Era a última semana de Grace no Hospital de Almada, segundo o próprio doutor McVey. Ela tinha o apoio parcial da família e dos amigos, porém nada parecia ser o suficiente para deixa-la feliz novamente. Não soube de muitos detalhes, mas, pelo o que sua amiga Susan me contou, foi sério. O seu namorado estava preso por m***r um homem, além de tê-la traído com o mesmo. Uma situação delicada, onde cada palavra dita ao paciente pode significar vida ou morte. Por esse motivo, toda vez eu adentrava no quarto 09, no segundo andar, eu respirava fundo antes de girar a maçaneta. Uma palavra m*l colocada, e, talvez, tudo estaria perdido. De diversas formas, eu me esforçava para que Grace esquecesse tudo isso, toda essa atmosfera repugnante, pelo menos em todos os momentos que estávamos bem ali, juntos,

