Cap 22

1224 Palavras
Mia Robert Os lábios do Imbatível se apoçam dos meus como se estivesse dominado todo o meu ser. Fico parada por um momento, sem consegui reagir, é rediculo dizer isso, mas nunca havia beijado ninguém antes. Penso em repelilo mas algo em meu interior se agita e meu corpo reage a yes que meu cérebro possa processar o que está acontecendo e meu lábios se abrem dando passagem para a língua dele que invade a minha boca me fazendo perder qualquer linha de reciocinio. Fico com medo de que ele perceba a minha inexperiência e de uma jeito que espero não ser desengonçado retribuo o beijo, movendo minha língua em sincronia com a dele. E, pelo som rouco que sai da sua garganta acho que estou indo bem. Tão bem que as mãos dele envolvem a minha cintura me puxando para perto e todo aquele contato faz a minha pele se arrepiar e o meu coração acelerar. De repente me sinto quente, como nunca me senti antes, minha mente parece nublada incapaz de reciocinar direto, mas quando sento as mãos dele descerem para a minha b***a e a apertar um alarme toca dentro de mim e assutada me afasto dele bruscamente. O Imbatível me olha parecendo tão afetado quando eu, a respiraçao desocupaçada e o que consigo ver dos lábios estão inchados. Antes que ele diga qualquer coisa dói um paça para longe dele e quando dou por mim estou correndo para fora daquela sala. Só para quando chego ao banheiro no andar de baixo. Respiro fundo tentando me acalmar e vou até a pia e jogo um pouco de água no rosto. Olho no espelho e vejo o reflexo de uma garota assustada, com os olhos arregalados e o rosto muito vermelho. Levo uma mão aos lábios inchados ainda sentindo o gosto dele na minha boca. As imagens dele me puxando contra sei corpo ainda fica em minha mente. O barulho da porta me faz soltar um gritinho assutado e olhar na direção dela. Nat entra e quando me vê franze o senho mas passa direto entrando em um das cabines sem dizer nada. Já eu tento recuperar o foco e esquecer ao menos temporariamente o que acabou de acontecer, decidida a voltar ao trabalho. Estou lavando o rosto novamente quando a Nat volta e dessa vez ela não fica calada. Nataly _ Mia me desculpe, eu joguei em cima de você uma culpa que não era sua, Rick e eu terminamos, descobri no hospital que ele estava me traindo, a garota apareceu lá grávida de uma filho dele, o desgraçado explorava fazendo eu trabalhar dia e noite para sustentar os seus vicios enquanto comia outra mulher pelas minhas costas. Quando ela fala isso lágrimas escorrem pelo seu rosto e mesmo com tudo o que aconteceu entre a gente não posso deixar de sentir pela dela. Nataly teve uma infância terrível ao meu lado, juntos passamos por orrores que nenhuma criança deveria passar e eu sei que em parte toda essa dependência emocional que ela tem por Rick é por conta disso. Mia_ Não guardo mágoa de você Nataly, mas não vou dizer que sinto muito, na verdade fico feliz, não pela sua tristeza por ter se libertado do dominómio do Rick, isso foi a melhor para você. Nataly _ Pois é, o problema é que mesmo eu tendo chutado aquele desgraçado da minha vida ainda tenho que pagar a dívida que ele deixou aqui na Arena, estou vivendo somente das gosjetas pois o meu salário fica todo aqui. Mia_ Eu sinto muito. Digo com sinceridade. Nataly _ Pois é, eu também, mas fazer o que não é? Estou colhendo o que plantei. Agora é pagar a dívida para poder seguir em frente, preciso voltar ao trabalho a gente se vê por aí. Ela diz e sai sem me dar tempo de dizer qualquer coisa, queria perguntar como ela estava, saber se precisava de alguma coisa, mas talvez seja melhor assim, cada um no seu canto. A conversa que tive com Nata serviu me ajudou a ficar mais calma e eu pude finalmente sair do banheiro. No entanto não fui muito longe pois Carlo me interceptou assim que entrei no bar. Carlo_ Venha até o escritório comigo, preciso falar com você. Sem alternativa eu o sigo, sem saber o que ele quer. Carlo_ Você apostou no imbatível essa noite? Fala assim que entramos em seu escritório. Mia_ Sim, espero que não tenha nenhum problema, que dizer a as outras meninas também apostaram então pensei que tudo bem eu apostar também Carlo_ A não, sobre isso tá tranquilo, os funcionários podem apostar também. Você está com o seu comprovante aí? Mia_ Estou. Respiro o papel do bolso e o entrego. Carlo _ Você foi uma das poucas pessoas que apostou a favor do Imbatível essa noite sábia? Mia_ Eu imaginei que fosse, contido mundo apostando contra ele. Carlo olha o comprovante, conferindo se está tudo certo. Carlo_ Pelo valor que apostou, acho que estava confiante ate na vitória dele. Mia_ Não costumo apostar, mas hoje eu sabia que o imbatível ia ganhar, por isso arrisquei. Carlo _ E pisos saber porque tinha tanya certeza da vitória dele? Mia_ Ouvi dizer que ele foi quem pediu por dois lutadores então deduzi que sua fúria estava além do normal, sabia que o Imbatível queria exorcizar algum demônio dentro si, algo que com certeza o estava dominando essa noite. Carlo_ E você estava certa, por isso ganhou tanta grana. Mia_ Quanto eu ganhei? Carlo_ Trezentos mil dólares. Chocada sinto minhas pernas falharem, não imaginei que fosse ganhar uma quantia tão alta, poderia comprar a minha casa tranquilamente. Sentindo minhas pernas ficarem moles eu me senti na cadeira em frente a mesa dele. Mia_ Meu Deus! Isso é. . . Mais dinheiro do que poderia juntar na minha vida inteira. Carlo me dá um sorriso gentil, algo raro vindo de um homem como ele e me estende o cheque. Carlo_ Se quer um conselho não deixe que ninguém saiba que faturou essa grana, as pessoas aqui podem até parece infencivas mas acredite não há ninguém aqui inocente. Mia_ Só a Penélope sabe que apostei, mas ela não sabe o valor. Carlo_ Se ela perguntar diga que ganhou sei lá, uns quinhentos dólares, sei que gosta dela, a menina é legal, mas quando a dinheiro envolvido as pessoas tendem a ficar fora de controle. Mia_ Obrigada, por me ajudar. Carlo _ Sei que é uma boa garota, mas não estou fazendo isso por você e sim porque sei que o Imbatível tem algum tipo estranho de obcessão por você e se alguma coisa te acontecer sei que meu melhor lutador vai ficar fora de controle. Penso em rebater a sua fala, tudo o que o Imbatível quer de mim é me levar para a cama, mas decido que não vale a pena me desgastar com esse assunto. Agradeço mais uma vez e volto ao trabalho, fazendo como o Carlo me aconselhou, digo a Pen que ganhei quinhentos dólares quando ela me pergunta sobre a minha aposta e como o bar está cheio Pen não tem tempo de me questionar, só se afasta indo servir uma mesa murmurando o quanto sou sortuda. Não vi mais jeito do Imbatível pelo resto da noite o que foi de certa forma um alívio.
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