Dean supôs que algo ia m*l quando Cam abriu a porta da casa. Seu contido sorriso o dizia, o mesmo na maneira em que retorcia as mãos com nervosismo. A energia negativa que flutuava no ar fez que olhasse ao fundo, atrás dela, onde viu que não estava somente Jack, mas também uma mulher de expressão irritada e arisca, de uns sessenta anos. Com o rosto tenso pela desaprovação, e se o instinto de Dean não se enganava, uma má simulada apreensão, a mulher o olhava fixamente. —Lorna? – perguntou a Cam devolvendo a atenção a sua irmã. A rígida expressão dizia, sem necessidade de palavras, que ia ter uma cena. —Sim. Prescindido rapidamente todos os propósitos que Dean se havia feito sobre a necessidade de manter uma distância emocional, não queria que Cam se preocupasse. —Vem com a gente? —Qu

