Capítulo 44

1573 Palavras

Júlio Narrando Cheguei no condomínio de Miller e parei o carro na frente, como de costume. Desci, dei aquela olhada rápida na rua, e segui até a entrada. O porteiro me viu e falei com ele, ele interfonou para avisar que eu estava lá. Em segundos, Miller autorizou a subida e segui em direção ao andar dele. Cheguei no andar e, quando saí do elevador, lá estava ele, na porta, com aquele sorriso que te dá a sensação de estar diante de um velho amigo, mas que, ao mesmo tempo, é a marca de um cara sério. Nos cumprimentamos com aquele aperto de mão que faz eco pelo ambiente inteiro. O tipo de aperto de mão que você sente até no fundo da alma. Era sempre assim entre nós, como se o gesto significasse muito mais do que palavras. Dei um abraço nele, com a sensação de que a conversa que eu ia ter n

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