Persefone, [06/04/2024 19:51]
Capítulo 50
Persefone narrando
Eu penso em fugir daqui mas olho pela janela vendo que estava muita chuva lá fora, fico sem entender o porque ele me trouxe aqui e porque estou aqui, ele podia ter me deixado mofando lá na chuva, até porque ele mesmo disse que eu trouxe muita confusão para ele.
Eu tomo um banho, coloco uma roupa seca e depois de um tempo tomo coragem para sair para fora, a casa estava vazia, um silêncio só, não sei se ele estava em casa ou não, a casa tinha dois andar e era bem grande.
— Está com fome? – a voiz dele soa atrás de mim e levo um susto, ele fecha uma porta atrás dele.
— Não, obrigada! -e u afirmo
— Pedi comida na Olivia – ele fala – está na mesa, vamos comer!
Ele fala como se tivesse me dando uma ordem, ele entra na cozinha e o encaro, logo vou atrás dele e ele se senta na mesa.
— Está esperando que eu te sirva? Isso não vai acontecer! – ele afirma brm grosso
— Não, é que – eu olho para ele e ele me encara – estou achando estranho você me ajudar.
— Estranho, porque? – ele pergunta – se tuod que eu fiz desde que notei sua existência foi te ajudar. – eu me sento na mesa e pego um prato – você só faz m***a dentro do meu morro e o problema fica para mim.
— Não quero causar mais problemas – eu falo para ele – eu já entendi que fiz muita coisa errada.
— Entender somente não adianta – ele fala me encarando – tem que parar de fazer elas.
Eu olho para ele e ele me encara com os olhos cerrados em mim.
— Perdoa minha divida – eu falo para ele e ele me encara dando um sorriso irônico no rosto – você sabe que eu não tenho como pagar, vai gastar bala atoa comigo?
— Posso te m***r de outras formas – ele fala – sem gastar nada. – ele olha para o prato e volta a comer e eu engulo seco.
— Me m***r vai te fazer feliz? – eu pergunto para ele e ele me encara – eu não sou ninguém e não represento nada a ninguém.
— Você representa sim – ele fala encarando – a guerra que eu abracei por tua causa. Duda está atrás de mim que nem um louco, declarou guerra contra o meu morro depois de não ter deixado te levar. Tu tem noção disso garota?
— Eu não pedi para você aparecer lá – eu falo olhando para ele.
— Nesse momento, você já teria sido estuprada por todos os traficantes daquele morro, vai saber se estaria viva – ele fala
— Nada diferente do que eu já passei dentro desse morro desde a minha infância – eu falo para ele e ele me encara – até mesmo nas mãos do seu tio quando ele comandava tudo isso – Atibaia me encara.
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Persefone, [06/04/2024 20:13]
Capítulo 51
Atibaia narrando
Eu a encaro, franzindo os olhos.
— O que você disse? – eu pergunto para ela e ela me olha assustada – você disse, o que? Que o meu tio abusou de você?
— Eu – ela fala me encarando – eu falei de mais – ela fala se levantando – é melhor eu ir embora – eu me levanto e a puxo pelo braço, encostando ela contra a parede.
— Não você não vai embora! – eu afirmo grosso e ela me encara com os olhos arregalados, sinto sua mão tremer.
— Por favor, me deixa ir – ela fala segurando o choro.
— Você não vai ir – eu falo olhando firme para ela e a mesma se encara – você vai ficar aqui, vai dormir aqui!
— Eu não quero dormir aqui.
— Quer dormir perto do lixo embaixo de chuva? – eu pergunto e ela me encara – passando frio, fome, e sendo roubada? Quer ir embora do morro para que, para Duda te encontrar e te torturar da melhor forma possível? Você é teimosa pra c*****o, aqui dentro você está segura.
— Eu não sei – ela flaa me encarando – você também quer me m***r, vive me ameaçando – ela diz nervosa – me ameaçando, o tempo todo. Eu não quero te desafiar nem nada – ele começa a rir
— Você me desafia o tempo todo, o tempo todo! – eu afirmo e ela me encara
— O que você vai fazer comigo? – ela pergunta olhando em meus olhos.
Eu olho para ela e penso a m***a que eu fiz trazendo essa garota para dentro da minha casa, deveria ter deixado na rua ou levado para a ong de Ursula, mas do jeito que Ursula era, ela era capaz de m***r a Persefone.
A mesma fica me encaranod sem tirar os olhos de mim ou a menos piscar, suas mãos estão tremendo e sua respiração ofegante, ela estava com medo e no final toda a sua marra, não servia de nada.
Eu passo a mão pelo seu rosto lentamente, alisando seu rosto lentamente, sua pele se arrepia, eu observo seu rosto angelical, pele branquinha, olho para baixo analisando seu corpo e a mesma me encara, eu aproximo meu rosto do dela e os nossas bocas se aproximam, eu beijo a sua boca e a mesma corresponde o meu beijo.
Eu passo a mão pelo seu corpo, e a encosto ainda mais seu corpo contra a parede e o meu contra o dela, passo a minha mão pelo seu corpo e coloco a minha mão por de baixo da sua blusa, eu desço a minha boca pelo seu pescoço e a mesma fecha os olhos e vira o pescoço, encaixando minha boca em sua pele.
Eu estava sem camisa e a mesma passa as mãos pelas minhas costas, eu agarro ela pela cintura e levo ela para sala, ela tira a sua camiseta e eu abro o seu sutiã, ela vai se soltando e ficando a vontade, enquanto minha boca desce pelo seu corpo , eu abaixo seu shorts e a sua calcinha, beijando lentamente a sua i********e, eu olho para ela e a mesma me encara, eu abro as suas pernas e entro no meio delas com meu rosto, chupando sua i********e e ela solta um gemido forte, eu passo a minha mão pelo seu corpo, agarrando os seus s***s enquanto fazia movimentos circulares em sua i********e, ela solta um gemido , eu olho para ela com uma boca de s****a e os olhos fechados, introduzo dois dedos dentro da sua i********e e não demora muito para ela gozar na minah boca, subo com a minha boca beijando seu corpo e coloco meus dedos em sua boca, deslizando meus dedos pelo seu corpo e chegando em sua i********e toda melada do seu g**o, mexendo em seu c******s, enquanto fico de pé do lado dela, ela se ajeita e agarra o meu p*u, lambendo a cabecinha dele e colocando ele todo na boca , mamando bem gostoso, passando a sua língua, enquanto eu introduzia os dedos dentro da sua i********e, fazendo ela se molhar ainda mais, mexia em seu c******s e com a outra mão segurava em seu cabelo, eu tiro o meu p*u da sua boca e beijo seu pescoço, ela fica de joelhos no sofá e a gente se beija, eu me sento no sofá e ela vem por cima de mim, colocando uma perna em cada lado e rebolando em meu p*u, enquanto eu beijo os seus s***s e agarro as suas coxas.
Persefone, [06/04/2024 21:25]
Capítulo 52
Alicia | Yasmin narrando
Eu estava na ong e olho para fora vendo que está uma chuva h******l, penso em Persefone mas não consigo sair para encontrar ela, porque estava ventando muito, mas quando para um pouco os ventos, eu saio com guarda chuva procurando por ela, mas não a encontro.
Eu paro no bar Da Olivia e peço algo para comer, estava ali sentada quando Joé entra, ele me encara e eu o encaro ele, eu queria sentir ódio dele mas depois que comecei o conhecer, eu não conseguia sentir ódio dele, mas ao mesmo tempo não conseguia esquecer o que ele fez comigo.
— O que estão fazendo por ai? – Joé pergunta para Castro que está sentado com alguns vapores na mesa de trás.
— Estamos aqui vndo a reportagem daquele João Ferraz – Castro fala – falando sobre a morte daquele p*u no cu do Fabianinho – eu sinto um frio na espinha quando escuto o nome do meu marido e uma tristeza.
— Aquele lá deveria ter morrido com um p*u no cu dele – Joé fala – a mulher talvez nem sabia a m***a que o marido dela era.
— Aquela vez – Castro fala – não deveria ter feito nada contra ela.
— Se tivesse viva, iria querer vingança, iria ser pior – Joé fala – porque deveria endeusar aquele assasino de m***a – eu engulo seco quando escuto ele falar isso – jamais aceitaria o m***a que era o marido dela.
— João Ferraz é o próximo a morrer – Castro fala – aquele m***a, é casado?
— A médica –era vapor fala – a irmã mais velha de Sara.
— Está falando sério? – Joé pergunta – ela é casada com ele?
— É ela que está em todos os jornais com ele – vapor fala – e parece que tem uma família.
Eu fico com raiva e ao mesmo tempo encucada em saber o porque eles falaram isso de Fabianinho, Olivia chega com a comida, mas eu tinha perdido totalmente a fome. Eu pago e saio.
Mas ainda estava chovendo e paro embaixo de uma p******o de braços cruzados olhando o morro.
Flash black onn
— Onde você vai Fabiano? – eu pergunto para ele
— Preciso encontrar João Ferraz.
— Novamrnte? Você encontrou ele na noite passada.
— Você sabe a gente tem negócios – ele fala
— Meu Deus, mas que negócios são esses que nunca para? – ele se aproxima de mim
— Você é maravilhosa meu amor – ele fala
— A gente precisa conversar – eu falo para ele – eu arrumei um serviço fora na minha área.
— Já disse que mulher minha não trabalha fora – ele fala me encarando – mas depois conversamos isso, não quero discutir com você isso hoje!
Flash black off
— Tudo bem Yasmin? – A voz de Joé soa e eu olho para ele assustada.