O sol ainda nem havia despontado completamente, mas a casa de Noah já se encontrava cheia de uma movimentação silenciosa, quase ritualística. Íris estava de pé, alongando os braços e sentindo o calor do amanhecer tocar a pele humana que agora aprendia a controlar com tanta atenção. Cada gesto que fazia exigia concentração: a leveza do movimento de pernas humanas, o equilíbrio na transição de cauda para pernas, a sensação do chão sólido sob seus pés. Mesmo que parecesse simples para qualquer humano, para ela era uma extensão de suas habilidades oceânicas sendo adaptadas, calibradas e refinadas. Noah observava atentamente, sua própria postura cheia de orgulho e preocupação. Ele sabia que a confiança de Íris em si mesma precisava crescer para que pudesse enfrentar não apenas inimigos do Cons

