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1443 Palavras

Uma hora depois, voltei e me sentei na beira da cama, um copo de água com canudo na mão. Já a havia levado ao banheiro e prendido novamente a coleira na cabeceira. Estava preparado para mais uma tentativa de fuga, mas Rose apenas baixou a cabeça e seguiu cada instrução sem contestar. Mais calma. Mais contida do que antes. E, por alguma razão, aquilo me decepcionou. Eu gostava do fogo nos olhos dela, daquela boca inteligente cuspindo veneno. Cada vez que ela me desafiava, meu p*u latejava com força, e minha determinação em quebrá-la só crescia. Agora… ela parecia resignada. Rose sugou o canudo com avidez. — Não vá tão rápido, ou vai ter cãibras — murmurei. Ela levantou os olhos para mim, e lá estava. A faísca. Sorri sem disfarçar. Eu nunca tinha imaginado o quanto gostaria de tê-la as

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