Elizabeth Bip, bip, bip. O som repetitivo me desperta. Meus olhos estão pesados, estou confusa, minha cabeça dói e me sinto dormente. O cheiro é familiar, mas meus pensamentos estão lentos, nebulosos. Onde estou? Continuo com os olhos fechados. Não tenho forças para abri-los. Tento lembrar de algo que estava fazendo. Respiro algumas vezes, até que as lembranças começam a voltar. A consulta. Os remédios que tomei. Gabriel. Não! Deus. O que eu fiz. Minha garganta está seca. Quero falar, mas, apenas um som estrangulado sai de mim. Alguém se aproxima e segura minha mão. Abro meus olhos. Ele está aqui. Gabriel. Começo a chorar. Não consigo parar. A culpa me consome. Só agora percebo as consequências dos meus atos desesperados. O que diabos eu estava fazendo? Gabriel me observ

