Pré-visualização gratuita Aeromoça
Sempre amei viajar de avião, aquela sensação maravilhosa de ver toda a cidade lá do alto, e voar acima das nuvens. Quem não sonha com isso?! Pois bem, cheguei ao aeroporto cedo para o voo para Alemanha e acabei sendo desastrada o suficiente para esbarrar em uma aeromoça, que por sinal era linda. Ela era alta, n***a, com seus cabelos cacheados e cheios e aquele corpo maravilhoso em seu uniforme de trabalho, porem na pressa não pude se quer perguntar seu nome. Fiquei sentada no salão do embarque esperando dar a hora e pensando na oportunidade que perdi em não pegar ao menos o telefone daquela mulher linda.
“Atenção, passageiros do Voo 185 para Alemanha dirijam-se para o portão 8A para embarque imediato"
Encaminhei-me ao chekin do voo e entrei no avião e novamente esbarrei em alguém.
- Nossa, me perdoe. Eu não quis...
Quando levantei meu rosto deparei-me novamente com a moça na qual me encantei no saguão do aeroporto.
- Opa, você de novo!
- É... Desculpa, mas a gente se conhece?
Aquilo chegou doer um pouco, pois enquanto eu havia gravado aquele rosto lindo, ela se quer lembrava quem eu era.
-Então, eu sou a moça quem derrubei suas coisas no saguão do aeroporto, que quase derramei meu café em você, a desastrada...
- Ah sim, me lembrei! Nossa, me desculpa eu estava com tanta pressa que se quer pude me desculpar por ter esbarrado em você.
- Não, que isso. Fui eu quem acabou sendo desastrada e derrubei suas coisas. Muito prazer, meu nome é Ana Júlia, e o seu?!
- Ana Carolina. Bom eu preciso ir, nos vemos no avião.
Fiquei admirando-a feito uma pateta, com aquele sorriso lindo que ela tinha, enquanto terminava o meu chekin.
Entrei no avião e acomodei-me em minha poltrona ao lado da janela. O avião decolou, e esperei a liberação do cinto de segurança para ir ao banheiro.
"Pensamentos de Ana Carolina"
Esse trabalho está me consumindo. Preciso de uma folga de um mês ou um sexo que faça todo esse estresse ir embora. Aquela menina que esbarrou em mim até que é bonita, o estilo dela não é bem masculino e parece ter corpo de quem malha, fora que é bem cheirosa.
"Pensamentos de Ana Júlia"
A única coisa de r**m em aviões eram os banheiros, pequenos e apertados, tenho dó de quem tem claustrofobia.
Ao sair do banheiro dei de cara com Ana Carolina.
- Opa! Acho que você está começando a me seguir e esbarrar em mim de propósito desse jeito.
(Nossa Júlia, que merda foi essa que você disse?!)
- Eu te seguindo? Você que está me cercando. Indo viajar a trabalho, ou indo ver a namorada em outro país?!
- Estou indo a passeio mesmo, sou dessas que não sabe ficar quieta em um canto só. Sou solteira.
-Ah sim, entendi. Bom, então boa viagem, pode me chamar se precisar de algo.
A minha vontade foi de falar:
- Eu preciso de um beijo, pode ser?
Mas apenas respondi:
- Tudo bem, pode deixar.
E voltei para minha cadeira.
Depois disso, notei que ela sempre arrumava um jeito de olhar em minha direção, o que estava começando a me deixar com vergonha. Um tempo depois ela passou ao meu lado com o carrinho do lanche e me entregou um pacote pequeno de amendoim juntamente com um bilhete.
"Encontre-me no banheiro, estarei esperando."
Fiquei sem reação ao ler o bilhete, mas é lógico que eu queria saber o que ela queria comigo.
"Pensamentos de Ana Carolina"
Ai meu Deus, será que ela vai vir?! Por que eu entreguei aquele bilhete? Eu não resisti, mas me deu tanta vontade de beijar aquela boca. Ela está vindo, mantenha a postura, vamos lá!
"Pensamentos de Ana Júlia"
Ela estava lá me esperando e parecia nervosa, mas tentei disfarçar que não sabia de nada.
- É... Oi... Eu li seu bilhete pedindo pra que eu viesse te encontrar aqui... fiquei curiosa em saber.
"Pensamentos de Ana Carolina"
É agora!
"Pensamentos de Ana Júlia"
Eu não tive muito tempo de raciocinar o que estava acontecendo, apenas vi Ana Carolina me agarrando e me beijando e empurrando-me para dentro do banheiro e trancou a porta.
Ela começou a tirar sua roupa e eu fiquei meio sem entender o que ainda estava acontecendo.
- É... Ana...
- Shiu, não fala nada, só tira sua roupa, eu preciso t*****r, e preciso que você me coma.
Nenhuma mulher havia sido tão direta comigo, como ela foi naquele momento, mas fiz o que ela falou. Tirei minha roupa dentro daquele minúsculo banheiro. Ela tinha um corpo maravilhoso e seus s***s eram fartos e sua b***a empinada combinava imensamente com ela.
- Só tem uma coisa!
- O que?
- Não podemos fazer barulho, nenhum.
- Combinado.
Ela encontrava-se apenas de sutiã e a saia de seu uniforme, porem sem calcinha. Coloquei-a em pé e uma de suas pernas apoiada no vaso sanitário e ajoelhei-me para poder chupá-la. Ela segurava firmemente em meus cabelos e controlava-se para não gemer alto. Suas pernas amoleciam e tremiam e seus gemidos eram bem baixinhos, quase suspiros. Levantei-me para beijá-la, porem ela não deixou, disse que tinha que sair com sua maquiagem e cabelos intactos, pois estava em horário de serviço e não poderia dar um sinal que fez algo de errado. Abri seu sutiã e comecei a lamber seus s***s, desci uma de minhas mãos e enfiei o primeiro dedo em sua b****a. Ela arranhou minhas costas levemente e subiu uma de suas mãos para minha nuca. Coloquei o segundo dedo e sua outra mão também foram para minha nuca e ela aproximou seu rosto do meu para que eu pudesse ouvir seus gemidos. Eram movimentos rápidos, e era magnífico olhar aquela pele n***a completamente arrepiada, mas eu não poderia demorar muito e saber disso me deixava tensa e ao mesmo tempo triste. Ergui sua perna que se encontrava apoiada para que sua b****a ficasse mais aberta de modo que meus dedos pudessem entrar e sair de modo mais prazeroso. Então continuei os movimentos acelerados com minha boca beijando seu pescoço e ela gemendo em meus ouvidos.
- Goza pra mim, vai!
- Uhum, eu quero! - Disse ela em meio aos gemidos.
Ela apertava meu ombro, cravava suas unhas em minha nuca. Então ela gozou e para aproveitar melhor o momento fiz questão de ajoelhar e chupá-la.
- Queria continuar isso depois que eu estiver fora do horário do meu serviço. Topa?!
- Com toda certeza.
- Combinado.
Ela anotou o número do telefone, ajeitou-se e saiu do banheiro com o jeito mais natural possível, fiquei ali um pouco para não dar muito na cara algo que já estava explícito. Ao desembarcarmos nos encontramos no hotel e continuamos o que havíamos começado no avião, que com toda felicidade do mundo, durou mais tempo que naquele banheiro.