pov — Sim. — Mais do que isso, ela precisava. — Então rasteje, Rose. Rasteje para mim. — Ele se moveu para se agachar vários metros atrás, segurando ela longe docaminho. Ela era um nó carente de membros. — Venha, Rose, — ele acenou. —Rasteje para mim. Por um longo momento, ela congelou. Aqui estava. O rastejar. Mas enquanto oobservava, ela viu o que realmente era: uma escolha. Fazer isso significava se submeter completamente a ele. Voluntariamente.Rastejar não porque ele a empurrou com força de joelhos, mas porque elaqueria tudo o que ele tinha para lhe dar.E no final, a escolha pareceu tão simples. Ela caiu de joelhos. Como essa decisão final significava que ela nãoprecisava mais decidir, nem se preocupar ou justificar. A vida diminuiu ese tornou tão simples. — Sim linda. Deuses,

