Pov. Vinícius . . .
Acordei com meu rádio apitando sem parar, que ódio
doido. Levantei com a maior raiva não suporto ser
acordado por ninguém
Vs - Quem é o cuzão que me acordou nessa p***a? - falei
já irritado logo ouvi a voz do pequeno um dos meus vapor
que fica na entrada do morro.
Pequeno- foi m*l ae chefe, tava ligado que tu tava
dormindo não.
vs- Manda o papo! -o muleke não tinha culpa né, olhei
pro relógio do lado da cama e já eram 11 da manhã dormi
que só a misera.
Pequeno - tem uma doidinha aqui querendo falar com a
dona Neide - fiquei viajando tentando imaginar quem era
a dona Neide tava meio que dormindo ainda - é a mãe da
manu chefe, a morena que o PH pega. - o muleke parece
que leu meus pensamentos.
Vs - to ligado ae, manda da o papo no barraco dela, Depois
pode liberar!
Pequeno - firmeza chefe, valeu ae.
Nem me dei o trabalho de responder, tomei um banho,
vesti uma bermuda jeans e uma camisa preta, desci e a
dona Maria a cozinheira já tinha deixado a mesa pronta
com o rango! A coroa é firmeza na cozinha, depois de
passar tudo pra dentro gritei pra dona maria.
Vs - AE DONA MARIA TO VAZANDO! - nem esperei ela
falar nada já fui pegando minha k47 e desci o morro ate
a boca da rua sete tava afim de andar por isso fui a pé
mesmo.
Cheguei lá e falei com uns parça que tava na frente da
boca, tinha umas putas também descendo ate o chão ao
Som do pancadão que tocava lá, me encararam como se
quisesse me dar mais nem liguei, entrei pra minha sala
e fiquei fazendo a contabilidade das mercadorias que
chegaram, fui interrompido por um viado entrando na
sala.
Vs - virou bagunça mesmo foi, sabe bater mais não p***a?
Se eu tivesse fudendo com alguma p**a aqui? -o viado só
fazia rir, falei só pra tirar onda mesmo o PH é como um
irmão além de braço direito e sub-dono do morro.
PH - Que isso tiú ia ser só a massa, igual com a Naty teu
pau na b****a e o meu no cu da p*****a, e ela gemendo
igual uma c****a no cio.
Vs - cê é loco, foi da hora mesmo! Mais num da pro papai
aqui mais não - esse tempo de muleke p*****a já deu pra
mim, gosto de fuder com força mais depois num rola mais
não.
PH - Qual é VS ta ficando velho é.
Vs - meu p*u seu viado - falei com um tom mais alto,
O que não adiantou nada, ele ficou um bom tempo me
zuando, até um vapor entrar na sala.
Vapor - da licença aí chefe. - olhei pra ele e fiz um gesto
com a mão pra ele continuar - A dona Neide ta aí quer
levar um papo com tu.
Vs - pera dois minutos e manda ela entrar.
Vapor - firmeza.
PH- quer que a dona Neide quer aqui?
VS - Eu lá vou saber?! - dei de ombros, ouvir baterem na
porta e mandei entrar.
Neide - oi Vinícius. - olhou pro PH e revirou os olhos. Me
segurei pra não rir.
PH - Oi pra você também sogrinha - ela só ignorou ele e
virou pra mim.
Neide - Eu vim avisar que minha sobrinha vai morar comigo agora.
Vs - manda o papo direitinho como as coisas funcionam por aqui, e tudo certo.
Neide - ela não é como as meninas daqui Vinícius, não se preocupe.
Vs- Não to preocupado, ela que tem que se preocupar se fizer alguma merda. - já tava ficando sem paciência e
acabei falando um pouco alto.
Neide - Vou indo. - ela saiu e o PH me encarou
Vs - qual foi?
PH - tu conhece a sobrinha da dona Neide? - balancei a
cabeça em negação - Eo que te deu pra falar alterado com
ela?
Vs - perdi a paciência só isso cara - ele fez um joinha e
saiu sem falar mais nada, Eu em . . .