Hermione gritou. Black se levantou de um salto. Harry teve a sensação de que levará um tremendo choque elétrico.
–Encontrei isso ao pé do Salgueiro lutador. Muito útil Potter, obrigado.– Snape retirou a capa para o lado, mas teve o cuidado de manter a varinha apontada para o peito de Lupim.
–Vocês devem está se perguntando como eu vim parar aqui. Estava indo para a sua sala Lupin, você esqueceu de tomar sua poção hoje a noite, então resolvi lhe levar um cálice. Mas você não estava lá. Foi então que eu olhei pela janela de sua sala vi você desaparecendo no Salgueiro lutador Então me lembrei da antiga passagem secreta.
–Severo...– Lupin falou
–Eu disse ao diretor várias vezes que você estava ajudando o seu velho amigo Black a entrar no castelo, Lupin, e aqui a prova. Nem mesmo eu poderia sonhar que você teria a cara de p*u de usar este lugar antigo como esconderijo
–Severo, você está cometendo um engano. Você não sabe de tudo, Posso explicar, Sirius não está aqui para m***r Harry e Alcivan.– Falou Lupin com urgência na voz
–Mais dois para Azkaban essa noite. Vou ficar curioso para saber como é que Dumbledore vai encarar isso ele tava tão convencido de que você era inofensivo, sabe, Lupin um lobisomem manso.– Disse Snape com os olhos brilhando de fanatismo
–Seu t**o. Será que um ressentimento de criança é suficiente para mandar um homem inocente de volta a Azkaban?– Disse Lupin
BANGUE! Cordas finas que lembravam cobras jorraram da ponta da varinha de Snape e se enrolaram em torno da boca de Lupin, dos seus pulsos e tornozelos ele perdeu o equilíbrio e caiu no chão, incapaz de se mexer. Black avançou para Snape, mas este apontou a varinha entre os olhos de black.
–É só me dar um motivo. É só me dar um motivo, eu que faço.– fala Snape
Black se imobilizou. Teria cido impossível dizer qual dos dois rostos revelava mais ódio
Alcivan e Harry ficaram ali, paralisados sem saber o que fazer ou em quem acreditar. Ambos olharam para Rony e Hermione. Seu amigo parecia tão confuso quanto ela e ainda tentava segurar um perebas rebelde. Hermione, porém, adiantou-se, hesitante, para Snape e disse respirando com dificuldades
–Professor... Não faria m*l ouvirmos o que eles tem a dizer... faria?
–Senhorita Granger, a senhorita já vai enfrentar uma suspensão. A senhorita os Potter's e o Weasley estão fora dos limites da escola em companhia de um criminoso sentenciado e de um lobisomem, pelo menos uma vez na sua vida cale a boca.
–Mas se houver um engano...
–FIQUE QUIETA, SUA BURRINHA. NÃO FALE DO QUE NÃO ENTENDE.– Berrou Snape, parecendo dirrepente muito perturbado. Hermione se calou
"A Vingança é muito doce", sussurrou Snape para Black. "Como eu desejei ter o privilégio de apanha-lo"
A cor que havia em Black desapareceu
–Você... Você tem que ouvir o que eu tenho a dizer. O rato... aquele rato.
Mas havia um brilho alucinado nos olhos de Snape, que nenhum deles jamais viram antes. O professor parecia incapaz de ouvir.
–Vamos, todos.– Snape estalou os dedos e as pontas das cordas que amarravam Lupin voaram para suas mãos
–Eu puxo o lobisomem. Talvez os dementadores tenham um beijo para ele também.
Antes que se desse conta do que estava fazendo, Alcivan atravessou o quarto em três passadas e bloqueou a porta.
–Saia da frente Potter, você já está suficientemente encrencado. Se eu não tivesse aqui para salvar sua pele e de seu irmão...
Alcivan não deixou seu professor terminar, logo o questiona, seu tom de voz era sério, porém calmo de mais para a situação que se encontrava.
–O professor Lupin poderia ter me matado umas cem vezes este ano. Teria mais chances ainda de m***r meu irmão. Desculpa professor Snape, mas eu tenho que discordar do senhor em certos pontos. Meu irmão esteve sozinho com ele durantes as aulas de defesa contra dementadores. Se ele estava ajudando Black, por que não o matou logo?
–Eu mesmo não acreditava na inocência de Sirius, até a senhorita Black me abordar em minha sala, perguntando sobre o tio. Ela me contou a história do ponto de vista de Sirius, tudo que ela me contou fazia sentindo, mas mesmo assim eu fiquei com um pé atrás.
Snape ficou com mais raiva ao saber dessas parte da história
–Então quer dizer que a senhorita Black também está envolvida nisso, tenho que resolver logo esse assunto. POTTER, SAIA DA MINHA FRENTE.
– O SENHOR É PATETICO. SÓ PORQUE ELES FIZERAM O SENHOR DE BOBO NA ESCOLA, O SENHOR NÃO QUER NEM ESCUTAR...– Berrou Harry
– SILÊNCIO! NÃO ADMITO QUE FALE ASSIM COMIGO.– Snape gritou de volta.– Tal Pai Tal Filho, Potter Acabei de salvar seu pescoço! Você devia me agradecer De Joelhos, teria sido bem feito se Black tivesse matado vocês. você teria morrido como seu pai, arrogante demais para acreditar que poderia ter se enganado com um amigo...
Ele se virou novamente para o jovem Sonserino
–Agora saia da frente, ou eu vou fazer você sair. SAIA DA FRENTE, POTTER
Alcivan se decidiu em uma fração de segundos. Antes que Snape pudesse se quer dar um passo em sua direção, o garoto ergueu a varinha.
Expelliarmus
Alcivan só não contava que seus amigos iriam lançar o mesmo feitiço a mesma hora. Snape foi levantado e atirada contra a parede, depois escorregou por ela até o chão, um filete de sangue escorrendo por baixo dos cabelos. Fora nocauteado.
–Atacamos um professor... atacamos um professor... Ah vamos nos meter em uma confusão tão grande– Choramingava Hermione enquanto olhava assustada para o inconsciente Snape.
Sem perder tempo Alcivan retirou as varinhas dos adultos sem que eles percebessem, já que estava distraídos com o professor desacordado.
–Obrigado meninos – Disse Sirius.
–Não estou dizendo que já acredito em vocês. Peguei isso por precaução.– Alcivan balançou as varinhas dos bruxos mais velhos em sua mão e deu um sorriso de lado.
–Eu Quero que conte toda a história sem esquecer nenhum detalhe e quero saber, principalmente como você Black, tem certeza que Pedro é o rato de Rony. Sendo que existe milhares de ratos no mundo.– O tom do Sonserino era sério e exigente
–irmão...– Harry tentou argumentar.
– Harry, fique quieto e escute, se a história nos convencer tudo bem.– Alcivan deu de ombros.– Mas se não fizer sentido nenhum, nós entregamos os dois para os dementadores, ou matamos eles nós mesmos. Eu estou doido para vingar a morte dos meus pais, então sejam breves
–Justo.– Disse Lupin
–E eu ainda me perguntava porque você estava na Sonserina.– Sirius dou um leve sorriso.
Black enfiou as mãos dentro das vestes e tirou um pedaço de papel amassado, que Ele alisou e mostrou aos outros, era uma foto de Rony com a família, que apareceram no profeta diário no Último Verão, e ali, no ombro de Rony estava perebas
–Fudge me deu isso quando ele foi inspecionar Azkaban no ano passado. E lá estava Pedro, na primeira página... no ombro desse garoto... reconheci-o na mesma hora... quantas vezes o vi se transformar? E a legenda dizia que o menino ia voltar para Hogwarts... onde Harry e Alcivan estava.
–Meu Merlin. A pata direita – Exclamou Lupin baixinho olhando para o rato na foto e o rato que estava em sua frente.
–O que tem a pata?– Pergunta Rony
–Tem um dedinho faltando.– Disse Sirius
–Claro. Tão simples... Tão genial... ele mesmo o cortou?– Perguntou Lupin
–Pouco antes de se transformar.–Respondeu Sirius. – Quando eu o encurralei, ele gritou para rua inteira que eu havia traído Lílian e Tiago. Então, antes que eu pudesse lançar um feitiço, ele explodiu a rua com a varinha escondida às costas, e matou todo mundo em um raio de seis metros, ele fugiu para dentro do bueiro com os outros ratos.
–Você já ouviu falar, não Rony? O Maior Pedaço do corpo de Pedro que acharam foi o dedo.– Disse Lupin
–Olha aqui, perebas com certeza brigou com outro rato ou coisa parecida! Ele está na minha família há séculos, certo... –Falou Rony
–Dose anos, para ser mais específico. Você nunca estranhou que ele tenha vivido tantos anos?– Disse Lupin
–Nós... nós cuidamos bem dele.– Disse Rony
–Mas ele não está com aspecto muito saudável não é? Imagino que esteja perdendo peso desde que ouviu falar que Sirius fugiu.– Lupin comenta
–Ele tem andado apavorado com aquele gato maluco– Justificou Rony indicando com a cabeça para bichento... desde que Rony voltará do Egito... desde que Black escapará...
–O gato não é maluco.– Disse Sirius.– É o gato mais inteligente que já encontrei. Reconheceu na mesma hora que o que Pedro era. E quando me encontrou, percebeu que eu não era um cachorro. Levou um tempinho para ele confiar em mim. No fim eu consegui comunicar a ele o que estava procurando e ele tem me ajudado... ele tentou trazer Pedro a mim mas não pode. Então roubou para mim a senhas de acesso da torre da Grifinória. Pelo que eu entendi Ele atirou da mesa de cabeceira de um garoto. Mais Pedro soube o que estava acontecendo, e se mandou, esse gato... bichento foi o nome que lhe deu?... me disse que Pedro tinha sujado os lençóis de sangue... Suponho que tenha se mordido... ora finge-se de morto já tinha dado certo uma vez.
Black estava fazendo carinho em seu amigo felino, esquento explicava detalhadamente a ajuda que receberá do gato.
–Sabe porque ele se fingiu de morto? porque sabia que você ia m***r ele. Como tinha matado os meus pais e agora você veio acabar com ele.– Falou Harry
Alcivan bateu com a mão na testa e deu um longo suspiro.