capítulo 49

1111 Palavras

Fui até a sala e caminhei até o bar no outro extremo e peguei um copo, abastecendo com uma generosa dose de conhaque, confiante de que a bebida forte acalmaria meus ânimos. Entornei o copo bebendo num só gole. A dose desceu queimando minha garganta, agravando meu emocional. — d***a ! Tossi , puto do desequilíbrio emocional, tasquei o copo sobre o balcão de mármore. Embrenhei os dedos por entre meus cabelos. — Como é possível uma simples mulher me atingir a ponto de estar desorientado, perdido assim ? Seguia minha rota em linha reta, na boa, até ser obrigado a entrar à esquerda, guiado pelo meu coração. Na contramão dos meus propósitos. Aliás, ele quem andava comandando minhas ações, me f0dendo no sentido literal da coisa. No corredor dos quartos, à meia-luz, parei diante da porta d

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