Mary Anne levou sua xícara de café e um croissant para uma mesa junto à janela. Dali, podia olhar para a alameda Gulfview e observar os pedestres. Aquilo estava se tornando um hábito: seu café da manhã solitário na Java Joe's. Todos os dias daquela semana fora até a lanchonete exatamente às dez para as oito. Sempre escolhia a mesma mesa. Era inquietante perceber que já estava dando passos iguais e previsíveis na sua nova vida. Esse fora o problema com sua vida antiga... sua previsibilidade, sua aceitação passiva da rotina do casamento. Agora, finalmente tinha a sua chance de romper com velhos hábitos. Por que não estava aproveitando ao máximo? O sino da porta tocou, e Mary Anne ergueu o olhar, notando que seu marido entrava na lanchonete ainda vazia e se aproximava do balcão. John Paul

