vida. Depois de uns 5 minutos, ele para em frente a uma padaria/cafeteria. Entramos lá e ele faz o pedido; eu me sento em uma das mesas e não demora muito para ele trazer nosso café. Lúcifer: Não pode tomar café. – fala me olhando, e eu dou de ombros – nem gosto muito mesmo. Tem chocolate quente, quer? Concordo com a cabeça e ele se afasta. Depois de um tempinho, volta com um copo e me entrega. Luna: Vida, o que aconteceu com o seu amigo? Lúcifer: Ele levou um p*u. Não posso passar a mão na cabeça para essas coisas não – meu filho tá vindo aí, nem sei se é menina. Se for, eu vou pagar por isso futuramente? Além disso, ele te ameaçou também. Luna: Hum... – murmuro de boca cheia. Logo terminamos de comer e ele vai pagar a conta. Lúcifer: Vamos? Concordo, levanto da cadeira e pego minhas coisas. Saímos de lá, entramos no carro e ele dá partida. Logo em seguida, ligo o som e coloco uma musiquinha. Lúcifer: Eu vou passar a tarde no morro do meu parceiro. – fala parando o carro no sinal. Luna: Do nada? Lúcifer: Vou resolver umas coisas lá. Luna: Tá bom então. – falo intrigada. Lúcifer: Eu não vou ficar perto de nenhuma mulher, vida! – justifica. Luna: E quem falou de mulher aqui? – olho com uma sobrancelha erguida. Lúcifer: Você ficou de bico quando falei, pensei que estava com ciúmes. Luna: Eu não tô. – minto e jogo de ombros. Lúcifer: Que bom. Eu te amo muito e não quero que você sinta ciúmes desnecessários. Eu só quero você! – sorri e dá um beijinho na minha bochecha. (...) Estava deitada assistindo TV quando escuto o celular tocar e carla me chamando para passar a tarde lá com ela. Falei que iria sim e fui me trocar. Já tinha tomado banho quando cheguei em casa, então só coloquei um vestidinho rodado curto e uma rasteirinha. Aplico protetor solar e perfume, depois saio de casa com o celular na mão. Logo chego lá e bato na porta, que é aberta em seguida. Carla: Oi meu amor, entra! – Entro e ela me acompanha até a sala. – É tão bom te ver! – sorri. Luna: Também é muito bom ver você! – sorri. Carla: Como tá esse bebê? – passa a mão na minha barriga. Luna: Está bem. Fui ao médico hoje para saber de ele e estava tudo certo. Carla: Que bom! – sorri. Sentamos no sofá e começamos a conversar sobre o morro, sobre o Lúcifer, o bebê... Várias coisas. Luna: Não vejo a hora da minha barriga crescer – eu descobri MUITO cedo! Carla: Logo logo você não vai aguentar o tamanho e o peso dela. Aproveita enquanto tá pequena. – sorri. Luna: Nossa, verdade... – sorri nervosa. Carla: Eu fiz um bolinho de chocolate, vamos lanchar? Concordo com a cabeça e levantamos. Fomos para a cozinha, ela corta dois pedaços de bolo e sentamos na bancada, comendo e conversando. Logo a campainha toca e ela sai para atender, mas volta rapidamente e voltamos ao assunto. Carla: Você viu a nova moradora? Achei ela linda. Luna: Eu vi ela ontem, é linda sim. – fico estranha por não ter visto a Marina – E a Marina? Carla: Na escolinha. Luna: O José voltou a estudar, ele estava muito animado para voltar à escola e brincar com a Marina. Carla: Eles têm uma amizade muito forte. – sorri – Ele tá morando com a vó ainda? Luna: Achei melhor assim. Eles estão muito apegados e o José só queria dormir lá, então preferi deixar ele mesmo. Carla: E seus pais? – pergunta com receio. Luna: Não faço ideia. – desvio o olhar – Não sei o porquê fizeram tudo isso. Carla: Eu também não sei, filha... Mas vai dar tudo certo. Como você está com o Lúcifer? Luna: Bem, graças a Deus. Carla: Que bom! Pois você faz muito bem para o meu filho – ele está até mais feliz desde que você chegou. Nunca vi ele assumir alguém assim tão rápido. Luna: Ele também me faz muito bem a mim. – sorri.
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