Eu entro no quarto da Ana, e tranco a porta, sei que ali é quase um santuário para ele, não viria me importunar ali Ana dormia tranquilamente, tão fofa que não resisti em me deitar do seu ladinho na cama. Eu a abracei suavemente, evitando acordá-la. Não era capaz de reprimir meus desejos. Alexandre detinha total e absoluto poder sobre a minha pessoa. Senti-lo junto a minha pele, dentro de mim, era algo que transcendia a realidade. A verdade era uma só: em seus braços, eu era transportada ao mundo da fantasia. Vivia um conto de fadas que terminava à meia-noite, quando a linda carruagem voltava a ser abóbora. — Por que é isso que acontece, ele nunca vai me assumir verdadeiramente como esposa. Joguei-me de costas na cama, e sem reter algumas lágrimas que molhavam o lençol, levei as mãos n

