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ENTRE O CERTO E O ERRADO EU ESCOLHO VOCÊ [AGE GAP]

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transa de uma noite
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Sinopse

Após descobrir a traição de seu namorado, Rebeca Bráz decide deixar o passado para trás e seguir em frente com o apoio de sua amiga Babi. Naquela noite frenética, seus olhos se cruzam com os de um homem misterioso, cuja presença intensa a hipnotiza.Sem se importar com as consequências, Rebeca se entrega à paixão nos braços rígidos desse homem maduro, cuja identidade permanece um enigma. Mas o destino, sempre traiçoeiro, tem outros planos. Dias depois, Rebeca se vê diante de uma chocante realidade: o homem desconhecido não só tem um nome bem conhecido, como também é o pai de seu atual namorado.

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Capítulo I
Era sábado à noite e lá estava ela, em uma boate. A mais badalada de sua cidade, e a morena encontrava-se em um estado em que nada e nem ninguém parecia lhe dar interesse. Estava sendo paquerada por muitos homens, até mesmo por mulheres, mas nada lhe trazia nenhum tipo de interesse. Sua cabeça não parava de pensar em um certo moreno rude, que possuía um jeito marrento e mandão que ela adorava. — Terra chamando Rebeca! — disse Bárbara, estalando os dedos na frente da amiga. — O que você dizia? — Rebeca perguntou, piscando os olhos. — É sério, Becca? Eu te trago para a melhor balada da cidade e você fica aí, parada, como se estivesse em um velório — a loira disse, irritada. — É sério, Bárbara. Até agora não sei como você conseguiu me convencer a vir. — Me agradeça depois, queridinha. Você queria ficar em casa pra que? Para se acabar de chorar enquanto ganhava uns quilinhos comendo sorvete? Por favor, né Becca! Pare de sofrer por algo que já aconteceu. Você é um mulherão e aquele i****a do Maurício nem é tudo isso. – a loira disse, irritada. — Bárbara, pare de falar como se eu não estivesse mais namorando. Foi só uma briga. — Uma briga que te fez ficar muito m*l. Só uma briga que te fez passar um dia inteiro chorando. Eu te amo Rebeca, você sabe que você é a minha melhor amiga. E eu não quero que você sofra por alguém como o Maurício. Eu sei que ele pode ser uma pessoa maravilhosa para você, mas eu acho que esse namoro já deu o que tinha que dar. — Não, Bah. O Maurício e eu nos amamos. Nós brigamos e isso é normal. Eu tenho que aprender a confiar mais nele. — Rebeca falou, convicta. — E ele em você! Enquanto Bárbara bebia e paquerava praticamente todos os homens daquela boate, Rebeca encontrava-se checando o celular a cada minuto. Ela entrava e saia do seu w******p apenas para ver se o moreno estava online. E para a sua decepção, todas as vezes ele estava. E aquilo a deixava com raiva. Porque ele estava online e nem sequer tinha mandado uma mensagem para ela? Afinal, a culpa foi dele por eles terem brigado. Dessa vez, ela não iria procurá-lo. Não naquela noite. (…) Na mesma balada, chega um trio de amigos que já eram conhecidos. Os “quarentões” mais desejados de toda a balada. Murilo Albuquerque, Gustavo Carvalho e Samuel Alencar eram os típicos “adolescentes” fora de época. Os amigos levavam fama de galinha, cafajeste e mais alguns tipos de nomes que eles não se importavam, pois no fim das contas, todos aqueles “apelidos” carinhosos eram verdade. Eles não se apegava a ninguém. Não ficavam com a mesma mulher mais de uma vez pois sempre gostavam de novidade. E ao chegarem, ambos pedem suas bebidas e vão para um sofá procurar suas “presas”. — Esse lugar já foi mais atraente — disse Murilo, enquanto olhava ao redor. — Concordo com você. — Samuel falou, enquanto tomava um gole de sua bebida. — É meus caros, hoje não será fácil encontrar ninguém interessante. — Murilo ressaltou, olhando as mulheres que passavam em sua frente. — Falando assim parece até que você está a procura de alguém, Murilo. — Finalmente Gustavo disse, provocando o amigo. — Estou mesmo. Além de um copo cheio, eu quero terminar a noite com alguém. E na outra noite um outro alguém, e assim por diante. — falou o Albuquerque, debochado. — Vocês nem beberam ainda e já estão falando besteira? — Samuel interveio, zombando dos amigos. — Quem está falando besteira é o Gustavo, com esse papo de se apaixonar. — Isso pode acontecer, Murilo. Você pode acabar se apaixonando por alguém. — Não meu caro, Murilo Albuquerque não se apaixona por ninguém! Isso não serve pra mim. E você mais do que ninguém, deveria saber disso, porque você sabe pelo que eu passei. — É com lágrimas nos olhos que eu interrompo os amigos de infância, mas vocês podem parar de falar em tanta baboseira? A gente veio aqui pra se divertir e pegar alguém. Não pra ficar com esse papo de amor. — Samuel falou, fingindo uma falsa raiva. — Você está certo, Samuel. Rapazes, se me dão licença, vou atrás do jantar. — Murilo falou, levantando-se. O Albuquerque sai do sofá e vai atrás de uma “presa”. Não entendia o que seu amigo queria com aquele papo de se apaixonar. Ele estava blindado, sabia disso. Tomava todos os cuidados possíveis para não se apegar a ninguém. E isso nunca aconteceria. Não com ele!

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