Capítulo XXX

788 Palavras

Murilo tomou banho, vestiu seu terno e procurou por uma aspirina. Ele estava com uma dor de cabeça dos infernos, mas nada era comparado a ressaca moral que ele estava sentindo. Após se arrumar, o loiro percebe que as chaves não estavam na porta. Agradeceu mentalmente a Mário por ter lhe convencido a fazer uma chave extra. Ao abrir a porta, não consegue conter as lágrimas. Ele vê Mauricio dormindo no chão de frente a sua porta e Mário dormindo novamente em uma poltrona no corredor. Murilo praguejou-se mentalmente. Como ele conseguia ser tão e******o? Ele não servia pra nada, apenas fazia sua família sofrer. — Já acordou, pai? Que horas são? — Maurício perguntou, levantando-se do chão. — Meu filho, me desculpe. Eu não mereço vocês. — o loiro fala, abraçando o mais novo. — Não se preocupe

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