ÍNDIA NARRANDO Senti meu celular vibrar umas duas vezes no bolso, mas tô ocupada demais pra atender. Desci com o Pirata pra linha de frente; por enquanto tá tudo no sapatinho, nenhum tiro, mas os caras devem tá entocados pra tentar pegar a gente de ralo. — Essa p***a tá quieta demais, Índia — Pirata mandou a letra e eu só concordei. — Fica tranquilo, não tem como eles brotarem aqui sem passar pela gente — falei e ele assentiu. Antes dele responder, escutei os disparos vindo da mata e uma voz desconhecida gritando: — OS FILHOS DA p**a TÃO DE TOCAIA! SOBE O CAVEIRÃO! — Na mesma hora o tempo fechou e começou o tiroteio pra todo lado. Eu e o Pirata não saímos do lado um do outro, metendo bala sem dó. Saímos do chão e subimos pra laje pra melhorar o campo de visão. Nisso, avisto dois

