Capítulo 13

597 Palavras
Luk dormiu de mais e não me acordou na hora. Sei que não deveria depender de um dragão, mas o que eu posso fazer? Eu sou dependente cara. Espero não cometer esse erro de novo. Minha aula agora é estudo dos trouxas. Eu tinha que escolhe alguma aula extra, e não seria adivinhação. Alcivan escolheu adivinhação para ter mais aulas em conjunto com o irmão, Draco eu nem sei o que escolheu. Minhas opções eram, runas antigas ou estudo dos trouxas. E como sou "fluente"em runas, cá estou eu indo para estudo dos trouxas. Para falar a verdade eu não sei nada sobre eles, sempre morrei em um vilarejo completamente bruxo, lá seria melho para mim, já que em Uagadou não usamos varinha, era arriscado de mais, então eu usava magia fora da escola. Entro na sala e percebo que a professora ainda não havia chegado. O que era um ponto positivo, não perdi pontos pelo atraso. Mas será que valeu apena não tomar café? Logo após a aula de estudos dos Trouxas tive mais duas aulas de defesa contra artes das trevas, agora eu e os meninos estamos indo para o salão principal. –Não te vi no café da manhã, onde você estava?– Foi a primeira coisa que Alcivan perguntou quando me viu. –Dormindo! Luk não me acordou, eu quase perdi a aula de estudo dos trouxas.– Respondo –Essa aula deve ser uma chatice.– Fala Draco comum ar preguiçoso. –Melhor que adivinhação e runas.– Falo. Sentamos na mesa e comemos em silêncio. As vezes entravamos em algum assunto, mas nada que realmente nos fizesse conversar muito. As aulas do dia até que passaram rápido, me saio bem com transfiguração, então sem problemas. Estava andando até a sala de meu pai quando vejo dois gêmeos, pela vestimentas ambos da grifinoria, pera esses são Fred e Jorge! Irmãos do Rony. –Olha o que temos aqui Jorge?– Fala Fred –Está tudo bem senhorita Black?– Pergunta Jorge –Alguma detenção?– Pergunta Fred. Acho imprecionamte o jeito que um completa a frase do outro. Me deixa confusa? Sim. Mas é impressionante. –Minha detenção é amanhã, estou livre hoje.– Respondo como quem não quer nada. –Olha Fred ela é das nossas. –Claro que não Jorge.– O mesmo falou debochado –Isso mesmo Weasley, eu seria uma má influência para vocês– Dou o olhar mais debochado, mas logo fico seria. Não vale a pena cair nas provocações deles. –O que você sabe sobre vandalismo garota?– Pergunta Fred –Digamos que tudo.– Não posso dizer que sou santa, eu Fred e Marcos colocávamos o terror em Uagadou. –Interessante, vamos bater um papo em Hogsmead.– Fala Jorge animado com a possibilidade. –E leve provas, só acredito em sonserinos quando tenho provas.– Levanto uma sombraselha para os mesmos. –E eu não acho que os gêmeos de ouro é tudo que dizem, grifinorios as vezes aumentam as histórias– Falo. Os mesmos se entreolham depois começam a rir –Ela claramente é das nossas.– Fala Fred. Dou de ombros, talvez eu seja um pouco como os gêmeos, mas nada muito exagerado. –Vamos conversar sobre isso em Hogsmead, e levem provas, Eu não confio em grifinorios–Repito a frese, jogando as acusações contra eles. Eu começo a andar e os mesmos caminham em meu lado. Conversamos coisas aleatórias até está em frente à sala de Snape. –Você não disse que sua detenção é amanhã?– Pergunta Jorge –Professor Snape quer falar comigo, não sei sobre o que.– Falo dando de ombros. Jorge da um tapinha na minhas costas, não entendi o motivo, mas relevei. –Boa sorte com o morcegão.– Fala Fred –Morcegão?– Pergunto com duvidas. –Todo mundo odeia o morcegão de cabelo oleoso, você também vai aprender a odiar ele.– Fala Jorge como se fosse algo que todos concordam. Fiquei com uma p**a raiva do ruivo mas me controlei, até pq eles não sabem que estão falando do meu pai, mas a vontade de meter um Avada agora é grande. –Ela é da sonserina animal.– Fala Fred dando um pescotapa no irmo –Os sonserinos gostam do Snape– Fala Jorge alisando onde o irmão bateu. –Acho melhor eu entrar.– Falo seria tentando controlar a leve raiva. –Se ele fizer alguma coisa para você é só mostrar um shampoo que ele sai correndo.– Fala Fred. Os mesmos saíram rindo enquanto eu tentava me controla para não tacar todo tipo de azaração neles. Bato três vezes na porta e espero um pouco até que minha entrada seja autorizada, o que não demora muito. Entro na sala ainda revoltada o que não passou despercebido pelo meu pai. –O que foi dessa vez?– Pergunta ele assim que me vê. –O que foi o que? Não estou entendendo.– As vezes se fazer de desentendida é a melhor coisa. Sento em uma cadeira em frente à meu pai. –Você está com raiva, conheço essa cara, é a mesma que eu faço, não tente me enganar mocinha, o que foi?– Pergunta ele como se fosse minha irritação fosse óbvia. –Um pequeno desentendimento com alguns alunos.– Decido ser vaga. –Quais?– Meupai me olhava sério. Será preocupação? Não. –Eu não vim aqui para isso.– Tento deixar o assunto de lado. –Filha.–O olhar que ele me deu foi tipo, ou você conta ou leva uma Avada. –Fred e Jorge, mas não foi nada de mais. –Filha.–E aquele olhar de novo. Pelo visto ele so vai falar quando eu contar a historia toda. –Eles só falaram m*l do meu pai, nada de mais.– Falo como senão fosse nada. –Eles falaram m*l de mim?– Não sei se foi uma pergunta ou uma afirmação. Mas acho que ele sabe que não é o professor preferido dos alunos. Se ele ficou surpreso com isso imagina como ele ficaria se soubesse o que o Neville fez com ele na aula de defesa contra artes das trevas, com a lembrança dei uma leve risada. –No que estava pensado?–Pergunta ele curioso. –Nada de mais.– Respondo. –Filha.– E lá vai ele novamente. Eu já sei que sou sua filha, gênio. Tô começando a acostumar com esse olhar, mais umas duas olhadas dessa eu me acostumo. –Lembrei de quando meu time ganhou a taça de quadribol ano passado.– Ala, menti na cara dura –Não foi isso que você pensou.– Menti tão mau que ele percebeu. –Não mesmo.– Decido por ser sincera, não é nada de mais mesmo. –Conhece a avó do Neville?– Pergunto. –Sim–Meu pai achou meio estranho minha mudança de assunto, mas ele vai entender já já. –Então imagina você, lindo e pleno com as roupas dela.– Essa é minha hora de me divertir com a cara do meu pai. –O que!– A cara que ele esta fazendo agora é impagável. –Era disso que eu estava rindo.– Ri mais um pouco com a cara dele. –Vamos começar.– Ele muda de assunto. Legal né. Quando eu quero mudar de assunto ele não deixa, mas quando é ele... Passar um tempo com meu pai foi até bom, ele me ensinou ótimas técnicas para poções, e também alguns feitiços que ele mesmo criou. Abaffiato, Levicorpus e Liberacorvicorpus por hoje. os outros ficam para outra aula. Quando sai da sala dele faltava pouco para meia noite. Entrando na comunal da Sonserina vejo dois garotos que eu amo muito. Alcivan estava dormindo com a cabeça no ombro de Draco, enquanto o platinado estava com a cabeça apoiada na de Alcivan. Fofos. A mas eu tenho que registrar isso, pego minha bolsinha que estava dentro da minha bolsa e procuro minha câmera Tiro uma foto dos dois. E outra minha com eles, fiz a câmera flutuar e fui para trás do sofá ficando atrás dos dois, assim tirei a foto. Revelei a foto rapidamente e peguei um porta retrato dentro da bolsa colocando a foto. Coloco tudo dentro da bolsinha e vou acordar os dois. –Alcivan, Draco, acho que está na hora de acordar.– Balanço os dois de vagar. Os mesmos começam a abrir os olhos lentamente –Onde vc estava?–Pergunta Alcivan sonolento. –Tava com o professor Snape.– Falo simplista. –Mentira, ele tinha que cuidar de outra detenção.– Draco também estava com voz de sono e tentava arrumar os cabelos –Então eu tava na torre de astronomia.–Falo. –Tava bem pegando alguém!– Fala Alcivan. –Tenho cara de Draco?– Pergunto irônica. –Ei– Fala Draco indignado. Nos três rimos e fomos para nossos dormitórios. Os dias se passaram normalmente, Alcivan agora passava a maior parte do tempo com os amigos grifinorios, Draco com a Pansy e eu aprendendo com meu pai. Antes das férias de inverno tínhamos mais uma ida a Hogsmead. Estávamos eu e Draco, lado a lado indo para a pequena cidade bruxa, tínhamos deixado Alcivan com o irmão. –Que compromisso tão importante que você tem em Hogsmead que não pode ficar o tempo todo comigo?–Pergunta Draco. –Malfoy para de ser chato, eu tenho que ver uma pessoa, e além de mim você tem aqueles dois brutamontes e a chata da Parkinson. –Vamos pelo menos na dedosdemel comigo?–Pede ele –Ta bom Malfoy– Geralmente eu só chamo Draco pelo sobrenome quando estou irritada. Andamos e conversamos muito até a loja de doces, os olhos de Draco brilhavam parece uma criança. Comprei apenas sapos de chocolate, feijõezinhos de todos os sabores e penas açucaradas e pirulitos com gosto de sague. Já Draco estava com duas cestinhas cheias. Pagamos os doces e saímos da loja. –Deixa eu levar isso para você.– Falo. –Que tipo de cavalheiro eu seria?– Pergunta Draco com um falsa indignação. Dou um sorriso debochado e pego as sacolas da mão dele e coloco as três dentro da minha bolsinha. –Assim é melhor, te devolvo na escola.– Falo simplista. –Já disse que eu te amo?– Fala ele. Reviro meu olho e saio andando –Te vejo no castelo!– Grita Draco para mim, já que eu já estava longe o suficiente. Eu apenas me viro para ele e aceno. Vou até a floresta perto da casa dos gritos me transformo em águia e entro pelo mesmo lugar que entrei na última vez. –SIRIUS BLACK!– Grito pelo mais velho que logo aparece na minha frente. –O que foi?– Pergunta ele preocupado –O que foi? Como assim o que foi? Você envadio Hogwarts e destruiu a entrada para grifinoria. É assim que quer que acreditem em você? –Não sei se você está brava ou preocupada.– Fala ele rindo de leve. Não acredito que ele tem a pachorra de rir nessa situação. –Os dois, tem muitos dementadores ao redor da escola, e se eles tivessem te pegado?– Falo com mais tranquilidade Ele vem até mim e me abraça, por um momento todas as minhas preocupações desaparecem. O abraço dele é tão reconfortante. –Você tem o jeito sério e frio do seu pai, mas também se preucupa comigo.– Fala ele. –Claro que me preocupo. Eu e Sirius ficamos conversando por um bom tempo. –Tio, algum Black é ofidioglota?– Decido perguntar. –Não, geralmente os ofidioglota são da família Slytherin. Mas pq a pergunta?– Ele me olha atentamente. –Nada não.– Dou um sorriso fraco. Se a família Black não é ofidioglota, então a família Prince deve ser. Meu pai disse que a mãe dele era puro-sangue, mas o pai dele é trouxa, o sobrenome Snape é um sobrenome trouxa, o que para mim não faz a mínima diferença. –Sirius, a conversa está ótima, mas eu tenho que encontrar os gêmeos Weasley.– Me despeço do meu tio com um abraço. Quando virei águia e sai da casas dos gritos eu vi Rony e Hermione conversando com Draco e os brutamonte dele. Como eu não sou b***a vou pousar perto e ver tudo. Do nada uma bola de lama pegou na cabeça de Draco (nos livros foi lama, vou colocar aqui também para ser legal) A calça de um dos meninos caio, logo depois Draco começou a ser arrastado. Isso tá estranho. Só sei que no meio da confusão a cabeça de Harry acabou aparecendo. Então logo saquei, capa da invisibilidade. Draco e os amigos correram dali, tenho certeza que Draco viu a cabeça de Harry, ele vai contar para meu pai. Tenho certeza Logo Alcivan sai da floresta. –Ele te viu, vai falar para o Snape, eu disse que não era uma boa ideia– Fala o Sonserino. –Eu não iria deixar ele rebaixar meus amigos.– Fala o gêmeo da Grifinoria Voei entre eles indo em direção para floresta –Nossa, eu nunca vi essa espécie de aguia antes.– Fala Hermione assim que eu passei por eles. Deve ser por que eu sou única, e não estou mentindo, minhas penas são em um tom quase prata, tenho uma lista preta indo da cabeça até a ponta do r**o. Já na minha forma humana, vou para os três vassouras, encontrar Fred e Jorge Weasley.
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