Jovânna: Estacionei ao lado da casa onde aquela desgraçada trabalha. Desci do carro furiosa, sem me importar com quem eram os patrões ou se eu tinha perdido a razão por aparecer no trabalho da criatura. Ela mexeu com a minha filha. Ultrapassou todos os limites possíveis. E isso não ia ficar assim. Ela ia ver só. Parei em frente ao portão e, quando ia apertar a campainha, uma mulher abriu. Ela me encarou e franziu a testa. Quando estava prestes a falar, adiantei: — Quero falar com a gali... quero dizer, com Fernanda. Ela está? Dei o sorriso mais simpático da minha vida. Mulher — Quem gostaria? Quase revirei os olhos, mas respondi: — Tati, prima dela. Diz que é urgente. Só vim dar um recado. Claro que eu não ia dar meu nome. Aquela desgraçada ia fingir que não me conhecia. A mulh

