cap 04 flashback . . .

1117 Palavras
Pov . Vinícius. . . Todo ano perto do aniversário de morte d0 meu pai eu fico assim, irritado mais do que o normal, odeio esses PM p*u no cu, meu pai era tudo pra mim, minha única família, meu herói, meu tudo. Sempre cuidou de mim mesmo eu sendo o culpado da morte da minha mãe, era pra eu ter morrido no parto junto com ela assim meu pai ainda tava vivo. . . Flash back - on. . . Era um dia como qualquer outro eu estava na boca com o meu pai ajudando na contabilidade, ele dizia que eu era bom com as contas e sempre me chamava pra ajudar. Ele não queria que eu me envolvesse muito falava que ainda não era hora. VS - pai quando eu assumir o morro quero ser igual o senhor! Amado e respeitado pelo povo daqui! M.A (marcos Antônio ) - Não filho, você vai ser melhor - ele sorriu e bagunçou meus cabelos. Ficamos ali por um temp0 quando o PH entrou , PH era mais novo que eu mais já trabalhava como vapor pro meu pai. Ele entrou com tudo no escritório da boca. tava assustado e ofegante parecia que tinha corrido unma maratona. M.A - abri o bico PH- meu pai já tinha pegado a pistola que tava em Cima da mesa PH - Os PM tão querendo subi chefe. M.A- por que não me avisaram logo p***a - meu pai tava nervosO pra c*****o. PH- a gente tentou pra p***a mais o teu rádio só dava desligado. M.A- manda o papo pros vapor, soltar os fogos e mete bala nesses p*u no củ, ninguém entra no meu morro porra, vai se manda muleke -o cara saiu voado M.A - Dessa vez não vai da pra colocar tu no cofre então quando eu sair fecha a porta e se afasta. VS- deixa eu ir pai, eu posso ajudar?! M.A- Eu não quero te perder assim p***a, então tu vai fazer o que eu mandei ta ouvid0? VS - tá pai. - falei de cara fechada. M.A - Isso é pro teu bem Vinícius, Eu te amo filho! Você e esse morro é tudo que eu tenho. Vs - também te amo pai. Ele me abraçou e senti como se fosse o último M.A - vou lá. Faz o que eu disse. - assenti e ele saiu Fechei a porta e me abaixei perto da mesa, eu queria muito ir, queria lutar com o meu pai pelo nosso morro. Vs - sabe de uma coisa eu vou - falei pra mim mesmo, peguei a pistola que tava na gaveta e sair do boca. Sair pelos becos e vielas atento a qualquer verme que aparecesse logo vi meu pai e ele também me viue correu pra mim ele parecia solta fogo pelos olhos. M.A- Eu mandei tu ficar lá p***a - ele gritou mais não abaixei a cabeça eu queria ajudar e ele não poderia me negar isso. Vs - chega disso pai, eu fico parecendo um viado escondido enquanto o senhor ta aqui lutando pelo morro. M.A -tudo bem, mas fica por perto e coloca isso. - falou me entregando o colete dele não falei nada coloquei o colete e o segui. Eu tava muito feliz por ta do lado do meu pai lutando. já tínhamos derrubado alguns vermes e eu tava me sentindo bem foi uma mistura de adrenalina e medo que era incrível. M.A- presta atenção muleke - logo ouvi meu pai atirando, tinha dois vermes do lado que eu tava, conseguimos derrubar um e o outro ficou escondido atrás de um muro. Foi tudo muito rápido o infeliz do verme tava com a mira em mim , e meu pai não sabia o que fazer pela primeira vez vi medo em seus olhos. Verme - abaixa a p***a das armas e coloca as mãos na parede. Coloquei a arma no chão e levantei as mão em sinal de rendiçã0, mais aquele verme imundo disparou contra mim, só senti um impacto forte no meu corpo. Quando conseguir raciocinar foi que percebi que o meu pai tinha entrado na frente. Vs - PAIII - 0 tiro tinha entrado na barriga dele, fiquei apavorado não podia perder o meu pai ele era tudo que eu tinha. - Pai fica comigo. Ele se contorcia de dor, meu mundo estava desmoronando naquele momento, alguns dos vapores já estavam lá o desgraçado tinha sido desarmado pelo PH. M.A - Cheee. Chegou a sua ho hora filho. - ele falava fraco - seja melhor do que eu, seja forte não deixe que o ódio e a culpa te impeçam de ser feliz. VS - Pai eu vou te levar pro postinho, tu num vai morrer - não podia deixar isso acontecer - a culpa foi minha, me perdoa pai por favor - não conseguia segurao choro, tava parecendo um viado chorando, que se f**a era o meu pai que tava ali morrendo nos meus braços. M.A - você não tem culpa de p***a nenhuma, para de si culpar por tudo, as coisas aconteceram do jeito que eram pra acontecer. Vs - não morre pai, não me deixa só - suplicava Ele apertou a minha mão e deu um sorriso meio forçado M.A -Tu num vai fica só não - assenti- Eu te amo meu muleke. Vs - Eu também te amo pai. Ele riu fraco e fechou os olhos, nunca mais eu ia vêo seu riso ou sua cara de raiva quando as coisas davam errado, eu fiquei abraçado a ele pedido em meus pensamentos, me afastei e levantei devagar passei as mãos com força no rosto e a tristeza deu lugar ao ódio, minhas mão se fecharam e eu fui com tudo pra cima do filho da p**a, a cada sOco que eu dava mais ódio eu sentia, depois de cansar meus punhos peguei a arma que tava na cintura de um vapor coloquei na boca dele. Vs - vá pro inferno seu filho da p**a - gritei e apertei o gatilho. . . Flash back - off . . . Depois de lembrar de como meu pai morreu e de como eu me tornei o que sou hoje, peguei uma garrafa de whisky e bebi tudo queria esquece a p***a da vida que eu tenho, queria esquecer a culpa pela morte dos meus pais. Acabei de beber tudo e me mandei pra casa! Dona Maria já tinha ido ela só fica até as 3 da tarde e já era noite, fui direto pra cozinha. Fiz um misto e peguei uma coca na geladeira, depois de comer me deitei no sofá e adormeci lá mesmo. . . .
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