Eu estava puto com essa babá de Merda. Da onde ela surgiu? O que ela pensa que está fazendo. Fui para meu escritório invocado, querendo matá-la também por se meter em algo que não era da conta dela. E agora como vou fazer para envenenar Anastásia? Essa mulher não pode ficar no meu caminho. Ela não vai ficar no meu caminho. Suspiro pesado.
No outro dia levantei e me arrumei para mais um dia de trabalho. Tinha que focar nas reuniões que me renderia milhões de dólares. Como é bom voltar à ativa novamente. Como era bom ver à empresa no rumo certo. Sorrio me olhando no espelho. Desço e encontro meus pesadelos à mesa.
- Bom dia Christian. Anastásia fala e eu olho para ele e depois para tal da babá.
- Quero que você diga à sua babá, que agora você é casada. E que eu que cuido de você, e não ela mais. Anastásia começa à rir e eu não entendi à graça.
- É sério isso Grey?
- Essa mulher jogou à comida que trouxe para você fora sem ao menos te mostrar. Aponto para Gail que está com um pequeno sorriso no rosto.
- Deve ser porque ela sabe o que como e não como. Você deveria pedi à ela uma lista das coisas que como.
- Agora eu tenho que andar com uma lista das coisas que você come?
- Já que você não me conhece, sim. Só me faltava essa. Mas não precisa me trazer nada.
- Está dispensando uma gentileza minha? Me faço de inocente. O marido que quer agradar à esposa em alguma coisa.
- Não. Estou evitando que você me traga algo que eu não coma, algum molho diferente, algo que não goste. Dupla Merda. Como vou conseguir pôr meu plano em prática?
- Então eu como seu marido não posso te dar nada? Não posso te trazer nada?
- Neste momento prefiro que não. Gail já passou meu cardápio para Marta, e eu prefiro comer em casa do que comida de restaurante.
- Ok. Se você preferi, eu não vou mais tentar te agradar.
- Me agrade sendo meu marido.
- Eu já sou.
- Só no papel.
- E não vou discutir isso com você na frente de empregados.
- Gail não é empregada. Eu disse que ela faz parte da minha família. E outra o que você acha que ela está pensando de nós dois dormindo em quartos separados?
- Eu não me importo com à opinião dela e nem de ninguém. Me levanto.
- Ótimo. Seu tempo de consumação desse casamento está acabando. Antes disso eu não terei mais que me preocupar com isso. Saio sem dizer nada.
Entro no meu carro pensando em como farei agora. Eu posso colocar no resto de comida que tem na geladeira. Provavelmente Marta fará o almoço para ela e depois não fará o jantar. Isso eu chegarei da empresa e colocarei na comida dela do jantar.
Na empresa as reuniões estavam sendo rentáveis demais. Eu não conseguia tirar o sorriso do rosto. Daqui três semanas entraria já um dinheiro em conta. Eu não poderia ficar mais feliz com isso. Eu tive três reuniões hoje e todas foram promissoras. Não tinha do que reclamar.
Os dias estavam passando e eu estava muito bom nos negócios. Nada me parava. E quanto à Anastásia tem comido à comida que eu envenenava todos os dias. Era só questão de tempo. Cheguei em casa depois de um dia cansativo e escuto Anastásia falar com alguém no telefone.
- Estou bem pai. Não precisa se preocupar. Sim. Ele tem me tratado bem. Ok. O meu carro? Não. Não precisa mandar não. Christian disse que me daria um de presente de casamento. Maldita, eu não vou comprar carro nenhum. Ela pode esperar sentada. Tudo bem papai. Eu também te amo. Até mais. Ela desliga e fica pensativa.
- Quer dizer que eu vou te dar um carro de presente de casamento? Indaguei parado de braços cruzados. Ela olha para mim sorrindo.
- Eu disse que precisava de um carro. E vejo que você até agora não se manifestou. Sorrio.
- E nem vou me manifestar. Eu não te darei nada. Se você quiser, que compre com seu dinheiro, pois eu não tenho dinheiro. Saio andando não esperando ela responder. Vou para meu quarto e já tiro minha roupa para um banho.
No chuveiro penso em Bella. Meu m****o já cria vida. Estou muito tempo sem sexo, coisa que nunca fiquei. E agora tenho que ficar nesse jejum. Merda. Pego em meu m****o e fico fazendo movimentos de vai e vem, penso em Bella nua, e meu desejo já está no estopim. Meus movimentos com as mãos ficam mais rápidos, até eu liberar todo meu prazer acumulado. Isso tem que terminar logo. Eu não quero ficar nessa abstinência s****l.
Três semanas depois estava no meu escritório. Já tinha conversado com Bella, que me tirou do sério com essa insistência de querer que eu voltasse à pagar à faculdade. Droga, será que ela não entende que eu estou em uma fase de crescimento, não posso gastar nada. Já não basta na semana passada que Anastásia me disse que eu teria que dar dinheiro para despesas de casa. Dei um cheque para ela e à mesma me virou as costas. Agora tinha minha verdadeira mulher no meu pé, sabendo da nossa situação. Eu já não queria mais discutir esse assunto com ela. Que ela entendesse que no momento não vou gastar nada. Nem um centavo. Saio dos meus pensamentos com minha porta se abrindo. Respiro fundo ao ver que Anastásia está na minha sala sorrindo. Mas sua palidez é muito evidente, porém isso não me importa. Eu quero saber o que ela veio fazer aqui.
- Boa tarde marido. Ela fala sorrindo. Olho para ela que tem um envelope na mão. Eu não vou tomar seu tempo. Eu só vim aqui te entregar isso. Ela me entrega um envelope.
- O que é? Falo ríspido. Não estou com paciência nem para Bella, e muito menos para ela.
- É uma ordem de compra de um carro em seu nome. O que?
- Você ficou louca? Eu disse que não tinha dinheiro para comprar. Olho à nota de comprar. O que? Você não acha demais? Poderia ter comprado um carro simples. Eu não vou pagar isso.
- Problema é seu. À ordem de compra está em seu nome. Acho que você não quer mais uma vez seu nome sujo na praça né. Fecho meus olhos tentando me acalmar.
- Eu não quero que você compre nada sem me consultar. Ela sorrir e segura na borda da mesa.
- Eu não preciso te consultar em nada. Se eu tiver que comprar algo, eu comprarei. Então faça somente à sua parte, já que você só serve para pagar meus gastos. Ela pega à bolsa e se vira para sair. Cada dia mais eu... Vejo ela se segurar na cadeira.
- O que você tem? Peço e ela se senta na cadeira e abaixa à cabeça.
- Nada. Peça sua secretária para me trazer uma água. Ela diz e eu pego o interfone e ligo para Andreia. Peço à mesma para trazer uma água. Fico olhando para ela que está mais pálida do que entrou aqui.
Será que o remédio está fazendo efeito? Eu me sinto estranho vendo isso. Se o remédio estiver fazendo efeito, ela pode estar quase morta. Passo as mãos no rosto. Será? Andreia entra na minha sala depois de bater e entrega à água para Ana. Ela toma em pequenos goles. Fico olhando, seu rosto está visivelmente pálido. Seus olhos estão um pouco vermelhos. Sua íris azuis estão em uma tonalidade mais escura. E sempre de uma tristeza imensa.
- Está se sentindo melhor? Ela me olha e apenas assentiu se levantando. Você está de carro?
- Não. Estou indo de táxi. Ótimo. Não sei o que me deu, mas não queria que ela dirigisse assim.
- Tem certeza que consegue ir embora? Me levanto indo até à porta. Ela abre à mesma.
- Sim. Eu tenho que ir. Ela sai com à cabeça baixa. Espero que ela chegue em casa.
Meus pensamentos estão controversos. Eu não sei porque quero que ela chegue bem em casa sendo que essa noite ela mais uma vez vai comer à comida envenenada. Eu só queria saber se ela já está assim devido as ervas. E parece que ela vai matando lentamente. Tenho um aperto no meu peito só de pensar nisso. Mas porque, se é o que quero. Porque se ela morrer hoje ou amanhã eu terei minha liberdade de casar com Bella? Serei um homem rico, bem sucedido e com uma bela esposa do meu lado. Eu não tenho que pensar em Anastásia, ela tem mais é que deixar meu caminho livre para Bella fazer parte da minha vida.
Em casa não vi ninguém na sala de jantar. À hora que estava subindo para meu quarto, vejo Gail com uma bandeja. Anastásia mais uma vez comeu sua comida.
- Como ela está? Quero saber se ela já está no caminho para à morte.
- Melhor. Está dormindo agora. Ela desce sem dizer mais nada. Vou até o quarto dela, mas na hora que vou abrir à porta percebo que está trancada. Que p***a é essa? Porque está trancada? Desço novamente para encontrar Gail. Ela estava na cozinha com Marta.
- Porque à porta dela está trancada? Isso me deixou nervoso e irritado.
- Porque ela pediu para trancar. Gail fala cruzando os braços.
- Quero à chave. Eu quero ver como ela está?
- Não te darei. Ela não passou bem o dia todo e quer descansar.
- Eu sou o marido dela, tenho direito de ir no quarto dela. Me dar à chave. Ela me ignora totalmente virando as costas. Eu estou falando com você Gail.
- Não me interessa se o Sr é marido dela. Ela não quer ser incomodada. E vale lembrar que enquanto o Sr não consumar o casamento, esse seu título de marido, não serve para nada. Passo as mãos na cabeça e fico com mais raiva ainda.
- E se ela passar m*l durante à noite? Que p***a de pergunta é essa que fiz? Porque estou preocupado com ela?
- Não se preocupe. Eu estarei aqui para ela. Cuidarei dela à noite toda se precisar.
- Eu vou te responsabilizar se algo acontecer com ela. Me viro invocado. Uma simples empregada não me deixar chegar perto da minha própria esposa. Esposa? Não. Esposa minha será Bella. Droga o que eu tenho hoje? Porque me pego pensando no que está acontecendo com ela?
Vou meu quarto e tiro à minha roupa. Suspiro forte e resolvo tomar um banho. Será quanto tempo ela tem? Encosto à cabeça no azulejo frio. Será que ela de agora adiante passará muito m*l até morrer? Me encontro nervoso, duvidoso, de tudo que tem acontecido até agora. Eu não sei o que está acontecendo comigo. Mas à visão dela pálida no meu escritório me deixa receoso. Eu não sabia que iria ocorrer assim. Nunca imaginei que ela poderia ficar tão r**m assim.
No outro dia de manhã levantei, tomei banho e me arrumei para o trabalho. Sai do meu quarto e vi à porta do quarto de Anastásia aberta. Fui até lá e não tinha ninguém. Desci as escadas e fui direto para à sala de jantar, mas ela também não estava ali. Me encaminhei para à cozinha, onde só tinha Marta.
- Bom dia Marta! Ela me olha.
- Bom dia Sr! Deseja alguma coisa?
- Cadê Anastásia?
- Ela saiu com Gail.
- Ela estava bem para sair?
- Estava pálida Sr, não estava tão bem, mas À Sra disse que tinha que sair, quando disse para à mesma ficar em casa quieta. Então ela saiu. Suspiro.
- Elas não disseram onde foram? Estou preocupado e com medo que elas tenham ido ao hospital e lá se constate que Anastásia está morrendo devido às ervas.
- Não Sr. Só saíram.
- Ok. Obrigada.
- De nada.
Eu fui para empresa com medo de qualquer exame que ela faça e comprove que ela tem ingerido uma alta quantidade de veneno. Mesmo Bella dizendo que não dá para se constatar, eu ainda temia por não ser verdade. Passei o dia todo tentando não pensar muito nisso, mas o fato que eu não conseguia tirar da minha cabeça.
À noite, em casa, mais uma vez Anastásia estava trancada em seu quarto. E isso decorreu pelos próximos três dias. Eu não vi em nenhum momento. Gail sempre dizia que ela estava passando m*l, mas que não era para me preocupar, pois ela iria melhorar. E eu só vi ela menos pálida, com seu jeito desafiador de sempre no sábado. Ela quase não conversou comigo, mesmo eu querendo que ela conversasse mais, já que ela se apresentava monossilábica. Passamos o dia assim, eu quase não à vi, pois ela se trancou em seu quarto.
Estava deitado na cama em meu quarto. Tinha acabado de falar com Bella, na verdade eu não estava afim de conversar com ela. Era à mesma ladainha de sempre. "Quando você vai me dar dinheiro?" "Já que ela está morrendo, você podia me dar dinheiro para começar o nosso casamento" Era só dinheiro que ouvia da boca dela e isso estava me cansando. Me assusto com à minha porta se abrindo. Fico mais surpreso por Anastásia passa por ela. O que ela faz aqui? Será que está passando m*l?
- Você está bem? Indago indo para à beirada da cama.
- Sim. Melhor impossível. Ela fala desfazendo o laço do seu hobby. O que ela está fazendo. Vejo seu hobby descer até seus pés me dando à visão nua do seu corpo. Fico vidrado, sem reação. Nunca achei que seu corpo me deixasse aceso já que meu m****o se encontra duro só por olhar seu corpo magro.