Capítulo 37

1924 Palavras
–Sabe porque ele se fingiu de morto? porque sabia que você ia m***r ele. Como tinha matado os meus pais e agora você veio acabar com ele.– Falou Harry   Alcivan bateu com a mão na testa e deu um longo suspiro. –Bom, sim, eu vim acabar com ele.– Sirius falou  –Então eu deveria ter deixado Snape levar você.– Falou Harry com raiva. –Francamente irmão às vezes você é mais burro que um trasgo...– Fala Alcivan deixando Harry constrangido. – Você não está vendo? Todo esse tempo pensamos que Sirius tinha traído Nossos Pais e que Pedro o perseguirá... mas foi o contrário... você não está vendo? Pedro traiu nossa mãe nosso pai... Sirius perseguiu Pedro... – NÃO É VERDADE IRMÃO. ELE ERA O FIEL DO SEGREDO DELES! ELE DISSE ISSO ANTES DO PROFESSOR LUPIN APARECER. ELE CONFESSOU QUE MATOU NOSSO PAIS.  O garoto apontava para Black, que sacudia a cabeça devagarinho; de repente seus olhos Fundos ficaram excessivamente brilhantes    –Harry... foi o mesmo que ter matado. Eu convenci Lílian e Tiago a entregar o segredo a Pedro no último instante, convenci-os a usar Pedro como o Fiel do segredo, em vez de mim. A culpa é minha, eu sei. Na noite em que eles morreram, eu tinha combinado de procurar Pedro para verificar se ele continuava bem, mas quando cheguei ao esconderijo ele não estava, mas não havia sinais de luta. Achei estranho. Fiquei apavorado. Corri na mesma hora direto a casa de seus pais. E quando vi a casa destruída e os corpos deles percebi que Pedro havia feito. O que eu tinha feito. – A voz de Sirius tinha ficado falha, ele virou -se de costa  –Basta.– Disse Alcivan mais sério que jamais fora na vida.– Tem uma maneira de descobrir o que realmente aconteceu. Rony, de a m***a desse rato para o professor Lupin.  Sirius e Lupin decidiram lançar o feitiço juntos, então assim que Rony deu o rato e Alcivan devolveu as varinhas, ambos apontaram para o rato.   Lamparejos branco-azulados saíram das duas varinhas. Por um instante, perebas parou no ar o corpinho Cinzento revirou se alucinadamente o rato caiu e bateu no chão. Surgiu-se um novo lamparejo ofuscante e então...  Foi como assistir um filme de uma árvore em crescimento. Surgiu uma cabeça no chão; brotaram ombros; um momento depois havia um homem onde antes era perebas, apertando E torcendo as mãos. Bicheiro bufava e rosnava na cama; os pelos das costas estavam arrepiados.   Era um homem muito baixo, quase do tamanho de Harry e Hermione seus cabelos finos e descoloridos estavam m*l cuidados e o cocuruto da cabeça era careca. Tinha um aspecto flácido de um homem gorducho que perderam muito peso em pouco tempo. A pele estava enrugada, quase como a pelagem de perebas, e havia um ar Ratinhesco envolta do nariz fino e dos olhos muito Miúdos e lacrimosos. Ele olhou para os presentes, um a um, respirando Raso e depressa. Depois seus olhos correram para a porta e voltaram. –Ora, ora, olá, Pedro. Há quanto tempo –Saudou Lupin educadamente, como se fosse frequentes ratos virarem velhos colegas de escola à sua volta. – S...Sirius... R... Remo. Meus amigos... Meus velhos amigos. –Disse Pedro meio recuoso.  A varinha de black se ergueu, mais um fim agarrou pelo pulso, lançando um olhar de censura, depois tornou a se virar para pettigrew, como a voz leve e displicente –Estávamos tendo uma conversinha, Pedro, sobre os acontecimentos da noite em que Lilian e Tiago morreram. Você talvez tenha perdido os detalhes enquanto guinchava na cama...– Disse Lupin  – Remo... Você não acredita nele, acredita? Ele tentou me m***r, Remo– Pedro implora  –Foi o que ouvimos dizer. Eu gostaria de esclarecer algumas coisas com você, Pedro, se você quiser ter...– Lupin começa a falar mas é interrompido por Pedro  –Ele veio tentar me m***r outra vez. Ele matou o Lílian e Tiago e agora vai me m***r também... você tem que me ajudar, Remo.– Falou Pedro Enquanto apontava para Black usando o dedo médio, porque ele faltava o indicador. O rosto de black parecia mais cheio de ódio do que nunca ao fixar os olhos fundos de pettigrew. –Ninguém vai matá-lo até resolvermos uma coisa.– Disse Lupin racionalmente. –Resolver uma coisa. Eu sabia que ele viria atrás de mim! Sabia que ele voltaria para me pegar, eu estou esperando há doze anos.– Pettigrew observava todo o quarto, observava as janelas pregadas e mais uma vez a única porta. –Você sabia que Sirius fugiu de Azkaban, sendo que ninguém nunca fez isso?– Falou Lupin calmamente. – Ele tem poderes das trevas, com os quais a gente só consegue sonhar. De que outro jeito fugiria de lá? Suponho que Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado tenha lhe ensinado alguns truques – Gritou Pettigrew. Black começou a rir, uma risada h******l, sem alegria, que encheu o quarto todo.  –Voldemort me ensinou alguns truques?  Pettigrew se encolheu como se Black tivesse batido um chicote contra ele  –Que foi, se apavora de ouvir o nome do seu antigo mestre? Não o culpo, Pedro. O pessoal dele não anda muito satisfeito com você, não é mesmo?– pergunta Pedro  –Não sei o que você quer dizer com isso Sirius... – Murmurou Pettigrew respirando mais rapidamente que nunca. Todo o seu rosto brilhava de suor agora. –Você não andou se escondendo de mim esses doze anos. Andou se escondendo dos seguidores de Voldemort. –Sirius falou ríspido.– Eu soube de umas coisas em Azkaban, Pedro todos pensam que você está morto ou já teriam chamado a prestar contas... Ouvi os gritos, todo tipo de coisa durante o sono. Parece que acham que O Traidor os traiu também. Voldemort foi a casa dos Potter confiando em uma informação sua, e Voldemort perder o poder lá. E nem todos os seguidores dele foram parar em Azkaban, não é mesmo? Ainda há muitos por aí, esperando a hora, fingindo que reconheceram seus erros... Se chegarem a saber que você continua vivo, Pedro... –Não sei... do que está falando– Respondeu Pettigrew mais esganiçado que nunca. Ele enxugou o rosto na manga e ergueu os olhos para Lupin.–Não credita nessa... nessa loucura, Remo? –Devo adimiteir, Pedro, acho que é difícil de compreender por que um homem inocente iria querer passar doze anos sob forma de uma rato. –Professor Lupin. Posso... Posso dizer uma coisa?– Pergunta Hermione. –Claro.– Assente Lupin –Bem... perebas... quero dizer, esse... esse homem... ele dormiu no quarto de Harry durante três anos, se está trabalhando para Você-Sabe-Quem, como é que ele nunca tentou fazer m*l a Harry antes?– Pergunta Hermione –Vou lhe dizer o porquê. Porque ele nunca fez nada, nem a ninguém nem para ninguém, sem saber o que poderia ganhar com isso. Voldemort está foragido há doze anos, dizem que está semimorto. Você não ia m***r bem debaixo do nariz de Alvo Dumbledore por causa de um bruxo moribundo que perdeu todo o poder, ia? Não, você ia querer ter certeza de que ele era o valentão do colégio, Antes de Voltar para o lado dele, não ia? por qual outra razão você procurou uma família de bruxos para o acolher? Para ficar de ouvido atento às novidades, não é mesmo, Pedro? Caso o seu velho protetor recuperasse antiga força e fosse seguro se juntar a ele.– Responde Sirius.   Pettigrew abriu a boca e tornou a fechá-la várias vezes parecia ter perdido a capacidade de falar. Alcivan sabendo que a Grifinória pretendia resolveu ajudar sua amiga a ver os dois lados da história antes de tirar uma conclusão –Hum... senhor Black... Sirius?  Black se assustou a ouvir alguém tratá-lo assim, com tanta polidez e encarou Alcivan como se nunca tivesse visto nada parecido. –Se o senhor não se importa que eu pergunte, como... como foi que o senhor fugiu de Azkaban, se não usou Artes das Trevas?– Perguntou o Sonerino curioso  –Muito obrigado. Exatamente! Precisamente o que eu...– Começou Pedro, mas foi interrompido por Alcivan  –Cale a boca, ou eu calo por você, e pode ter certeza que eu teria o prazer de fazer isso.– Pedro se encolheu com medo nítido.  Alcivan que já não estava com tanta paciência. Todos no quarto olhavam surpresos para o Sonserino, já que nem mesmo o próprio irmão tinha o visto sendo tão duro e autoritário. Nem mesmo sobre tortura de seu primo Duda. –Não sei como foi que fugir. Acho que a única razão porque nunca perdi o juízo é porque sabia que era inocente. Isso não era um pensamento feliz, então os dementadores não podiam suga-lo de mim... Mas serviu para me manter lúcido e consciente de quem eu era. Me ajudou a conservar meus poderes. E quando tudo se tornava excessivo eu conseguia me transformar na cela. Virar cachorro. Os dementadores não conseguem enxergar sabe. Aproximavam-se das pessoas se alimentando de suas emoções eles perceberam que os meus sentimentos eram menos, menos humano, menos complexos quando eu era cachorro. Mas achavam, é claro, que eu estava Perdendo o Juízo como todos os prisioneiros de lá por isso não se incomodavam. Mas eu fiquei fraco, muito fraco, e não tinha esperança de afastá-los sem uma varinha. Mas, então vi Pedro naquela foto. E compreendi que ele estava em Hogwarts com Harry e alcivan. Perfeitamente colocado para agir se lhe chegasse a menor notícia de que o partido das Trevas estava reunindo forças novamente. Ele estaria pronto para atacar no momento em que se certificasse de Que contava com aliados e para entregar os últimos Potter. Se ele entregasse vocês, Harry e Alcivan quem se atreveria a dizer que traíra o Lord Voldemort? Pedro seria recebido de volta com todas as honras. Então entendem eu tinha que fazer alguma coisa. Era o único que sabia que ele continuava vivo.   Era como se alguém tivesse acendido uma fogueira na minha cabeça, e os dementadores não pudessem destruí-la... era uma obsessão... mas isso me deu forças, Clareou minha mente. Em então, uma noite quando abriram a porta para me trazer comida, eu passei por eles em forma de cachorro... para eles é tão mais difícil perceber emoções animais que ficaram confusos... eu estava magro, muito magro... viajei por vários lugares em uma dessas viagens encontrei minha sobrinha Thamy Black filha da minha irmã Helena Black. Antes de eu ir para em Azkaban eu havia contado toda a verdade para minha irmã, por meio de uma carta, já que a mesma já estava na África, parece que Helena não perdeu a chance de contar para a filha, então Thamy Sabia desde sempre quem eu era, pelo contrário de que eu pensei ela não ficou com medo de mim muito pelo contrário me deu alimento e uma varinha na qual uso até hoje. que por coincidência era a varinha de minha irmã. Quando as aulas em Hogwarts começaram, viajei para o norte e entrei escondidos nos terrenos de Hogwarts, como cachorro. Desde então vive na floresta, exceto nas horas em que saía para assistir quadribol, é claro que Thamy não gostou nem um pouco disso, ela sempre dizia que era arriscado demais. Depois eu comecei passar uns tempos nessa casa. A casa dos gritos, onde minha sobrinha me fazia visitas às vezes quando vinha para Hogsmead. é claro. Você voa bem como seu pai, Harry... 
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