Capítulo 13

880 Palavras

Elizabeth Tristeza. Desolação. É isso que sinto quando deixo o consultório do doutor Marcos. Não esperava que o que ele tinha para me dizer fosse tão r**m. Nem sequer esperava por isso. Achei que as coisas estavam começando a melhorar apesar de tudo, que tudo ia dar certo, que havia esperanças. Mas não há esperança nenhuma. Na verdade, não há nada. Novamente aquele frio interno me toma. Nada mais importa, e porque importaria? Eu estou morrendo. Não quero fazer uma cirurgia e ficar vegetando, principalmente porque eu não tenho ninguém mesmo. Pra quê ficar viva? Eu sei que não deveria pensar nisso, mas eu não tenho mais nada mesmo. São esses os pensamentos que nublam minha mente quando chego em casa. Jogo a bolsa na cama e sigo para o banheiro enquanto choro copiosamente, não

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