O interior do galpão estava muito quente. Havia calor também no toque de Dean, a mão afagando a face de Lauren com gentileza. Enquanto as lágrimas continuavam a rolar por seu rosto, ela sabia que lhe molhariam os dedos. Mas não conseguia parar. Parecia que estivera reprimindo aquelas lágrimas por um longo tempo e não poderia detê-las. Dean apenas deixou-a chorar, o que a surpreendeu. Afinal, aparentava ser um homem tão fechado em si mesmo, do tipo que se sentiria desconfortável ao testemunhar demonstrações de emoção dos outros. Mas não se moveu, não tentou encobrir aquele momento embaraçoso. Continuou tocando-lhe o rosto. Finalmente, seu pranto cessou. Era como se ela não tivesse mais lágrimas para derramar. Dando um passo atrás, baixou a cabeça e começou a procurar um lenço de papel n

