Dias estranhos

1412 Palavras
Em 1998 a Mary tinha que estudar já havia cursado o primeiro ano quando estava com seus pais. Maria queria que ela continuasse os estudos para que tomasse gosto então pegou as três crianças e mais uma conversou com Franciscoque a apoiou. E foi pra casa da cidade. Lá matriculou Mary na escola. Os dois menores não estudavam ainda. E Mary cursava a segunda série. As aulas fornecem e todo o dia Mary ia, era muito difícil, pois nessa casa que túlio havia comprado não tinha nada fácil. Então um dia uma tia de Maria, Ana apareceu com seu marido Zé em sua casa. E conversando com Maria disse que estava à procura de uma menina para estudar e lhe ajudar. A menina estudaria e molharia as plantas e pegaria remédios pra Ana, pois sua saúde não andava bem. De imediato Maria definida “é um sinal dos céus, Mary pode ficar com tia Ana e eu posso voltar pra roça com os dois menores” assim que conversou Ana aceitou. E dois dias depois arrumou como bolsas de Mary e a mandou. As férias do meio do ano se aproximavam e logo tudo se acertaria. Levaria Mary para a roça depois das férias deixaria com Ana. Mais Ana não aceitou disse que nas férias era quando Mary mais a ajudaria. Então Maria concordou e deixou a crianças aos cuidados da Ana, e seguiu para a roça com as outras Duas crianças. No primeiro dia Ana foi muito gentil com Mary alimentou pediu que ela tomasse um banho e que fosse dormi, Mary obedeceu e foi dormir. Às quatro da manhã Ana acordou Mary disse que precisaria da ajuda dela, mandou que aguasse as plantas, cuida- se dos animais limpasse o quintal, lava-se a roupa toda da casa. Com sete quase oito Anos não foi fácil mais Mary conseguiu fazer o serviço antes do meio dia. E vou pedir a Ana para almoçar. Ana lhe disse aguarde alguns minutos que assim que eu der comida para os cães te dou. Mary estranhou um pouca já que Ana e seu marido estavam à mesa já almoçando. Mais não questionou, pois em sua casa sempre aprendeu a não questionar adultos, enquanto esperava seu estômago roncava de fome. Uma hora após Ana se levantou da mesa pegou as sobras dos pratos dela e do marido e colocou em um prato e entregou a Mary para que ela comesse com um comentário: hoje você comerá primeiro que o cão mais não se acostume e só hoje. Mary não sabia o que pensar como assim comeria as sobras do casal? E a noite no jantar comeria o que? Após esse almoço Ana deu as tarefas da tarde a Mary era muita coisa para fazer e Mary não sabia como fazer tanta coisa, lavar a louça, tirar poeira da casa, limpar a casa lavar os banheiros como faria tudo isso, estava exausta do serviço da manhã e agora ainda teria tanta coisa para fazer à tarde. Tinha medo de não dar conta então teve uma idéia. Iria perguntar dona Ana que horas estudaria, pois a avó Maria havia pedido para não descuidar dos deveres escolares. Então foi até Ana e perguntou. Ana com um tom de deboche respondeu estudar para que Maria num entenda nem você pelo jeito. Você não precisa estudar precisa aprender a fazer os deveres de uma mulher com sorte encontrara um bom marido. Estudar e para homens, pois eles precisam de estudo para dar uma boa vida à esposa. Mary respondeu a Ana. Mais dona Ana logo as aulas voltaram eu não vou voltar à escola? Ana respondeu voltará sim, pois foi o combinado com sua avó Maria. Apesar de ser totalmente desnecessário. E por sua insolência ficará sem lanche a tarde. Mary começava a perceber como sua vida séria dali pra frente e temia que não conseguisse seria pior. Mais tarde na hora do lanche o casal se sentou a mesa, e chamou Mary. Disse que era para ela se sentar a mesa. Mary já com fome se sentou achando que lancharia depois de tanto trabalho, mas estava enganada Ana a chamou apenas para ver ela e seu marido comer. Mary se sentia fraca e com sono. Ana ria enquanto comia, e Mary só tinha vontade chorar. Abaram o lanche e mandaram a pobre menina voltar ao trabalho. Ana disse que enquanto Mary terminava o serviço ela iria tirar um cochilo e pediu para que quando Mary termina-se a chama-se Mary balançou a cabeça e concordou. Mary teve uma idéia já que ficaria sozinha iria à despensa procurar algo para comer, mais Ana havia trancado e levado a chave com ela para o quarto. Mary encontrou farinha e açúcar no fogão e como estava com muita fome desistiu comer encheu as pequenas mãos e foi comer escondida no banheiro, comeu foi até a pia do banheiro encheu sua mãos de água e bebeu. No jantar Ana falou novamente para Mary se sentar. Mary olhou para o casal jantando e esperou calmamente como havia comido farinha com açúcar dava pra esperar. Ana acabou de comer se levantou e pegou os restos dela e do marido acrescentou um pouco mais de comida e dividiu, para Mary e os cães. Então disse a Mary agora sim pode comer. Maria pensou em um plano de fuga assim que deixasse o portão aberto ela fugiria para bem longe. Mais hesitou sua mãe e avó ficaria decepcionada com tal atitude seria mais fácil esperar sua avó voltar do interior e conversar com ela dizer que não iria querer fica naquele lugar h******l. Os dias foram passando e a cada dia tinha mais serviços e Menos refeições. Mary já estava se acostumando com a nova vida. E logo voltaria a escola e ficaria tudo bem. Assim logo passou- se o mês de férias faltava apenas um dia para voltar à escola, Mary estava empolgada acordou dedinho e seguiu sua rotina árdua, a tardezinha Ana recebeu uma visita um parente que a muito não via. Assim que a visita chegou mandou Mary parar o que estava fazendo e disse a menina para ir brincar Mary não entendeu o que estava acontecendo, mais obedeceu foi brincar minutos depois Ana chamou a Mary e disse sente- se na mesa vamos lanchar, Mary perguntou hoje eu não esperarei vocês acabarem o lanche para comer. Ana pasma e envergonhada respondeu ta doida Mary sempre comemos juntos a mesa. Mary ficou calada pensando o quando Ana era mentirosa e falsa. Mais não poderia dizer nada poderia ser pior. Após o lanche Ana mandou Mary ir brincar e ela foi feliz. Brincou por horas sozinha era a primeira vez que brincava desde que chegou nesse lugar h******l. Bem mais tarde Ana levou a visita até o portão chamou Mary e disse brinque um pouco na rua, você não gosta de sair. Mais hoje pode ficarei te olhando. Mary ficou confusa novamente mais obedeceu. A visita se despediu e foi embora Ana entrou por alguns minutos. Der repente Ana ouviu um estrondo alto vindo da rua e correu para ver o que havia acontecido. Enquanto Mary brincava na rua embaixo de um banco antigo de madeira maciça o banco despencou encima de Mary, acertando sua cabeça, sua mão esquerda ficou presa embaixo daquela madeira. Sua mão estava encharcada de sangue. Ana chamou seu marido tiraram a madeira de cima da menina e a levaram para dentro. Lá dentro perguntaram a Mary como ela podia ter sido tão descuidada. Mary respondeu que não sabia, estava brincando e caiu tudo encima dela. Pediu a dona Ana que a levasse ao hospital mais Ana se recusou disse que não havia necessidade. Tinha remédio em casa. Lavaram a mão com água e sabão mais não parava de sangrar. Ana segurou forte Mary no colo e seu marido chegou com uma garrafa de álcool. Mary tremia de medo do que Ana Faria pensou que jogariam álcool na mão e sabia que iria doer. Mais Mary estava enganada não seria simples assim. O marido de Ana despejou álcool no machucado e antes da dor passar pegou um algodão e riscou um fósforo, colocou aquele algodão com fogo encima do machucado da menina. Mary gritava de dor Ana enfiou um pano em sua boca e disse que se os vizinhos a ouvisse seria r**m. Mary sentiu tanta dor que vez xixi na roupa Ana indignada mandou a menina se deitar sem comer nada.
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