capítulo 16

3496 Palavras
Episódio 16 Truth * Special by Chocolate * "Pronto...mas posso ir buscar uma cerveja primeiro para conversarmos?" Ai'Mel disse, esfregando minha cabeça antes de sair do quarto. Clac. Estou tão feliz que você está. Mas logo, ele abriu a porta e enfiou a cabeça novamente. "E aí...?" Eu perguntei. "Vamos sentar e comer na varanda do meu quarto, o ambiente é bom." "Ok." "Então vamos preparar. Acho que vou descer e fritar as batatas fritas e algumas coisas para fazer alguns lanches." "Tudo bem. Se eu terminar, desço e ajudo", disse o dono da casa, acenou com a cabeça e desapareceu pela porta novamente. Um som alto repreendendo Chel entrava na sala periodicamente. Isso indica que o dono da casa e o gato teimoso estão brigando por alguma coisa, o gato não deixa mais gente entrar. "Chel! Esse não é comestível! Traga de volta para mim agora mesmo... Gato maluco! " Sorri ao imaginar Mel perseguindo nosso gato. "Choco! Se a Chel subir até você, tranque-a no quarto. Não deixe ela descer de novo." "Chel não apareceu. Será que ele foi para a casa da vovó." Eu gritei de volta para o dono da casa e então me levantei e saí da varanda. Uma brisa suave sopra em meu rosto, é tão bom que não há pingos de chuva. A cadeira reclinável e a mesa baixa que Ai'Mel comprou no ensino médio ainda estão em bom estado. Olhei direto para um dos quartos da casa dos avós. Aquele quarto, no passado, era o meu quarto. As memórias de quando eu ainda estava naquela casa voltaram à minha cabeça. Muitas vezes eu ficava parado e observava Mel do canto da sala. Observe se ele está fazendo alguma coisa, o que está fazendo, ou gritando para me chamar para vir. Todas as nossas memórias são compartilhadas por mais da metade de nossas vidas. Mel uma vez me perguntou como posso ter tanta certeza de que o sentimento que tenho é amor e não apenas amizade. Quando comecei a ter sentimentos por Mel, acho que pode ser por causa de nossa amizade e relacionamento próximo. Mas com o passar do tempo, esse sentimento não desapareceu, mas tornou-se cada vez mais claro e profundamente enraizado em meu coração. Então, até hoje, posso dizer honestamente que o que sinto é o sentimento de amor que deve ser dado ao outro na forma de um verdadeiro amante, não de um amigo ou familiar. Mas não sei se Mel sente o mesmo que eu, porque desde ontem à noite, quando Fon removeu a postagem do f*******: até a manhã em que a mulher devolveu o dinheiro, o olhar em seus olhos parecia tão desapontado que me deixou firmemente assustado. Mesmo sabendo que Mel e aquela mulher não são nada uma para a outra. Mas comecei a devolver algo que não sei. Estou com medo. Receio que Mel goste de Fon. Receio ser incapaz de lutar contra os sentimentos que ele tem por aquela mulher. Mas... foi tão foda... Porque não importa o que aconteça, eu não me importo com isso de qualquer maneira. Afastei os pensamentos ruins da minha cabeça, peguei as vassouras e varri a poeira da varanda. Arrume a mesa e as cadeiras para deixar tudo pronto. Quando tudo estiver pronto, desci e ajudei Mel. "Cheira bem..." O aroma de frango frito flutuou em meu nariz. "Não é apenas perfumado, mas também tem um gosto bom." Ai'Mel parece muito orgulhoso de sua própria receita de frango frito. "Eu realmente quero provar." Percebi novamente as más ações que já haviam percorrido um longo caminho em minha consciência. Eu andei atrás de Mel até que a distância entre nós m*l existisse. As palavras com o segundo significado fizeram com que a pessoa que foi empurrada tão perto separasse suas presas para mim. "Pirralho irritante." (T/N: Não tenho a menor ideia do que Guan Thien quer dizer... mas digamos que é "pirralho chato".) "Oh, eu não sei..." "Bem, você sabe o que está mexendo ... chegando tão perto..." Mel levantou uma mão e bateu na minha testa antes de se virar para pegar o frango frito e colocá-lo em um prato. Eu estava olhando para ele sem me mover por trás das costas do chef. Até que ele se virou para fazer contato visual comigo novamente. "Voce pode se mexer?" "Sim, sim. Mas senhorio, há algo em que eu possa ajudá-lo?" Afastei-me de Mel e encostei-me na geladeira próxima. "Então leve a cerveja para cima. Ainda não coloquei no tanque de espuma. Não se esqueça de polvilhar sal no gelo." "Ok." Polvilhar sal no gelo não retarda o derretimento do gelo, mas o sal absorverá o calor do gelo até que a água fique mais fria do que o normal. Comecei a fazer o que Mel pedia, pegando a cerveja da geladeira no balde de espuma e despejando o gelo nele. Sem esquecer de pegar o saquinho de sal que acabou de pedir e jogar em cima do gelo. "Mel, já terminei. Vou esperar lá em cima primeiro." "Tudo bem, vou terminar de colocar o molho e seguir..." Carreguei um balde de espuma cheio de latas de cerveja na sacada enquanto pegava meu violão. Logo o dono da casa apareceu com algumas batatas fritas. Ele se deitou na mesa e se moveu para se sentar na cadeira reclinável. Peguei a cerveja e passei para a pessoa ao meu lado. Ele pegou e bebeu. Gole. Nenhum de nós havia começado a falar ainda, apenas o som de um acompanhamento de guitarra ao som do zumbido das pessoas ao lado dele. Não tenho certeza de quanto tempo se passou, mas olhando para as vinte latas de cerveja vazias jogadas no chão assim, pensei que tivesse passado muito tempo. "As estrelas em Bangkok estão mais brilhantes hoje, não estão?" Mel me perguntou quando outra lata de cerveja foi desembrulhada. Os olhos gordurosos que olhavam para o céu indicavam que ele havia bebido bastante. (T/N: Vamos concordar com o fato de que a frase "Bangkok tem estrelas para concordar hoje" não tem nenhum significado real...) "O céu está aberto, talvez..." Olhei para o céu preto com alguns brancos pontos nele. É muito difícil ver estrelas no céu no meio de uma cidade como esta. "Você gosta de mim ou não?" "Gosta de você? Como?" "Assim como eu... como você vai se abrir para você?" disse o homem bêbado em um tom ligeiramente m*l-humorado. Ele moveu as pernas para cima e sentou-se de pernas cruzadas em uma cadeira antes de virar a cabeça para me encarar. "Chocolate..." Ouvi dizer que Mel estava chamando meu nome, mas agora parece que minha consciência saiu do meu corpo. Na minha cabeça, continuei repetindo a frase de a******a várias vezes. Apenas aquela frase me deixou tão empolgado que não pude fazer nada. Foi mais emocionante do que os dois beijos ou até mais do que quando confessei meu amor por ele. Porque desta vez, depois de tudo que fiz, vai dar certo. "Choco, você me ouviu?" "Huh?" "Eu perguntei se você ouviu o que eu disse." "Oh, eu ouvi. O que há de errado?" "Na verdade, Fon e eu não estamos juntos." Ouvir o que saiu da boca de Mel me fez sorrir e não pude deixar de balançar a cabeça. "Eu só estava fingindo estar com ela para enganar você." "Uh... eu já sei." Eu honestamente disse a ele. Eu já sabia que eles não eram nada. "Você sabe?" A pessoa na minha frente franziu as sobrancelhas e inclinou a cabeça para olhar para mim com uma expressão ligeiramente incompreensível. "Sim, eu sei disso há muito tempo." Mel ainda estava confusa. "Você se lembra de Sun e Bird que nos conhecemos ontem?" "Lembre-se..." "P'Sun é um co-irmão de Tam..." "Acho que sim..." Mel murmurou para si mesmo com raiva, provavelmente sentindo a vergonha que eu sempre soube disso. "Oh, então como você sabe disso? Na verdade, não há nenhuma razão para me conectar e P'Tam... ou existe..." "Eu vi Fon no carro com P'Tam vários meses atrás... " "E... "E..." Eu balancei a cabeça em concordância. "Quando vi o rosto de Tam, lembro que o vi na página da Sun no f*******:. Ele parecia familiar. Quando olhei para ele novamente, cheguei à conclusão de que ele realmente era. Então pedi a Sun para investigar a história de Tam e Fon ." É uma coincidência que o destino pareça estar do meu lado. Na verdade, quando descobri que Mel tinha namorada, fiquei louco por um tempo. Mas pensei de novo e decidi que mesmo que ele tivesse alguém, eu cuidaria dele e ficaria por perto como sempre. (Claro, parte do plano era alimentar os sentimentos de Mel por mim também.) Mas então percebi que Fon era apenas uma namorada falsa que Mel havia criado. Mostrei totalmente a ele o que sentia por ele. Mas a cara triste da Mel ontem também me deixou maluco. Eu não sei como a pessoa na minha frente realmente se sentia sobre aquela mulher. Mesmo que ele tenha dito que está aberto para mim, eu ainda quero saber se ele gosta daquela garota ou não. Porque se ele gosta dela, vou encontrar uma maneira de me livrar desse sentimento de seu coração o mais rápido possível. Mas se ele não gostar dela... será muito bom para mim. "Mail, mas eu tenho uma coisa que eu quero te perguntar..." "Só pergunte..." "Você gosta da mulher chamada Fon?" Ele parecia sentir um golpe lento. Ele ergueu as sobrancelhas, inclinou o pescoço e assentiu, mas no momento seguinte balançou a cabeça. Eu não sabia qual é real e qual é falso. Especialmente quando vi o aceno de cabeça de Mel, isso fez meu coração palpitar. "Em conclusão, você gosta dela ou não?" "Eu não. Eu nunca gostei dela." "Sério?" "Então por que eu mentiria?" A resposta de Mel imediatamente me fez sorrir. Eu não vou sorrir todo, certo? Meu rosto provavelmente não vai florescer dos meus olhos, certo? "Você está sorrindo como um louco..." "Bem, estou feliz." Mel balançou a cabeça como se não acreditasse em minhas palavras. "Estou falando sério." "Eu ainda não disse uma palavra de descrença..." O tom taciturno de Mel me fez sorrir. "Então por que de repente perguntou se eu gostava dela? Existe alguma coisa?" "Eu vi que você pensou muito sobre Fon quando ela devolveu o dinheiro, então pensei que você poderia gostar dela." Levantei uma lata de cerveja para beber. "Não é normal se sentir m*l quando alguém devolve um item que damos a eles? Você é, não é? Fon e eu concordamos tanto com as condições quanto com a troca. Quando ela devolveu o dinheiro assim, eu não estava t ok com isso." "Hmmm, eu entendo, mas é bom que ela tenha feito isso." "Que bom?" "Porque se ela não tivesse, não teríamos uma conta compartilhada..." "É verdade..." disse Mel, virando a lata de cerveja antes de se levantar da cadeira. Ele estava um pouco cambaleante até que eu tive que estender a mão para agarrá-lo. "Onde você está indo?" "Ao banheiro." "Você está bem?" "Sim... Se eu não conseguir, o que você pode fazer...? Você vai me ajudar a pegá-lo...?" " "Huh..." ele bateu na minha boca e ergueu os ombros gentilmente como se me dissesse quem sabia. "Você pode soltar minha mão? Eu quero ir ao banheiro." Soltei a mão do bêbado deixando-o enfrentar o mundo sozinho. A caminhada cambaleante até o banheiro me deixou incapaz de resistir, mas assim que vi a porta do banheiro fechar, fiquei aliviado ao pensar que Mel ainda poderia lidar com isso. Depois disso, ele voltou e olhou para a caixa de espuma ali perto, das 48 latas de cerveja que compramos, apenas cerca de metade ainda estava lá. Provavelmente bebi umas dez, mas o dono da casa deveria ter bebido mais do que isso. Clack, estou tão feliz por você estar bem. O som da porta do banheiro se abriu com o proprietário indo direto para a cama no meio do quarto, em vez de voltar para mim. "Mel... já vai dormir?" Eu gritei para ele do lado de fora. Mas ele não respondeu, hein, nem uma palavra. E também se moveu para se afastar de mim. "Mel?" Liguei novamente, ele ainda era o mesmo. Vendo isso, segui para o quarto. Moveu-se para sentar na cama e estendeu a mão para acariciar gentilmente seu rosto, "O que há de errado ..." "..." Mel não disse nada, mas puxou minha mão de seu rosto. "Por que isso..." "Estou farto de você..." "Por que você está farto de mim? O que eu fiz de errado?" "Bem, você, filho da puta." "Huh..." "Mal..." "Espera, Mel, você está bêbada?" "Eu não sou." Isso parece baba. Ele não está bêbado. " Mel continuou falando isso, parou. Eu não tinha certeza do que ele estava pensando, mas pensei que ele estava chateado comigo. "Mel..." "Cansado de você fingir que gosta de mim, mas na verdade, você não gosta de mim, sua natureza é r**m, r**m, terrível..." Ouvindo isso, eu imediatamente me aproximei dele, mas Mel virou longe. Além disso, ele puxou o cobertor e cobriu o rosto. "Mel..." No final, usei a força para puxar Mel para sentar. "Eu vou dormir..." "Vamos levantar e conversar. O que há de errado? Por que você acha que eu não gosto de você? Mesmo que eu tenha mostrado o que sinto por você o tempo todo " ". .." Mel continua deitada, fingindo ser como Chel novamente. "Mel, posso falar com você... por favor?" Eu disse em um tom de súplica e implorei a ele. Até que finalmente, Mel concordou em sentar-se bem, mas ainda se recusou a dizer qualquer coisa. Ele continuou cutucando a boca e virou a cabeça até que eu tive que segurar o queixo de Mel para me encarar. "Por que você pensa assim...?" Eu perguntei. "Bem, você..." "O que...?" "Você não me beijou mais... Desde então, você não fez isso de novo... Você está me provocando, Choco? O que estou fazendo de errado? Por que você tem que me confundir assim? É tão divertido brincar com meus sentimentos assim?" Tanto o tom quanto o olhar que Mel transmite indicam o quanto ele reprimiu o que guardou. "Mel..." Puxei Mel para um abraço, mas ele não desistiu facilmente. Ele também levantou uma perna, "Se você chegar perto, eu realmente vou te chutar." "Não estou com medo", quando terminei de falar, me aproximei de Mel e agarrei a perna que ele procurava, pronto para me chutar com uma das mãos. "Merda, deixe-me ir..." Eu não respondi, mas escolhi puxar a perna do homem zangado para deslizá-la para si mesmo. Talvez porque ele esteja bêbado e não tenha muita força para resistir a mim. Percebendo novamente, eu o empurrei para a cabeceira da cama. "Merda... eu disse para você deixar ir..." "Mel..." "Você não ouviu o que eu disse..." "Desculpe..." Eu coloquei o peso da minha cabeça em seu ombro . Murmurei para me desculpar, ele não me impediu. Não é que eu não queria beijar, "que eu não beijo, não que eu não goste de você ou só brinque com você, Mel. "E não quero que pense que me aproveitei da amizade e da confiança que você me deu", porque a última vez que o beijei veio da minha incapacidade de conter meus pensamentos. Fingindo deixar cair a chave e beijá-lo sem pedir permissão. "Mas depois disso, eu não vou mais me importar com isso, Mel. Porque o fato de eu pensar demais nisso tudo te deixa confusa, então se eu quiser te beijar eu te beijo... assim como agora eu quero beijar você também..." Depois de terminar, eu imediatamente pressionei meus lábios em sua boca. A doçura do beijo desta vez foi melhor do que das outras duas vezes porque nunca nos beijamos tão profundamente que a ponta de nossas línguas se tocassem. Comecei a invadir cada vez mais a cavidade de sua boca. As línguas delgadas piscaram repetidamente até que eu esqueci que nunca havia beijado alguém com um aparelho antes. No final do dia, minha língua ficou presa no ferrão na boca de Mel. "Ha ha ha, dói? Choco, dói?" Um suspiro de respiração soou depois que eles se separaram. Mel agarrou meu rosto com as duas mãos e olhou para minha boca para examinar a língua que acabara de ser cortada e o sangue que escorria da ferida. "Não, beijar frequentemente vai se acostumar com isso." "EU' "Vamos tentar de novo." Terminado de falar, abaixei-me para provar sua boca novamente. No começo parecia um pouco tenso, mas com o tempo nós dois começamos a aprender técnicas e métodos que faziam com que eu e ele nos sentíssemos bem. Foi tão bom que sem querer me aproximei cada vez mais de Mel. Pessoalmente, ele se moveu e sentou no meu colo. Suas duas mãos apertaram seu pescoço e apertaram as costas da minha camisa. Não era diferente das duas pernas que abraçavam minha cintura. O gemido foi causado por como nós dois nos movemos até que algo por baixo fosse friccionado. Mel e eu sabíamos qual era o desejo. Respirar boca a boca. Testas anexadas. Mel mordeu o lábio inferior como se estivesse me seduzindo. Vendo isso, não pude deixar de dar um beijo em sua boca e comecei a descer de seus lábios para o queixo até o início de seu pescoço. Chupando e mordendo com tanta força até começarmos a gemer de novo, "Hum..." "Mel..." "..." "Você se lembra quando estávamos juntos no ensino médio e nos ajudamos... um ao outro?" Eu movi meus lábios para sussurrar em seu ouvido. Ele permaneceu em silêncio por um momento, mas finalmente assentiu, dizendo que se lembrava. "Supondo que vou pedir para fazer de novo. Você está bem?" "..." "Mel..." "Tudo bem..." "Obrigado..." dando um beijo de agradecimento em sua orelha antes de enfiar a mão em sua camiseta. Depois de massagear o corpo por alguns minutos, continuo abaixando minha mão grossa. Mel olhou sem jeito, mas ainda assim, seguindo seu próprio desejo. Um sentimento de excitação penetrou no meio do meu coração. Ficou mais alto quando sua mão fria tocou a parte essencial da minha sensação. Seu rosto estava tão vermelho que chegava às orelhas, sem saber se era por efeito do álcool ou pelo constrangimento de ter que fazer algo assim com um amigo próximo. Mas eu acho que é o último. "Hmm..." Ambos os nossos gemidos baixos soaram alternados. Mel enterrou o rosto no meu ombro com o ritmo de sua mão se movendo cada vez mais rápido, "Choc...ugh." "Sim..." "Apresse-se ..." ele respondeu com uma voz suave, antes de estender a mão vazia para abraçar meu pescoço. Os gemidos e respirações quentes em meu pescoço tornaram-se cada vez mais frequentes. Era fácil prever que a sensação da pessoa no meu colo era muito próxima. "Choco... Choco..." Chamar meu nome repetidamente com uma voz rouca não significa que ele está me chamando. Mas isso significa que algo está acontecendo... "Ah..." O último gemido meu e dele tocou, abafando o barulho do ar condicionado no quarto. Mel apertou a boca. Seu rosto parecia tão envergonhado que ele não podia fazer nada. Quando sorri, a pessoa no meu colo bateu no meu ombro com força total e xingou várias palavras. "Hum... cale a boca..." "Eu ainda não disse nada..." " Não "Então sabe o que vou dizer... sacana, você é tão fofo?" Eu disse a ele e dei mais alguns beijos em seus lábios. "..." "O mais fofo..." As orelhas vermelhas de Mel me mostraram que ele era tímido e envergonhado. Mel abaixou a cabeça para longe de mim, mas quando viu abaixo, teve que se apressar e olhar para o outro lado. Quanto à minha mão que estava manchada, não esqueci de limpá-la também na roupa. "Hey ..." Eu bufei suavemente Mel antes de guiar seu olhar, ele se curvou para olhar para sua própria mão que estava enxugando suas roupas. "Do que você está reclamando?" Ele disse com uma voz fofa, mas ainda limpou a mão na minha camisa. "Bem, eu não me importo... porque suas coisas ainda estão bagunçando minhas mãos." O bastardo rapidamente pegou sua camisa e enxugou minha mão. Sua fofura me fez beijar sua testa. "Não pense que eu não gosto mais de você, Mel..." "Uh..." "Por causa desse sentimento... eu só tenho isso pra você..." "..." "Você' você é o único." "Eu sei", disse ele. "Huh," eu sorri com o canto da minha boca e me movi para sussurrar algo em seu ouvido. "No dia seguinte, eu coloco os lenços de papel na mesinha de cabeceira. Assim você não precisa enxugar suas roupas assim..." "O que diabos há de errado com você? Não consegue se mexer, vou tomar um banho?" Eu balancei a cabeça e deixei Mel facilmente sair do meu colo. Seu rosto vermelho deu a entender que, depois disso, meu relacionamento com ele deveria ficar cada vez melhor...
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