CAPÍTULO 16

3051 Palavras
Minha vida com Christian não estava caminhando para o rumo certo. Ele não falava comigo direito e continuávamos como dois estranhos. O que eu poderia fazer para trazê-lo para mim? Bah chegou e eu fiquei muito feliz com à presença dela. Claro que tive que contar à ela sobre meu relacionamento com Christian e não foi de estranhar que ela queria matá-lo. Tratei de tranquilizá-la e disse que era para deixar, porque ele ainda cairia em si. E ainda pede para não contar para papai e nem Mia. Eu resolveria isso do meu jeito. Ela confiou em mim e assim pudemos curtir uma outra. Bah me disse que teve uma pequena discussão com Christian, ele queria que eu comesse um comida que ele havia trago. Ela jogou fora e ele ficou puto. Disse à ela para não se preocupar com isso. Ele tinha trago o café da manhã, o almoço, e como não poderia comer nada do que ele havia trago eu joguei fora também. No outro dia Christian chegou à mesa e como sempre se sentou sem dizer nada. Porém eu resolvi dar bom dia. - Bom dia Christian. Ele olha para mim e depois para Bah - Quero que você diga à sua babá, que agora você é casada. E que eu que cuido de você, e não ela mais. Começo à rir dessa piada. Onde é que ele cuida de mim? Estamos em mundo diferente, só pode. - É sério isso Grey? Não vejo onde ele quer chegar com essa pose de marido dedicado. - Essa mulher jogou à comida que trouxe para você fora sem ao menos te mostrar. Ele aponta para Gail. - Deve ser porque ela sabe o que como e não como. Você deveria pedi à ela uma lista das coisas que como. Ele dar um meio sorriso. - Agora eu tenho que andar com uma lista das coisas que você come? Pergunta com deboche. - Já que você não me conhece, sim. Ele parece que não gostou da ideia. Mas não precisa me trazer nada. - Está dispensando uma gentileza minha? Olho para ele não entendo o que ele quer com isso. - Não. Estou evitando que você me traga algo que eu não coma, algum molho diferente, algo que não goste. Vejo sua cara de desgosto. - Então eu como seu marido não posso te dar nada? Não posso te trazer nada? - Neste momento prefiro que não. Gail já passou meu cardápio para Marta, e eu prefiro comer em casa do que comida de restaurante. - Ok. Se você prefere, eu não vou mais tentar te agradar. Só pode ser piada isso - Me agrade sendo meu marido. - Eu já sou. - Só no papel. - E não vou discutir isso com você na frente de empregados. Não gosto que ele fale assim de Gail. - Gail não é empregada. Eu disse que ela faz parte da minha família. E outra o que você acha que ela está pensando de nós dois dormindo em quartos separados? - Eu não me importo com à opinião dela e nem de ninguém. Ele se levanta. - Ótimo. Seu tempo de consumação desse casamento está acabando. Ele não diz mais nada e sai. Respiro fundo. - Você tem certeza que vai conseguir alguma coisa dele Ana? Olho para Bah e suspiro novamente. - Eu tenho outra alternativa? Bah, eu não posso me dar por vencida. Meu pai me deu essa chance, fez de tudo para eu estar aqui agora e eu não posso deixar isso passar. Isso é muito importante. Limpo as lágrimas que caem do meu rosto. Bah se levanta e vem me abraçar. - Eu sei minha pequena. Eu só não quero que sofra mais. Não quero que tudo isso seja em vão. - E não será Bah. Eu darei mais um tempo à ele e depois eu buscarei meios para trazê-lo para mim. - Eu vou te apoiar em tudo. Não se preocupe com nada. Sorrio, porque Gail não é minha mãe de sangue, mas daria sua vida pela minha como se fosse minha mãe de verdade. Os novos empregados que trabalharam para Carrick e Grace chegaram. Conversei com todos eles e dei boas vindas ao um lar que já eram deles. Pedi que qualquer coisa era para eles falarem comigo. Eu estaria ali para atendê-los. Comecei à trabalhar com imóveis aqui em Seattle. Comprava os mesmos e depois vendia por um preço maior. Era bom fazer isso. Eu gostava do meu trabalho. Não tinha do que reclamar. Só que às vezes eu tinha que sair e não tinha um carro. Christian estava demorando demais para me dar um. Ele não pense que eu esqueci, porque não esqueci, ele vai comprar um carro para mim. Papai tem mantido os olhos nos rendimentos da empresa de Christian e me disse que ele está se saindo bem. Espero de todo coração que ele consiga se realizar profissionalmente. E que não deixe mais uma vez pessoas atrapalharem sua vida. Que ele não feche os olhos para os seus empregados, porque ainda tem uma pessoa lá dentro que está esperando uma chance para tirar o que é dele. Essa pessoa, assim como Suzanne tem passado tudo para Bella, porque essa daí não desistiu ainda de tirar os bens dele. Ele não sabe, mas ela queria muito essa casa, e foi por isso que eu coloquei ela no acordo Pré Nupcial, para salvar o patrimônio que já foi dos avós e dos pais dele. Bella como as demais, fazem parte de um grupo de mulheres caça maridos ricos, e para total infelicidade de quem se envolve com elas, morrem e as deixam com tudo. E não iria ser diferente com meu cego marido. E pior que nunca se conseguiu comprovar as mortes dessas pessoas, porque à autópsia não constatava nada, que não fosse uma parada cardíaca, um súbito fulminante ou até mesmo morte sobrenatural, ou seja sem explicação. Papai livrou Grey de uma armadilha grande. E quanto à pessoa que ainda está lá dentro, papai não quis alerta Grey sobre ela, para ver se o mesmo fica esperto e não deixe nada nas mãos dos outros, e pelo jeito está se saindo muito bem. Claro que papai tem uma pessoa de olho em Bella. Ele não iria deixá-la livre para fazer o que quiser. Mesmo porque não sabemos como foi à reação dela com o término com Christian. Então era bom ter um olho nela, e eu sei que ela já está de olho em outra vítima. Papai está achando uma brecha para desmascarar essas malditas, mas essas mulheres parecem ervas daninhas, elas se multiplicam quando uma some. Então estava difícil de papai coordenar com seu pessoal dele para desfazer esse grupo de bandidas. As semanas estavam passando e eu tinha muito trabalho. Essas duas últimas semanas não fui à lugar nenhum. Ethan disse que seu amigo estava em uma convenção em New York, então não poderia me atender. E hoje já não levantei bem. Ainda tinha que trabalhar e fazer um trabalho para à faculdade. - Você não parece bem hoje princesa. - Estou me sentindo cansada Bah. Me deito na cama, e fecho meus olhos. - Toma. Gail me dar meus comprimidos e eu tomo. Você não acha melhor ir ao médico? Já tem duas semanas que você não vai. - Está marcado para Amanhã à tarde Gail. Tenho amanhã, quarta e quinta. Ela passa as mãos na minha cabeça. - Filha você está soando, isso não é bom. - Bah, fecha à porta. Eu não quero que ninguém me veja desse jeito. Falo e ela passa as mãos em meu rosto e na minha cabeça. Ela se levanta e fecha à porta trancando à mesma. - Se você não melhorar e continuar soando assim vou pedir uma ambulância para te levar para o hospital. - Não Bah, isso de novo não. Eu vou ficar bem. Só preciso descansar mais um pouco. - Descanse então. Vou fazer algo bem leve para você comer. Não vejo ela saindo do meu quarto e acabo dormindo. Acordo com um frio tremendo. Toco o botão que chama Bah em seu aparelho. Me sento puxando à coberta mais para mim. As janelas estão fechadas. Mas parece que o frio está todo dentro do quarto. - Oi linda, está melhor? Bah chega no meu quarto depois de destrancar à porta. - Bah, estou morrendo de frio. Pode ligar à lareira? - Claro que posso meu amor. Trouxe um caldinho para você. E você sabe que as comidas feitas para você que sobram vão para o lixo, não sabe? - Sim Bah, não se preocupe com isso. Começo à tomar minha sopa. - Estou te dizendo porque seu marido com essa história de querer regrar as coisas. - Não dê ouvido à ele Bah. Pode continuar fazendo como se fosse lá em casa. Ela passa as mãos na minha cabeça. - Acho que você está com febre. Vou te dar um remédio para isso. Apenas assinto e continuo tomando minha sopa. No outro dia já estava melhor, não cem por cento, mas eu tinha que fazer muitas coisas. Levantei e fui olhar algumas casas em Seattle, porém essa história de andar de táxi para baixo e para cima, não dar mais. Passei em uma concessionária e escolhi um modelo de audi bem seguro. Coloquei em nome do meu marido. À nora de compra foi feita em nome dele. Eu não posso mais ficar aqui sem carro, mesmo que papai me disse que poderia me mandar o meu, eu não quis. À obrigação é do meu maridinho, que ele arque com as minhas despesas. Fui na empresa dele entregar à nota de comprar, porém não foi uma boa ideia. Um m*l estar me atingiu e eu saí da sala dele de cabeça baixa. Liguei para Bah me encontrar no hospital. Eu já tinha consulta ali, então eu precisava de alguém, pois se eu estou me sentindo m*l assim agora, depois ficará pior. No hospital o Dr Miguel Sanches me atendeu. Ele tinha todos os meus exames feito em Chicago. - Estou vendo que está pálida. Ele diz e eu não digo nada. Isso tem feito parte da minha vida desde os 15 anos, mesmo melhorando antes, e depois tudo voltando como uma bomba em minhas mãos, eu nunca abandonei essa palidez. Vejo que você teve à mesma doença da sua mãe. - Sim. Infelizmente ela morreu disso. - Mas felizmente você não. Está aqui. - Mas não totalmente saudável. Eu quero saber quanto tempo mais eu tenho. Meus olhos descem lágrimas. Uma batida na porta me faz limpar os olhos. Gail entra e já senta do meu lado, pegando na minha mão. - Não chora filha. Seja forte. Vamos passar por isso mais uma vez juntos. - Eu não vou mentir para você. Seus últimos exames que veio de Chicago não tem melhoras. Ele suspira. Ethan me disse que você já fez de tudo. - Não. Eu ainda não fiz de tudo. Eu ainda tenho uma última chance. Porém eu preciso saber quanto tempo eu tenho. Eu vou esgotar minhas forças para pode viver. - Srta Steele, eu não posso te dar um prazo. Pelo seu último diagnóstico eu diria que você tem de seis meses a um ano. Eu tenho um ano para ser feliz, tenho um ano para mudar minha vida, tenho um ano para viver um amor. - Vamos aos procedimentos. Abaixo à minha cabeça. Eu já não aguento isso mais. Minha esperança é que isso acabe logo. À noite, em casa, estava muito m*l. Eu não conseguia parar em pé. Estava com febre, suando frio. Passei os três dias assim. E hoje eu estava melhor. E tinha um dever à cumprir. Eu precisava trazer minha felicidade de volta. Precisava viver um amor intenso e inesquecível. - Bah, tem certeza que isso não vai sair né? Eu não quero que ele perceba isso agora, não hoje. Quero que essa noite seja maravilhosa para ambos e não quero assustá-lo. - Calma filha. Fique tranquila. Ele não vai perceber. Agora vai, e torço para tudo dar certo. Respiro fundo e vou pra o quarto de Christian. Ele me disse que não queria dormir comigo, mas eu preciso tentar. Eu quero tentar. Coloco à mão na maçaneta e antes de girá-la respiro mais uma vez. Tomara que ele não me rejeite. Entro e vejo ele deitado em sua cama. Ele me ver com uma expressão de surpresa. - Você está bem? Ele pede indo para à beirada da cama. - Sim. Melhor impossível. Digo desfazendo o laço do meu hobby. Estava nua. Deixo meu hobby cair aos meus pés. Ele fica me olhando sem dizer nada. Na verdade até eu estava travada. Porém eu não vim aqui para brincar, quero ganhar um pouco do meu marido. Quero poder ser feliz no pouco tempo que eu tenho. Vou andando até ele sem dizer nada e me sento em seu colo. Apoio minhas mãos em seus ombros. Ele fica me olhando e de repente sinto a mão firme dele na minha perna, fechos meus olhos. A mão continua a subir e sinto afastar as minhas pernas, coloca os dedos por cima da minha calcinha, o calor sobe imediatamente. Abro um pouco os olhos sem ele ver e vejo ele apertando o p*u, solto um gemido e ele para, viro o rosto e olho pra ele, ele não sabe como reagir então eu avanço até a sua boca, trocamos um beijo ardente, cheio de t***o. Ele deitou na cama e eu fico por cima dele. Sento no m****o dele por cima da calça, ele geme e me aperta com mais vontade, volto beijá-lo e abro a camisa, contemplo um peitoral definido, fico mais excitada ainda. Impaciente ele tira a calça e a cueca em poucos segundos e me penetra. O m****o dele é grande, e me invadiu de uma só vez, me preenchia toda. Ele começa os movimentos lentamente mais aos poucos vai acelerando. Ele contempla os meus s***s e começa a chupa-los, estou quase lá e parece que ele também, ele acelera mais e mais, aperta minha cintura e beija a minha boca, depois de mais algumas estocadas gozamos os dois juntos. Estamos os dois suados. Me sinto realizada. Feliz e vejo que serão muitas noites assim. Sorrio. Me viro para olhá-lo e depois passo à mão em seu rosto. Do nada ele se levanta tirando à minha mão do seu rosto. O que houve aqui que eu perdi? - Christian, o que foi? Você não gostou? Me sento com cuidado. - Não. Ele grita me deixando assustada. Eu disse à você que não queria te tocar nunca. Eu disse que nunca iria existir nenhuma i********e entre nós dois. Mas aí está você. Fazendo tudo que eu não queria. - Pelo que eu vi você também queria. Seu corpo respondeu de uma maneira bem insistente. Me levanto e cruzo meus braços. - Claro que respondeu, eu sou homem, além do mais estou à muito tempo sem sexo. Meus olhos enchem de lágrimas. - Você não precisa ser um babaca Christian. Eu te amo muito. - Mas eu não. Me casei com você exclusivamente pelo dinheiro, e não me interessa t*****r com você em momento algum. Essa será à primeira e última vez. Sai agora do meu quarto e não me apareça aqui de novo. Mordo meus lábios evitando o choro. Pego meu hobby no chão e coloco o mesmo. Saio do quarto dele chorando. Eu nunca fui tão humilhada dessa forma. Quero dizer fui sim. Quando tentei reatar com Andrew e o mesmo me expôs para todos gritando que não iria ficar com uma doente. Ele já tinha me aguentado enquanto eu estava me curando da doença da minha mãe, e agora eu tinha me colocado em risco de novo. Mais uma vez eu tinha o homem errado na minha vida. Eu passei à evitar Christian todos os dias. Não queria ver à sua cara. Tinha vontade de pedir o divórcio. Tinha vontade de mandar ele ir à merda. Tinha vontade de juntar todas as minhas coisas e ir embora, porém eu não fiz. Me mantive ali triste e fazendo meu tratamento. Era tudo que me restava na minha vida. Um mês passou e eu estava passando tanto m*l que fui no hospital ver o que tinha. E eu voltei para casa feliz. Muito feliz. Só lembro das palavras do médico. " Você teve sorte, pois com os procedimentos que você está fazendo, essa situação nunca iria acontecer, agora vamos cessar os procedimentos e fazer de tudo para que você tenha uma vida normal" Em casa contei para Bah que ficou feliz por mim. Tínhamos as duas uma esperança que eu seria feliz, teria uma vida. E eu tinha que contar à Christian, mesmo ele não merecendo, ele precisava saber. Então durante o jantar, estávamos sentados. Ele não falou nada desde à hora que sentou na mesa. - Precisamos conversar. Digo largando o que eu estou comendo. - Vai me pedir dinheiro? Sorrio. - Eu não sou à v***a da sua ex que ficava na suas costas. Ele me olha com raiva. Ele ainda gosta dela. Eu não acredito nisso. Mas não é hora de voltar atrás. Eu estou grávida. Solto de uma vez e ele levanta como um furacão da mesa. Seus olhos são puro ódio, raiva. Nunca achei que ele ficasse com raiva. - Você ficou louca? Quer ferrar com à minha vida de vez? Meus olhos enchem de lágrimas. Bah aparece na sala. Ele olha para ela. Saia agora daqui. Gail não sai. - Bah, nos deixe à sós. Peço e ela me olha. Eu assinto e ela sai. - O que você tem na cabeça Anastásia? Uma noite e você me apronta uma dessa? Você fez isso para me agarrar em você? Fez isso sabendo que eu não sinto nada por você e quer me prender à você. Me levanto limpando minhas lágrimas. Cansei, eu não preciso disso. Não preciso ser humilhada dessa forma. - Peça o divórcio que você terá. Digo. E não precisa se preocupar com meu filho que nada vai faltar para ele. Ele não vai precisar de um pai de Merda igual à você.
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