cap 8

1220 Palavras
Estava eu e Draco tomando nossas cervejas amanteigada, olho meu relógio de pulso e vejo que falta pouco para eu encontrar Sirius, preciso de uma distração. –Draquinho!!– Escuto a voz irritante de Pansy, não é o que eu queria, mas vale Olho para a garota que tinha acabado de entra no estabelecimento, a mesma vem até nos, ela é uma das minhas colegas de quarto, porém não tocamos muitas palavras. Acho ela irritante, só acho. –Draquinho o que você está fazendo com a doida dos dragões?– fala ela olhando atentamente para mim. Doida dos dragões? Serio? Que falta de criatividade. Reviro os olhos, não ligo muito para os boatos que envolve minha pessoa. –Não é da sua conta.– Responde Draco. Termino rapidamente minha bebida e me levanto. Eu não suporto a Pansy, ela não me suporta, eu preciso ver meu tio. Se eu sair daqui é so benefícios. –Draco se me der licença eu tenho um compromisso, nos vemos no castelo.– Pego minha bolsa e saio do estabelecimento, antes eu escuto a Pansy. –Essa garota é estranha, não é Draquinho, eu tenho certeza que ela não tem compromisso nenhum.– A voz dela é irritante. Ando por um tempo até chegar em uma casa abandonada, fico a observando do portão. Até porque eu sou a doida dos dragões, não a doida suicida, vai que tenha alguém além de Sirius lá dentro. –Casa dos gritos, ela é considerada a casa mais assustadora da grã bretanha, é o que falam– Olho para o garoto, não o tinha percebido aqui. Lenvanto uma sobrancelha em sinal de interrogação –Onde estão meus modos, sou Cedrico Diggory– Fala o garoto se apresentando. –Sou Thamy Black, então você é o famoso apanhador da Lufa-lufa?–Sim eu já ouvi falar nele. Geralmente as garotas falando de sua beleza. O mesmo se aproxima de mim para facilita nossa conversa, o mesmo me da um sorriso, e que sorriso, por Merlin, se eu não tivesse total controle de mim estaria corada, sem jeito ou suspirando. Não é por nada não, mas esse lufano é de tirar o fôlego. As garotas estavam certas, quem sabe na próximas eu não fofoco junto com elas. –Não diria famoso– Fala ele sorrindo. –É o que dizem, mas só acredito em um bom apanhador quando o vejo jogar. Então veremos se você é bom mesmo.– Dou um leve sorriso para o mesmo –Meu proximo jogo vai ser contra a grifinoria, já que o apanhador da Sonserina não poderar jogar por causa do braço machucado.– Reviro os olhos. Não acho que Draco esta tão m*l ao ponto de não conseguir jogar. Mas mesmo assim, ele faz o drama dele. –Estou ansiosa para ver um jogo de quadribol, quero saber se o pessoal de Hogwarts joga bem.– Isso e também estou com saudades dos eventos esportivos. –Então você gosta de quadribol?– Pergunta Cedrico com uma felicidade genuína. –Se eu gosto? Eu amo quadribol.– Ele me dá um sorriso e eu retribuo –Você jogava na sua outra escola?–Pergunta ele para manter o assunto. –Como sabe que eu era de outra escola?– Pergunto, mesmo sabendo que era impossível não perceber uma nova aluna que não esta no primeiro ano. –Acho que todo mundo sabe.– Fala Cedrico sorrindo. –Bom respondendo sua pergunta, sim eu jogava.–Volto ao assunto anterior. –Em qual posição?– Pergunta ele empolgado. –Senhor Diggory, você está diante da apanhadora e capitã do principal time de quadribol de Uagadou– Falo em um tom formal, como se eu estivesse iniciando um conversa formal, depois nos dois rimos da minha péssima atuação. –Não estava querendo me gabar.–Falo ainda sorrindo. –Esta tudo bem, eu sei que não estava. Eu e Cedrico ficamos conversando por um tempo até ele ter que ir encontrar uma garota chamada Cho no três vassouras. Estava indo até o portão da casa quando vi alguns alunos se aproximarem, decidi mudar de direção indo para a floresta que tinha ali perto, me transformei em Águia e voei até a casa, entrei por uma janela quebrada e logo me transformei em humana novamente. Eu estava no hall de entrada da casa, caminhei até chegar em uma sala, pude ver um homem sentado em um sofá. –Tio Sirius?– Acho apenas para ter certeza que não outra pessoa. O mesmo veio em minha direção e me abraçou. Realmente é o meu tio. Estava com saudades do abraço dele, retribuo o abraço de bom grado. –Parabéns por ter entrado na Sonserina.– Fala meu tio orgulhoso. Como ele sabe disso? Não sei, talvez tenha dado uma volta pelo arredores da escola sem que ninguém o veja. –Eu trouxe algumas coisas para o senhor.– Falo saindo do abraço com muita relutância. –Obrigado.– Sirius agradece antes mesmo de ver o que eu trouxe. Peguei minha bolsinha e caminhei até pequena mesa retirei um certo tanto de comida que duraria por dias ou até semanas. –Feitiço de expansão, bem útil.– Fala meu tio após ver a quantidade de coisa que eu tirei de uma pequena bolsa. –É sim.– Concordo com ele. O mesmo pegou um pedaço do bolo que eu tinha trago, me ofereceu porém recusei, me sentei ao seu lado no sofá. –Tio quando você vai falar para os gêmeos a verdade?– Pergunto como quem não quer nada. –Na hora certa.– Responde ele. –E quando vai ser a hora certa?– Porque os adultos complicam tudo? –Ambos chama que você é um assassino. –Na hora certa eles saberão de tudo, e eu finalmente matarei aquele miserável.– O rosto de Sirius começa a ficar mais sombrio, da para entender o ódio dele quando se sabe toda a historia por trás. –Ainda esta tentando pegar o rato de Rony Weasley?–Pergunto o obvio.– Quer minha ajuda?–Pergunto novamente. O mesmo termina de comer o pedaço de bolo, logo pega outro. –Você já fez de mais por mim, eu estou tendo ajuda de um amigo.– Sirius sorri fraco ao lembrar de seu amigo felino. –Não acredito, você está apostando mais em um gato no que em mim?– Isso me deixa um pouco chateada, sei que o gato é inteligente, mas eu ainda prefiro eu. –Não quero que você se arrisque mais.– É sempre a mesma coisa. Suspiro e me levanto –Vou na desdosdemel, voltarei na próxima vez que vinhermos para cá.– Dou um beijo na testa de meu tio e saio. Viro novamente uma Águia e saio da casa, voo para trás de uma árvore e me transformei de novo. Andei até a desdosdemel onde comprei vários doces para Alcivan, já que o mesmo tinha ficado no castelo, eu sou um ótima amiga. Fiquei tanto tempo na quela loja que perdi a hora, quando sai vi que tinha poucos alunos. Antes de voltar dou uma passada no correio para mandar três cartas, para Fred, Marcos e Bler minha elfo doméstica Depois das cartas enviadas eu voltei para escola, faltava pouco para anoitecer
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