capítulo 25

1149 Palavras

A madrugada no morro nunca era completamente silenciosa, mas dentro daquela casa, tudo parecia mais calmo do que deveria. Marisol se levantou sentindo a garganta seca. Havia pegado a primeira coisa que encontrou no quarto—uma camisa larga de Grego. O tecido caía folgado sobre seu corpo, mas ainda assim, era curto o suficiente para deixar a calcinha à mostra. Ela caminhou até a cozinha em silêncio, seus pés descalços tocando o chão frio. Pegou um copo no escorredor e o encheu de água, levando-o aos lábios. Foi quando a luz se acendeu repentinamente. Ela tomou um susto e virou-se rápido. Grego estava parado na porta da cozinha, sem camisa, seus músculos tensos, o olhar fixo nela. Mas não era só o olhar que a fazia hesitar—era a intensidade da maneira como ele a observava, de forma lenta

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