ISABELA Eu estava trancada no banheiro, sentada na borda da banheira com o teste nas mãos. O resultado estampado ali, nítido, como se o universo tivesse me entregado a maior resposta da minha vida com apenas duas linhas. Grávida. Meu coração acelerou. As mãos tremiam e os olhos se encheram de lágrimas. Não de medo. Não dessa vez. Era diferente. Eu não conseguia parar de sorrir e chorar ao mesmo tempo. Quando abri a porta, Jace se levantou de um pulo, os olhos fixos em mim, ansiosos. Eu só consegui balançar a cabeça. Um sim silencioso, mas carregado de significado. Ele veio até mim, me abraçou forte, e afundou o rosto no meu pescoço. Estava chorando. E sorrindo também. — Eu vou ser pai... — ele murmurava, como se ainda estivesse tentando acreditar. — E eu... mãe. — sussurrei de vol

