Meu coração acelera diante do sorriso da pequena, mas logo percebo que todas se viram para mim. Quando a bravinha me olha com aquele olhar afiado, sinto um frio na barriga. É como se ela estivesse avaliando cada movimento meu, pronta para atacar, putä que pariü meu coração tá mas acelerado que bateria de escola de samba, mas sou tirado dos meus pensamentos com ela falando: — O que você tá fazendo aqui? — Ela pergunta, já cruzando os braços e levantando uma sobrancelha desafiadora. A tensão entre nós é visível. — Desarma aí fii vim na paz e outra a rua é pública e até onde eu sei o morro não lhe pertence — Respondo, encarando ela da mesma forma que ela faz comigo. Como ela pode me desestabilizar dessa forma? A Mari tenta intervir, sorrindo suavemente para quebrar o gelo: — O que vocês es

