O céu ainda carregava tons de cinza e azul, quando Íris e Noah retornaram da caverna, a adrenalina da perseguição ainda pulsando em seus corpos. Cada passo que davam pela vila de pescadores trazia consigo uma mistura de alívio e alerta: eles haviam sobrevivido à primeira grande perseguição, mas sabiam que o Conselho não descansaria, e que novas ameaças poderiam surgir a qualquer momento. Íris sentia cada fibra de seu ser em tensão, mas ao mesmo tempo uma confiança silenciosa: ela estava se tornando a fusão perfeita entre o mundo submerso e humano, e a cada desafio superado crescia em força e percepção. Ao chegarem à casa, foram recebidos pelo pai humano de Íris, que aguardava com semblante preocupado, mas também com um olhar de orgulho. Ele tinha algo a dizer, algo que poderia mudar a for

