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1707 Palavras

Viv estava jogada no chão do caminhão, duro e gelado. Tentou uma posição mais confortável, o fedor do óleo substituindo o odor adocicado do clorofórmio. Suas mãos estavam amarradas às costas. Seriam suas próprias algemas? Abriu os olhos. Estava na parte de trás de um veículo que corria pela noite, subindo por uma estrada sinuosa, passando pelas curvas fechadas sem diminuir a velocidade. O corpo indefeso de Viv rolava de um lado para o outro no chão sujo, e em dado momento sentiu que seu nariz batia numa coisa que parecia uma roda. Forçando melhor a vista, viu os contornos de uma moto, e mais outra, e mais outra. Motos. . . ? De quem seriam? A principio a resposta não lhe veio, a cabeça doía, parecendo que ia estourar. Nesse instante o caminhão entrou numa curva fechada, o motorista pragu

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