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1140 Palavras

Em vez de me perder no ódio que ela me devolvia pelo olhar, forcei-me a me concentrar em algo simples: um garfo com um pedaço de omelete. Levei até os lábios dela. Rose me encarou com fúria, mas, depois de alguns segundos, abriu a boca e comeu. — Viu? — murmurei, continuando a alimentá-la por alguns minutos. — Isso pode ser agradável. — Isso está fodido — ela rebateu assim que engoliu o último pedaço. Limpei a boca dela com um guardanapo, batendo de leve nos lábios. — A Rose que eu conhecia não falava desse jeito. O sorriso sarcástico que ela me deu incendiou meu sangue. — Então você não deveria ter matado ela. Meu p*u latejou dolorosamente dentro da calça. — Terminou? Está satisfeita? — perguntei. — Sim… — respondeu, a voz trêmula. Mas os olhos me seguiam como os de uma presa encur

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