Eva
Três dias depois.
— Se continuar se mexendo desse jeito vou te mostrar exatamente o que acontece Eva.
Eu estava sentada no colo do professor Raphael enquanto ele me tirava uma dúvida na matéria. Eu podia sentir ele duro e pronto bem embaixo da minha b***a e isso deixou minha calcinha úmida e quando notei eu já estava me esfregando suavemente na sua ereção enquanto ele explicava.
— Então me mostre professor ou será que não tem coragem? — No mesmo instante sinto sua mão subindo por minha coxa, entrando debaixo da minha saia e só parando em cima da minha calcinha, onde ele começou a acariciar onde estava pulsando naquele momento.
— Você já está tão molhada. m*l posso esperar para entrar em você bem aqui. - E ele enfiou um dedo dentro de mim e começou a acariciar meu c******s lentamente, isso me arrancou um gemido e me fez abrir ainda mais as pernas para ele…
Acordei toda suada com a mão dentro da minha calcinha e com um t***o desgraçado. Que porcaria de sonho foi esse? Meu peito subia e descia por causa da minha respiração acelerada e quando vi já estava tocando no meio das minhas pernas novamente para resolver o problema.
Assim que terminei tomei um banho rápido, m*l tomei café por conta do meu atraso. Raul me deixou em frente a escola e eu me peguei andando as pressas pelo corredor mais uma vez para não levar uma advertência pelo atraso. Hoje era sexta e minha primeira aula era de matemática, pois é, justamente com o professor do qual eu tive um sonho erótico e me masturbei pensando nele poucos minutos antes.
Assim que entrei na sala ouvi a voz do professor Raphael:
— Você está atrasada Eva. — Olhei em sua direção e ele estava malditamente sexy naquela camisa abotoada apenas alguns centímetros do pescoço e dobrada nos cotovelos deixando ver alguns de seus músculos.
— Desculpe professor, eu acordei com um t***o insuportável e não consegui sair da cama antes de gozar(pensando em você.) — Essa última parte eu não disse, mas a sala ficou em silêncio total e depois alguns começaram a rir. Era impressão minha ou os olhos do meu querido professor escureceram sutilmente? Vi ele lamber os lábios e virar em direção a mesa.
— Certo, que isso não se repita. Agora vá e se sente. Vou distribuir os testes. — Me sentei no lugar de sempre e meus amigos ainda estavam rindo do que eu disse.
— Amiga, sua louca, como você teve coragem de dizer isso? - Disse Paula.
— Deixe ela Paula, não vê que ela é uma alma livre? - Bernardo diz.
— Ele perguntou, o que eu poderia dizer? - Perguntei a eles com um indício de um sorriso.
— Hello? Você poderia ter dito uma mentira. Meu Deus, você viu a cara dele? Não consegui nem decifrar a expressão do seu rosto. Você o deixou totalmente fora de guarda. — Elizabeth disse. Isso me fez olhar para ele e ele estava sentado na sua cadeira olhando para mim, mas quando olhei ele desviou o olhar para suas folhas na mesa.
— Você sabe que não gosto de mentir Beth.
— Mas nesses casos é até perdoável. - Ela continuou.
— Muito bem turma, quero que vocês separem as carteiras que estarei distribuindo o nosso primeiro teste. - o professor Raphael falou.
— Ele vai mesmo nos encher de testes? Inacreditável. — Bernardo fala somente para nós ouvirmos, indignado.
— Parece que sim. —Paula diz já afastando a cadeira dela. Eu faço o mesmo e quando estão todos separados uns dos outros, Raphael vem entregando as folhas. Ele me estende a folha e eu pego e em seguida ele se afasta rápido.
— Vocês tem trinta minutos para resolver todas as questões. Vou corrigir e dar nota hoje mesmo. O teste está valendo cinco pontos, boa sorte. Ele finaliza e todos tentam fazer seus testes. Faço o mesmo, mas confesso que acho que não estou indo muito bem. A primeira e a segunda até que consigo responder, mas as demais estou quebrando a cabeça e nada. Por sorte a questão quatro eu havia escrito a fórmula embaixo da saia, na minha coxa, eu só precisava olhar um instante para copiar. Olhei para o professor e ele estava anotando algo na sua agenda, então afastei com cuidado a cadeira e puxei a saia até quase aparecer minha calcinha. Não sei porque tive que anotar isso tão no topo da minha coxa. Mas agora não adianta. Olhei para o lado, Bernado viu o que eu estava fazendo e me deu um sorriso safado, não liguei para ele, rapidamente anotei na folha e quando eu estava baixando a saia, olhei para a direção do professor Raphael e seus olhos estavam pregados nos meus, intercalando entre meus olhos e minhas pernas... Droga ele viu. Levantando uma sobrancelha ele relaxou mais na cadeira e cruzou os braços no peito olhando para mim. Meu coração estava acelerado, fiz de tudo para continuar o teste. Respondi as demais questões e toda vez que eu olhava para cima Raphael estava olhando diretamente para mim.
— Muito bem, acabou o tempo. Tragam os testes um após o outro até a minha mesa e assim ele foi corrigindo e dando a nota na mesma hora.
— Dois? Eu tirei dois? — Perguntei para ele sem acreditar.
— Sim, essa é sua nota Eva. Você acertou duas e meia, mas esse meio ponto não irei considerar por ser um erro bobo. Pego minha folha de volta a contra gosto. Arrumo minhas coisas e quando já estou saindo escuto a voz dele novamente.
— Eva, espere um pouco quero falar com você. — Olho para ele e vejo que ele não me deixará ir antes de falar seja lá o que ele quer dizer. Então espero e quando o último aluno sai ele fecha a porta.
— O que você tem debaixo dessa saia Eva? — Ele pergunta, seus olhos me sondando. Droga e agora? Se eu tinha dúvidas que ele me viu no momento do teste, agora eu tenho certeza.
— Tenho o que toda mulher tem professor. Que tipo de pergunta é essa?
— Não se faça de boba Eva, eu vi você olhando aí para baixo no meio do teste.
Ele vai me dar uma advertência se eu contar. E agora? Não posso correr o risco da direção da escola chamar meu pai aqui. Ele quer apenas um motivo para tirar a guarda da minha mãe.
— Não sei do que está falando professor.— cruzo os braços no peito e o encaro. Ele bufa perdendo a paciência.
— Levante a saia Eva.
—- Se você quer ver a minha calcinha deveria usar outra desculpa professor, quem sabe eu até mostraria. - Eu m*l acabo de dizer isso e ele já estava me encostando na parede, me prendendo com seu corpo e essa ação tira todo o ar de mim. Agora seu rosto está muito perto do meu. Seus olhos se desviam para a minha boca um instante e voltam a me fuzilar. Sinto meu corpo todo cantar com a proximidade dele.
— Não brinque comigo Eva, eu sei que você tem algo na sua coxa.
—Tem certeza querido professor? - Pergunto levantando o nariz para ele e nesse momento ele perde a paciência e sua outra mão começa a subir minha saia para provar seu ponto. Ah mas se ele vai brincar comigo eu não vou deixar isso barato para ele também não. Ele continua subindo até que a fórmula aparece.
— Eu sabia! Por que você acha que precisa disso Eva? Você é uma garota inteligente e..
Nesse momento eu coloco minha mão sobre a dele e continuou subindo ela pela minha coxa novamente até a minha b****a e seguro sua mão ali. Nesse momento seus olhos se ampliam de surpresa, mas tem algo mais, confusão e talvez desejo.
—- O que você estava dizendo professor Raphael?— Eu pergunto e minha voz sai rouca, infelizmente também não posso dizer que estou imune ao seu toque. Sinto sua ereção presa em suas calças roçando meu quadril. Ele parecia chocado, para falar a verdade eu também estava. Eu não sei o que me deu para ser tão ousada com ele. Não me leve a m*l eu era virgem ainda, mas eu não era nenhuma santa. Eu sabia como as coisas aconteciam, já tinha visto inúmeros pornôs e já dei alguns amassos. Eu só não tinha achado ninguém ainda que eu quisesse finalizar o ato.
—Eu sei exatamente como são as garotas como você. Deixa eu te dizer uma coisa, não vai funcionar comigo. — Sua voz também estava rouca. Mas apesar de afirmar isso, ele ainda não tinha puxado sua mão.
— Não vai? —Abaixei meu olhar propositadamente para onde sua mão ainda estava, ele seguiu meu olhar para sua mão na minha calcinha branca e então engoliu seco e puxou sua mão como se eu o tivesse queimado.
— Saia Eva, se eu pegar você colando no teste novamente não pensarei duas vezes em te dar um zero e ainda te dar uma advertência. — Ele fala já abrindo a porta para mim.
— Tudo bem, então terei que dar um jeito não é?— Digo isso passando a mão no seu rosto e em seguida saindo pela porta ainda olhando seu olhar perturbado com tudo que tinha acabado de acontecer.