8 – Thiago
949 palavras
Heloísa, Heloísa...
Estou começando a acreditar que a missão dessa mulher é tirar minha paz.
Desde o nosso jantar, onde lhe proporcionei um delicioso orgasmo, ela está me evitando nível hard.
No escritório, entra e sai o mais rápido possível. O máximo que consegui foram alguns beijos e umas mãos bobas. E pensa que fui procurar em outro lugar? Está enganada. Meu amigão aqui só quer saber de estar enterrado nela. Meu alívio tem sido minha própria mão, pensando naquela diaba de olhos verdes.
Hoje estamos partindo para os Estados Unidos. Iremos passar uma semana lá. Heloísa, junto com o segurança, despachou as malas e agora está aqui ao meu lado, aguardando o voo.
Assim que o embarque é liberado, vamos para a fila. Junto com a gente estão indo dois seguranças. Lá teremos mais, mas para a viagem preferi que fossem apenas dois.
Encontramos nossos lugares e nos sentamos. Heloísa, na janela, observa tudo atentamente.
Quando o avião decola, ela agarra sua bolsa e fecha os olhos. Somente depois de um tempo os abre novamente.
Não trocamos muitas palavras, apenas o essencial e cordial.
Depois de duas horas de voo, uma turbulência começa. Minha mão estava descansando no encosto de braço quando Heloísa a agarrou com força, mas não falou nada. Agora já está tudo certo. Estamos há cerca de quatro horas viajando, minha mão já está dormente, pois ela ainda não soltou. Mas não vou reclamar. Ela já parece mais calma, e ainda temos uma longa viagem.
Quando uma aeromoça chega e nos oferece algo para jantar, Heloísa percebe nossas mãos e retira a sua rapidamente. Pedimos nossa comida, que logo chega, e depois as luzes do avião ficam baixas para podermos descansar.
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Acordo com um peso no meu ombro. Minha cabeça está apoiada em algo não muito macio e cheio de fios. Vou abrindo os olhos e vejo:
Heloísa está descansando em meu ombro, e eu, apoiado em sua cabeça.
Depois de um tempinho, ela acorda e se levanta assustada.
— Thiago, desculpe por isso. Não foi minha intenção.
— Não precisa se desculpar. Descansou?
— Um pouco. Falta muito para chegarmos?
— Mais uma hora. Olhe pela janela, está amanhecendo!
Ela faz o que peço, e seu sorriso se alarga.
— Thiago! Que lindo...
— É sempre uma visão linda...
Falo isso me referindo a ela e à paisagem...
Ela continua admirando a beleza pela janela do avião.
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Depois de longas horas de viagem, finalmente chegamos a Washington. Nosso quarto no hotel é uma suíte presidencial: são dois quartos divididos por uma sala.
— Escolha qualquer um dos quartos para você.
Digo para Heloísa. Ela pega o quarto da direita. Vou até o outro, coloco minha mala no lugar e vou tomar um banho. Saio, visto uma roupa confortável, pego o computador e vou até a sala. Confiro todos os e-mails, respondo os mais importantes e faço algumas ligações.
Logo após encerrar a última ligação, Heloísa aparece na sala, vestindo uma calça de moletom e uma blusa de manga comprida. Aqui está frio.
— Está com fome? Vou pedir o café.
— Estou, sim... Nosso único compromisso hoje é o jantar?
— Isso mesmo. Pode descansar durante o dia...
— Vou fazer isso.
Ela responde. Peço o café, e começamos a ter uma conversa agradável.
Depois do café, ainda ficamos mais um tempo conversando, e ela diz que vai deitar um pouco.
Eu continuo na sala, pego um copo de uísque e começo a apreciá-lo.
Passo algum tempo ali, bebendo. Me levanto para ir ao meu quarto dormir um pouco antes do jantar, mas resolvo dar uma espiada em Heloísa.
Para minha sorte, ela deixou a porta apenas encostada. Seu moletom está jogado sobre uma poltrona perto da cama. Ela está usando apenas uma camisola azul clarinha. Seus cabelos estão soltos. Dorme tranquilamente.
Eu quero essa mulher. Quero ela. Quero muito.
Ela dorme serena. Um de seus braços está jogado acima da cabeça; o outro repousa na lateral do corpo, com a mão sobre a barriga.
Eu me abaixo, apoio meu peso nas mãos ao lado do seu corpo e começo beijando seu pescoço. Subo, passando levemente a língua por sua pele, e mordo um pouco o lóbulo de sua orelha. Ela solta um gemido. Sei que acordou.
Subo na cama e fico acima dela. Minha mão passeia por seu corpo, dando um apertão em sua coxa.
— Ah, Thiago!
— Oi... Não queria te acordar, mas você estava tão saborosa...
Puxo um pouco sua camisola para baixo e mordisco o bico do seu seio. Ela solta um gemido e se contorce debaixo de mim.
— Posso continuar, Heloísa? Eu quero muito continuar, mas preciso ouvir você.
Pergunto isso e abocanho seu seio ao mesmo tempo que subo minha mão por sua coxa.
— Aaaa... Sim...
— O que você quer?
— Thiago... Por favor...
Subo sua camisola, deixando-a amontoada abaixo dos s***s. Uma das minhas mãos continua lá, provocando aquela parte do seu corpo. Começo a descer, dando leves mordidas por sua barriga, até sua calcinha.
— Thiago...
Começo a descer sua calcinha. Minha ereção está tão grande que chega a doer. Passo a língua por sua i********e e abro seus lábios com os dedos, provocando-a.
— Que delícia... Aaaaa... Thiago... Por favor...
Introduzo dois dedos dentro dela e a ouço gemer meu nome. Ela está perto, sinto isso. Aumento o vaivém dos meus dedos e mordisco seu c******s. Ela se derrete deliciosamente na minha boca. Tomo tudo dela e, com os dedos que introduzi, levo até sua boca e digo:
— Vai, Heloísa. Sente o gosto do prazer que eu te dei...
Ela começa a chupar meus dedos. Seus olhos faíscam desejo.
Eu poderia gozar só com essa visão...