Magnata Narrando Desci as escadas do quarto ainda ajeitando a corrente no pescoço. A noite tava longe de acabar e o pagode continuava lá embaixo, firme e forte, do jeito que eu gosto. — "Jéssica deve tá tomando banho ainda" — pensei, acendendo um baseado no caminho. — "Ela que desça quando quiser. Eu tenho coisa pra resolver." Cheguei na mesa e os cria já tinham trazido mais bebida. Uma garrafa nova de whisky, gelo, copo limpo. Outro menor chegou com uma bandeja de petiscos — aquela porção de camarão que eu gosto, pastel de carne, mandioca frita. Sentei, servi um gole e recostei na cadeira. O movimento do pagode tava bom. Muita mina bonita, os cria rindo, o som alto. Exatamente o que eu precisava depois daquela semana de corre e tensão. Caverna apareceu do nada, voltando de algum lug

