A nossa boca se separou devagar, mas eu não saí do lugar. Nem fodendo. O espaço entre nós dois continuava sendo nenhum. Eu continuava ali, plantado exatamente no meio das pernas da Maria Júlia, sentindo o calor do corpo dela me incendiar por completo enquanto ela continuava sentada em cima do balcão de granito escuro da minha cozinha. O apartamento estava num silêncio absurdo, cortado apenas pelo som das nossas respirações curtas e ofegantes que ainda tentavam recuperar o compasso depois daquele beijo. Ela estava com aquele vestido leve, o mesmo que eu tinha visto ela usando quando saiu do condomínio mais cedo. Com ela sentada ali, alta na minha frente, o tecido tinha subido bastante pelas coxas, deixando as pernas grossas e macias dela totalmente expostas, coladas na minha cintura. Espal

