A segunda noite chegou envolta em tensão.
Se o primeiro banquete havia sido o palco onde Stefan Anderson destruiu, com um único movimento, todas as possibilidades de negócio de Zayn Grey, agora era a vez do herdeiro dos Grey mostrar que não aceitava derrotas.
Zayn passou o dia inteiro em seu escritório, os olhos fixos nos relatórios espalhados sobre a mesa de vidro escuro. Cada contrato perdido, cada rota tomada, cada investidor que recuou, tudo apontava para um único nome,Stefan Anderson.
O ódio ainda queimava em seu peito,mas Zayn não era homem de lamentar perdas,ele transformava humilhação em estratégia.
Naquela noite, aconteceria uma reunião privada no topo do Hotel Monarch, um encontro reservado entre as maiores famílias empresariais do continente para decidir a concessão da nova rota marítima internacional, um contrato bilionário que definiria o controle comercial dos próximos dez anos e zayn já tinha seu plano.
O elevador se abriu no último andar, revelando um salão menor, luxuoso e silencioso, as paredes de vidro mostravam a cidade iluminada lá embaixo, como um mar de estrelas artificiais.
Zayn entrou primeiro.
Os conselheiros já estavam reunidos,documentos alinhados,taças servidas,expectativa no ar.
Dessa vez, ele havia agido antes,comprou silenciosamente a empresa de segurança privada responsável pelos portos centrais, além de convencer dois dos maiores acionistas a migrarem para sua proposta em troca de participação vitalícia nos lucros.
Quando Stefan entrasse naquela sala, encontraria o tabuleiro virado.
Os minutos passaram e então a porta se abriu.
Stefan surgiu acompanhado apenas de seu braço direito, Caio a expressão calma demais para alguém prestes a perder bilhões.
Os olhos dele encontraram imediatamente os de Zayn.
Um sorriso lento curvou seus lábios.
— Senhor Grey vejo que aprendeu rápido.
Zayn apoiou as mãos sobre a mesa.
— Aprendi com o melhor inimigo que já tive.
Os conselheiros trocaram olhares tensos.
Stefan se aproximou devagar, sem tirar os olhos dele.
— Então foi você. A compra da segurança portuária,a movimentação dos acionistas,a retirada da rota leste.
Zayn ergueu uma sobrancelha.
— Surpreso?
Stefan soltou uma risada baixa.
— Impressionado.
Aquelas palavras deveriam soar como provocação, mas havia sinceridade ali e isso irritou Zayn ainda mais.
— Hoje quem sai sem nada é você, Anderson.
Stefan caminhou ao redor da mesa, parando perigosamente perto.
— Tem certeza?
Zayn deslizou um contrato para o centro. — Assinaturas confirmadas,maioria, absoluta, a rota é minha.
Por um momento, Stefan analisou o documento e então,para o choque geral ele apenas sorriu.
— Abra a última página.
O cenho de Zayn se franziu. Virou a folha e seu sangue gelou.
No rodapé do contrato havia uma cláusula recém-anexada: qualquer concessão dependia da autorização da companhia de seguros marítimos internacionais.
A mesma companhia que pertencia secretamente aos Anderson.
Zayn levantou os olhos devagar.
— Você…
Stefan inclinou-se até ficar a centímetros dele.
— Eu sempre penso três passos à frente.
O ar entre os dois ficou pesado,os conselheiros desconfortáveis, começaram a se retirar discretamente da sala, percebendo que aquela reunião havia deixado de ser apenas negócios.
Quando a última porta se fechou, restaram apenas eles.
Silêncio.
Cidade brilhando ao fundo,respirações tensas,orgulho ferido.
Zayn avançou primeiro, segurando Stefan pelo colarinho do smoking.
— Você acha que pode continuar brincando comigo?
Stefan não recuou pelo contrário, os olhos escureceram com algo ainda mais intenso.
— Não é brincadeira quando você é o único homem capaz de me acompanhar.
A frase atingiu Zayn em cheio.
Com raiva, ele o empurrou contra a parede de vidro, o impacto ecoou no salão vazio.
Stefan segurou o pulso de Zayn, invertendo as posições num movimento rápido, prendendo-o entre seu corpo e a parede fria.
Os rostos ficaram a milímetros. A respiração de ambos pesada,olhares incendiados.
— Solta.Zayn rosnou.
— Faça-me.
Por um segundo, nenhum dos dois se moveu.
Era raiva,puro veneno,mas também havia uma atração brutal crescendo embaixo de toda aquela hostilidade.
Zayn podia sentir o perfume amadeirado de Stefan, o calor do corpo dele tão próximo, a forma como aqueles olhos escuros o desafiavam a ultrapassar todos os limites.
— Eu odeio você.Zayn sussurrou.
O sorriso de Stefan foi lento, perigoso.
— Ainda.
A palavra ficou suspensa no ar e foi naquele instante que a rivalidade deixou de ser apenas guerra empresarial.
Tornou-se pessoal,intima, Obsessão perigosa.
Nenhum dos dois percebeu, mas naquela parede de vidro, com a cidade inteira abaixo deles, algo mudou para sempre.
O inimigo agora também era a única pessoa capaz de fazê-los sentir-se vivos.
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Stefan Anderson
olho para o senhor silva a minha frente implorando pela vida e esboço um sorriso isso faz com que ele fique esperançoso.
hum i****a me explique novamente o que te levou a querer me trair?- falo e ele fica vermelho e pálido
senhor Anderson meu pai está com câncer , está precisando de medicamentos e quimioterapia e são bastante caros por isso eu ia te roubar senhor, por favor me perdoe isso não voltará a se repetir.acredite em mim senhor eu estou arrependido por favor me perdoe.-o senhor silva implora e chora
dou um sorriso ele me olha,puxo a cadeira e fico de frente pra ele meus olhos escuros de puro ódio, vamos tentar mais uma vez sem mentiras desta vez ou acabarei contigo e não sobrará nem um dedo pra contar história.- vamos fala
- eu já falei tudo senhor, por favor me perdoe- Silva fala desesperado
olho para ele e balanço a cabeça com um sorriso que não chega nos meus olhos
Ninguém pode dizer que não tentei, não é mesmo senhor silva? falo me levantando e antes que ele consiga processar dou um tiro bem no meio da testa. nós vemos no inferno senhor silva
filho da p**a pensa que pode me trair e sair impune.
olho pra meu braço direito Caio e falo,transfira dinheiro pra conta da família dele.
pego o lenço e limpo a poeira imaginária
o mundo de negócios é cheio de traições, todo mundo quer se dar bem, dinheiro e riqueza fácil e pra ter isso não medem esforços para te apunhalar pelas costas,por essa razão nesse mundo só confio no meu braço direito o caio meu melhor amigo e confidente.
Caio Henderson crescemos juntos nossos pais eram amigos e parceiros foi inevitável não criar amizade.
se eu sou o próprio demônio o Caio é a própria tempestade quando perdi meus pais o Caio estava lá e desde então somos inseparáveis meu irmão, minha única família toda minha riqueza,amor e proteção vai pra ele. eu morreria por ele e ele por mim.
Adoro ser temido e gosto ainda mais mostrar que estão certos em me temer.
saio do meu escritório seguido pelo Caio e atrás de nós meus homens.Estou morrendo de fome falo enquanto saímos e Caio me olha com um sorriso,quital aquele restaurante japonês? boa ideia falo.
entro no meu Rolls vejo Caio e meus homens nos seus carros.
chegamos Caio manda seus verificar o perímetro e ficar em alerta, sou o mais temido,mas também aquele que todos querem ver a cabeça numa bandeja de prata hahahahaha.
-Eu ainda não entendi porque você continua pegando no pé do zayn. Caio fala tomando vinho olhando para o Stefan.
Stefan sorri e fala:
- Você acredita em predestinação?
- Hum???como assim? não me diga que é ele?
- Isso mesmo irmão. É ele.
Zayn ainda não sabia, más o Stefan já tinha traçado um plano, era só questão de tempo.