CAPÍTULO 14

2532 Palavras
Eu estava muito feliz, à empresa à cada dia estaca evoluído como eu queria. Depois de limpar meu nome, as pessoas voltaram à confiar em mim. Não tinha um dia que eu não fechasse um contrato e assim à empresa voltaria à ser à melhor no ramo de locações de materiais hidráulicos. Eu não tinha do que reclamar, pelo menos não dá minha vida profissional, porque minha vida pessoal eu não estava tendo o controle. Queria que tudo fosse diferente, que pudesse me casar daqui três meses com à mulher que eu amo de verdade e não uma que nunca sentir nada por ela. Os dias estavam se passando e eu já estava mais que arrependido de ter aceitado essa proposta, sei que tudo que eu fizer será para meu próprio benefício, claro que Bella faz parte da minha vida e dos meus planos, mas sinceramente eu não quero me casar com Anastásia. Queria deixá-la para lá e tentar crescer na minha empresa para poder dar uma boa vida à Bella. Porém, Bella tem razão em dizer que eu vou demorar muito para reerguer à minha empresa. Vou demorar para ter dinheiro em mãos, e por isso que estou seguindo com nosso plano. Ela estaria morta dentro de três ou quatro meses no máximo, assim toda sua fortuna seria minha e eu poderia viver bem e também com à minha esposa. Eu estava entre viagens de negócios e dar atenção à Bella, à gente não tinha muito tempo e queríamos ficar enquanto não me casava. - Amor, você sempre vai viajar à negócios assim? Bella questiona sentando em cima de mim. Estávamos deitados em sua cama depois de fazermos amor pela segunda vez. - Sim. Eu preciso ganhar novos clientes. Ela me olha pensativa. O que foi? - Como vamos fazer para colocar nosso plano em prática quando você estiver viajando? Fico pensativo com isso. Ela não vai poder parar de tomar o líquido feito da erva. - Eu não sei Bella. Vamos ter que dar um jeito, ou os dias que eu estiver fora de casa ela fique sem tomar. - Não, aí não será infalível. Me sento segurando ela ainda em meu colo. Me escoro na cabeceira da cama. - Eu não estou vendo outro jeito. À não ser que eu coloque na água que ela bebe, no suco, fora isso eu não sei o que posso fazer. Ela se levanta e fica andando pelo quarto pensativa. - Que tal contratarmos uma pessoa para trabalhar para vocês e enquanto estiverem casados, e aí essa pessoa pode nos ajudar com isso. Balanço à cabeça em sinal de negação. - Bella não, eu não quero mais ninguém envolvido nisso. Já estamos nos arriscando. O que estamos fazendo é crime, se formos descobertos poderemos ser presos. E eu não quero acabar à minha vida na prisão. Não quero perder à minha liberdade, então não. Eu não vou envolver mais ninguém nisso. - Mas à erva não dá para ser detectada. Já mandei produzir em bastante quantidade para não precisarmos temer nada. - Mesmo assim. Eu não quero ninguém mais envolvido nisso. Pode dar alguma coisa e à pessoa acabar falando o que estamos fazendo, e aí, estamos os dois presos. - Não tenha medo. Ninguém vai poder provar nada. Para alguém nos acusar precisa de provas, e somente à palavra de uma pessoa não basta. Mesmo que façam autópsia no corpo dela, nada vai poder ser constatado. - Onde você conseguiu essas informações? Indaguei curioso. Ela me olha espantada pela minha pergunta. - Eu tenho uma amiga que mexe com ervas de todos os tipos e ela me falou um pouco delas. - Você contou para essa amiga o que iríamos fazer? Estou preocupado. Não quero que ninguém saiba. - Não. Eu só pedi à ela um pouco destas ervas e que ela fizesse em pó e líquida dela para mim. - Ela não te questionou o motivo de você querê-las? Isso está cada vez melhor, para não dizer outra coisa. - Sim, mas eu dei um jeito de fugir da sua pergunta. Não estou gostando disso. Ela ver minha cara de preocupado e volta à sentar no meu colo. Não fique assim. Eu não faria nada para nos prejudicar. Tudo dará certo. Vocês vão se casar e depois ela irá morrer, e assim nossos problemas acabaram. - Não vejo à hora de ficarmos juntos para sempre. À agarro e beijos seus lábios. - Estou vendo que você quer uma terceira rodada. Ela fala rebolando em meu m****o já duro. - Uma terceira, quarta, quinta vez. Eu quero te amar sempre. A coloco na cama e vou para cima dela. Fizemos amor parecendo que não teria fim. Eu passei um mês mais viajando do que em casa. Já estava aproximando o casamento. Cheguei na casa dos meus pais e Marta já estava trabalhando aqui. Queria ter contrato os outros, mas neste momento tenho que regrar o máximo possível. Disse para Marta que era para ela dar um jeito nos quartos do primeiro andar. Eu não dormiria com Anastásia, portanto dois quartos teriam que estar limpos e bem arrumados. Minha empresa estava indo melhor do que eu esperava. Ter nome é credibilidade estava me ajudando demais. Mesmo ainda não recebendo nenhum valor devido, eu estava esperançoso, pois assim que o dinheiro começasse à entrar eu estaria de volta à vida que eu levava antes, porém agora teria que ser mais cauteloso. Teria que ter o olho em cima do meu dinheiro, nada de deixar as pessoas fazerem na empresa o que elas querem. Já estava na semana do meu casamento com Anastásia, ela já havia mandado as coisas dela, então pedi à Marta para arrumar tudo no quarto do final do corredor. Bella queria que eu voltasse à pagar à faculdade dela, mas era impossível nesse momento. Eu estava sem dinheiro. O que tinha era da empresa e não iria mexer em nenhum centavo para coisas pessoais. Ela não entendeu e acabamos brigando, porém eu não iria voltar atrás na minha decisão. Ela tinha que ver que o eu estava fazendo era para nosso bem. Sua faculdade poderia esperar eu me erguer. À gente tinha muito tempo para ficarmos juntos e ela poderia continuar estudando depois que nos casássemos. Na quinta feira eu fui vê-la e parece que sua raiva havia passado, pois ficamos na quinta e na sexta até eu ir para o maldito casamento. Estava odiando aquela papagaiada toda. À cerimônia chata, pois tive que aguentar sorriso de Anastásia o tempo todo, e foi hilário ouvir os votos dela. " É contigo que quero viver até o ultimo pulsar de meu coração e quando isto acontecer não importa para onde eu vá, pois eu irei feliz por ter vivido ao seu lado e compartilhado cada momento lindo da minha vida contigo". Pelo menos ela vai morrer realizada por ter estado do meu lado. Eu não vejo à hora disso acontecer. Na festa eu estava sem paciência. Ray veio falar comigo para fazer à filha dele feliz, e eu farei, ela passará três meses comigo e depois morrerá feliz. Nunca achei que à afirmação do reverendo fosse tão verdadeira. " Até que à morte nos separe". E nos separará mais rápido do que ela imagina. Falei para ela que queria irmos embora. Havia comprado as passagens e não via hora de voltar para Seattle. Ela sumiu da festa e quando voltou estava vestida com outro vestido. Gostaria de saber porque ela é tão magra, tão pálida e seus olhos nunca tem um brilho no olhar. Ela manteve à maquiagem e o cabelo arrumado. Nos despedimos das pessoas e fomos para o aeroporto. Não queria conversar com ela e assim fiz até chegar em casa, onde informei à mesma sobre o quarto dela, e para minha surpresa ela achou mesmo que iríamos dormir juntos. Não quero nada com ela, se não fosse pelo dinheiro ela nem estaria aqui. Mas o que me deixou com mais raiva foi ela me dizer que iria dispensar à ajuda do pai. Ela ficou louca, não tinha cabimento isso. Eu não tinha como sustentá-la, e mais uma vez ela me surpreendeu dizendo que não estava nem aí. Se eu me casei por causa de dinheiro, que eu me virasse. Ela me deixou com muita raiva. Quem ela pensa que é para fazer isso? Eu não iria deixar, antes falaria com Ray. No outro dia Bella havia me mandado as substâncias feita da erva. Eu teria que achar uma oportunidade para fazer isso, sem ela e nem Marta perceber. Mais uma vez ela conseguiu me deixar puto, com à essa história de chamar os antigos empregados de volta para trabalhar em casa. Além de ter que pagar à babá de uma mulher de 23 anos, eu ainda tinha que arcar com as despesas dos funcionários. Eu não tinha dinheiro para isso. Estava colocando no meu orçamento que pagaria Marta e tal babá, somente, fora gastar o que for com ela. Porém ela não entendia isso, e está me deixando com ódio mortal dela. Minha vontade era matá-la naquela mesa. Sair da mesa sobre o aviso de consumar o casamento. Antes desses três meses ela tem que morrer. Eu não vou aceitar nada dela. Ela quer um carro que compre com seu dinheiro, quer comprar as coisas para ela comer, que compre com seu dinheiro. De mim não sairá nenhum centavo que não seja para os empregados que à maldita fez o favor de chamá-los de volta. - Temos que dar um jeito de acabar com ela antes dos três meses. Digo à Bella pelo telefone. Estou com muita raiva. Possesso. - Você parece nervoso. O que houve? Fecho meus olhos contendo à raiva. Não quero descontar em Bella, ela não merece. - Ela já pediu para o pai dela cancelar à ajuda. Eu não tenho como manter nada dela, mas mesmo assim ela insistir em ter um carro, manter vários empregados, além de uma babá que veio no pacote. - Se você comprar um carro para ela, eu quero trocar o meu também. - Você me ouviu? Ouviu que eu não tenho dinheiro para nada? Estou sem paciência nenhuma. - Você disse isso à ela? Claro que sim. Mas ela é desafiadora. Ela não quer saber. - E o que você vai fazer? - Nada Bella. Eu quero acabar com ela mais rápido possível. Eu não posso deixar passar de três meses, porque ela quer que eu consuma o casamento, e por lei se eu não fizer, ela pode pedir à anulação, como ela mesmo disse que fará. - Come essa vaca logo Christian. Ela quer p*u? Dê isso à ela. Deve está tão necessitada que uma vez que você fizer, ela já vai se sentir realizada. Sorrio. - Mas eu não quero te trair. Já estou fazendo esse casamento de merda, agora tenho que t*****r com ela? Não, eu não quero te trair de forma nenhuma. Vamos dar um jeito de colocar essa erva em bastante quantidade para acelerar o processo. - Você quem sabe. Para mim está ótimo do jeito que você fizer. E não ceda às chantagens dela. - Não vou mesmo. Digo. - Amor agora vou sair com umas amigas. Depois nos falamos. - Vai lá se divertir, enquanto eu fico aqui afundando à cabeça no trabalho para não ter que olhar para cara dela. - Um pequeno sacrifício, daqui à pouco nada disso existirá. Respiro fundo. - Espero. Bjs amor, te amo. - Eu também. Desligamos. No domingo Marta estava de folga, então fui buscar de Anastásia em uma padaria no centro de Seattle. Peguei café em uma sacola de papel e dentro do carro coloquei umas gotas do veneno feito de ervas no café, no pão coloquei o farelo da erva, entre o queijo, e no Donuts injetei algumas gostas. Espero que ela morra mais rápido possível. Entreguei à ela e sair sem querer falar nada. No almoço foi à mesma coisa. Envenenou à comida dela, e à mesma mais uma vez quer impor as coisas e gastar o que eu não tenho. Ela não vai conseguir. Não vou contratar mais ninguém para trabalhar aqui, ainda mais no final de semana, onde eu posso controlar à comida dela. À noite fui em restaurante e comprei à comida dela e como as demais foi envenenada. Cheguei em casa e fui na cozinha para colocar na bancada para à mesma ver. Dei de cara com uma mulher de altura mediana, com cabelos ruivos e olhos claros, aparentava ter uns 45 anos de idade. - Boa noite Sr. Ela fala e eu olho para ela. - Quem é você? Não acredito que Anastásia passou por cima de mim e já contratou alguém. - Sou Gail. À babá de Ana. Sorrio disso. Algo engraçado Sr. - Sim. Uma mulher de 23 anos com uma babá é meio um cúmulo não? - Cuidei dela desde que à mãe morreu, então continuo cuidando. - Ok. Esse é o jantar dela. Coloque no prato e leve para ela. Ela me olha e pega à sacola. Abre à mesma e pega um prato e coloca o que tinha dentro da vasilha no mesmo. - Minha menina não pode comer isso. Olho para ela sem entender. - Como assim? - Ela não pode comer essas coisas. - Porque não? Aí tem carne, salada de ovo, e salada verde. Ao meu ver é saudável. - Não o suficiente para ela. O Sra vai querer comer? Ela questiona para mim e eu fico olhando para ela. Quem ela pensa que é? - Não. Eu trouxe para Anastásia, e quero que ela coma o que eu trouxe. Se você não for dar à ela, eu dou. - Sinto muito. Mas ela não vai comer isso. Ela pega o prato e joga fora com tudo. Até o prato. - Você ficou louca? Eu sou o marido dela, eu tenho agora o dever de cuidar dela, se você não for fazer o que eu quero, pode ir embora. Ela sorri para mim. - Jamais deixaria minha filha em suas mãos. - Sua filha? Indago sem entender. - Sim, não de sangue mais de coração. Eu vim para cuidar dela e vou continuar cuidando, o Sr gostando ou não. - Eu sou o patrão aqui. Você me deve respeito e obediência. Ela vem até mim. - Eu deixei de ter patrão à muito tempo Sr Grey. Eu não recebo ordens do Sr. Eu não sou sua empregada. - Mas sou eu que vou pagar seu salário. Ela dá de ombros e sorri ainda mais. - Se o Sr não quiser me pagar não precisa. Já tinha pedido para o Ray deixar de fazer isso, mas ele não quis. Eu estou aqui não pelo dinheiro e sim por Ana. Ela sim precisa de mim. Ela sai andando e eu fico ali sem entender o que houve aqui. Há, amanhã temos que comparar alimentos mais nutritivos para ela. Bato minha mão na bancada. Merda ela jogou à comida envenenada fora. E agora fico pensando que com esse cão de guarda não será fácil envenenar essa maldita.
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