P.O.V. A. U. G. U. S. T. O.
Chego em frente a minha casa, deixo meu carro na garagem e vou caminhando até a minha casa, assim que entro só vejo Diogo.
— Cadê a garota? — Ele se levanta do sofá e guarda o celular no bolso.
— Matheus está terminando de mostrar a casa para ela...
Olho para as horas e vejo o relógio marcando 11:50 AM minhas mãos começam a suar, aquela sensação de angústia forma em meu ser.
Será uma boa ideia me casar com uma desconhecida?
— Desiste Matheus!! Roupa de gente morta eu não uso!!
— Então o que vai usar?
— Eu não sei, quando pedi para pegar minhas roupas me negaram.
As vozes se aproximam da escadas e escuto passos descendo a escada.
Olho para o alto da escada e vejo Matheus descendo, atrás dele uma pequena criatura vem sorrindo.
Seus cabelos eram castanhos escuros e estavam amarrados em um r**o de cavalo, ela estava com um vestido branco que ia até o meio de suas coxas, ela tinha um enorme b***o e acompanhado com ele, uma enorme raba, me perdi em suas curvas.
— Mas Valentina...
Finjo um ataque de tosse para chamar a atenção dos dois, porém apenas Matheus me olha enquanto a "Valentina" continua a falar.
Continuo a tossir, até que ela para de falar e me olha, ela para no meio da escada, seus olhos passam por todo o meu corpo, sei que ela me avalia dos pés a cabeça.
— Tina esse é meu irmão o Augusto. — Matheus fala segurando o riso, eles terminam de descer a escada e parece que ela volta a cor normal.
— Prazer sou Augusto Montenegro!! — Estendo a mão.
— Uau... — Ela parece ainda me analisar. — Sou Valentina Rodriguez!!
Agora olhando ela mais de perto, posso ver que seus traços delicados, sua pele é branca mais não como papel ela tinha um tom avermelhado nas bochechas que pareciam ser naturais, seus olhos eram azuis podiam ser confundidos com a cor do mar, sua boca era pequena e carnuda e tinha uma coloração vermelha como se estivesse de batom.
Aquela mulher era a perdição.
Ficamos nos olhando, até parecia que nossos corpos conversavam, a conexão dos nossos olhares é quebrada com o barulho da campainha.
— Deve ser o Sr.Andrade!! — Diogo fala indo abrir a porta.
O velho senhor de cabelos grisalhos entra com seu terninho e sua maleta em mãos.
— Vamos aos negócios? — Ele fala direto.
Peço para que Valentina e o Sr.Andrade me acompanhe até meu escritório, sento em minha cadeira e peço para que eles sentem nas duas a minha frente.
— O Matheus me ligou hoje mais cedo e me explicou toda a história, aqui está duas cópias do verdadeiro contrato que ficará comigo. — Ele retira algumas folhas da maleta. — A Srta.Rodriguez me ligou dizendo para que eu inclui-se algumas cláusula no contrato, se o senhor quiser ler antes, fique a vontade.
Não acho importante ler cláusulas colocadas por ela, já que tudo que eu precisava era da assinatura dela.
— Me passe essa folha logo, o que quer que esteja incluido aqui não mudará minha vida. — Pego a caneta e assino as três folhas.
Valentina faz o mesmo e como testemunha chamamos Matheus e Diogo.
Assim que terminamos de assinar, o senhor Andrade se levanta.
— O que quer que tenha para colocar ou retirar do contrato acaba aqui, o contrato não pode rasurado ou desfeito, o contrato só será cancelado se alguma das cláusulas serem quebrada.— Ele explica mais algumas coisa. — Espero que estejam satisfeitos com as suas decisões e que sejam felizes durante um ano. — Ele guarda o verdadeiro contrato e se despede de todas.
— Então vocês são marido e mulher? — Diogo pergunta.
— Ainda não apenas quando assinarmos o "documento" no cartório, já marcou tudo Matheus?
— Sim, já conversei com meu amigo e e ele disse que já está preparando o falso documento. — Dou um sorriso satisfeito.
— E agora sera que ganho um beijo da minha noiva? — Pergunto para Valentina que cai na risada.
— As vezes ler faz bem, com toda licença irei ver se Dona Dora precisa de minha ajuda na cozinha. — Ela fala e sai rebolando do escritório.
— Eu não entendi! — Falo coçando a cabeça.
— Ela disse algo sobre ler, você não leu o contrato que assinou, talvez tenha algo... — Diogo dá de ombros.
Começo a ler o documento.
[…]
— MAIS QUE CARALHOS SÃO ISSO? — Grito assim que meus olhos passam pela "cláusula" que ela adicionou ao contrato.
— O que houve? — Os dois perguntam ao mesmo tempo.
[…]
APÊNDICE 1
REGRAS
Os termos a seguir deverão ser cumpridos pelas duas partes do contrato, O não cumprimento de quaisquer das regras abaixo resultará na quebra do contrato e o causador dessa negligência deverá pagar R$ 100.000.000 para a outra parte do contrato.
1- Sem o consentimento das duas partes não poderá haver nenhum ato explícito […]
2- Não poderá haver nenhum tipo de adúltero.
3- Nada escrito ou conversado sobre esse contrato deverá dito para alguém que não seja as testemunhas e as duas partes do contrato.
[…]
— Como assim? — Diogo pergunta.
— Isso significa seus idiotas que irei ficar sem s**o por 1 ano. — Os dois idiotas começam a rir da minha cara. — Mas é agora que eu vou tirar satisfação.
Deixo os dois idiotas rindo da minha cara no escritório e me dirijo para a cozinha, apenas encontro Dona Dora que ao me ver sorri.
— Ah meu filho conheci sua namorada, ela é um doce de pessoa!!
— Cadê ela?! — Pergunto tentando não demosntra o meu ódio crescente por aquele mulher.
— Pedi para que buscasse algumas verduras na minha hortinha, já estou terminando de fazer o um delicioso bolo.
— Muito obrigado Dorinha, agora se me der licença preciso falar com...com...
— Sua namorada?
— Sim, isto. — Me apresso para sair da cozinha e me dirigir até a horta.
Encontro Valentina com uma cesta de palha nos braços colhendo algumaa verduras.
— Posso saber que m***a é essa? — Falo me referindo ao contrato, porém ela não entende e se assuta.
— Ai que susto, sua mãe não ensinou a ter bom modos, não se chama comida de m***a.
— Eu não estou me referindo a essas verduras e sim a isso. — Balanço raivosamente o contrato no ar.
— Não sou adivinha pra saber em que parte do contrato você esta falando se referindo, se puder ler em voz alta acho que poderia te ajudar — Vou até ela me segurando para não enforcar ela e mostro a cláusula em que me permiti tocar nela sem seu consentimento e praticar adúltero.
Ou seja sem s**o em casa e sem s**o na rua.
— Ah sem s**o?! Eu já sabia, foi eu que adicionei. — Ela diz sorrindo e me entregando o contrato.
— Eu... — Respiro fundo. — Eu sei que foi você, mas quero saber o porque de adicionar esta m***a.
— Não é óbvio? Não estou aqui para me envolver sexualmente com você, estou aqui para manter uma imagem de mulher casada. — Ela fala voltando a colher as verduras.
— Ahhhh mas você vai querer sim.
— Vai me obrigar? Me forçar? Não conhece as leis que te impede disso? — Ela fala arqueando uma das sobrancelha.
— Nenhuma dessas alternativas, você mesmo irá me implorar...
— Seu sonho de princesa né?— Ela fala rindo, não respondo preciso sair de perto dela antes que eu mesmo estrangule ela.
-------------------------------------------
P.O.V. V. A. L. E. N. T. I. N. A.
SANTA MÃE DAS VIRGENS!!
Que homem era aquele, assim que desci aquelas escadas vi o quão lindo é a genérica da família de Matheus.
O tal do Augusto era um homem terrivelmente gostoso, ele não se parecia nada com o rapaz do quadro de hoje cedo, era possível ver seus músculos por debaixo da camisa social branca, seus olhos eram um tipo de verde que não se encontrava em qualquer lugar, ele tinha traços forte e sua boca carnuda era convidativa.
Quase me arrependo de ter acrescentado algumas cláusulas no contrato.
Após a conversa com o advogado e tudo resolvido, decido ir ajudar Dona Dora que de começo não me deixa a ajudar, só depois de muita insistência me deixa ir colher algumas verduras na pequena horta.
Quando ele apareceu todo nervoso já sabia sobre o que era, porém não imaginaria que ele diria aquelas coisas.
Até parece que eu faço o tipo de que implora para f********o!!
Quando volto para a cozinha, Dorinha já estava colocando a mesa para um delicioso café da tarde, diz ela que oa meninos adoram um cafézinho depois do almoço minutos depois eu, Matheus, Diogo e o Augusto estamos sentados a mesa.
— Valentina?! — Matheus me chama.
— Hm? — Falo olhando para ele.
— Eu conversei com os meninos e Augusto disse que esse final de semana, exatamente no sábado daqui 5 dias, meus pais viram visitar vocês e bem...
— Eu preciso fingir que sou uma ótima esposa né? — Pergunto dando atenção ao bolo que Dorinha fez.
— Sim, exatamente.
— Tudo bem, farei o que me pedem...
[…]
Depois do café da tarde, os meninos decidem ir embora me deixando apenas com Augusto.
Ele mesmo disse que não queria papo comigo.
Deve ser ainda pela cláusula.
Mas nem ligo, ele disse que iria se deitar e que não era para incomodar, resolvo apenas conhecer o resto da casa.
Vou para o quintal da casa onde eu tinha visto o lindo pomar de maçãs, vou caminhando pela grande propriedade, o local era incrível.
Tinha uma enorme piscina, uma área de lazer, onde tinha uma mesa e uma churrasqueira, o local era coberto por rosas, arbustos e árvores frutíferas, vou caminhando e chego no pomar.
Era lindo, as maçãs eram vermelhas e os pés eram enormes, fiquei encantada.
Fico por horas caminhando pelo pomar, imaginando como seria morar naquele lugar por 1 ano.
Decido voltar para a grande casa, mas antes pego algumas maçãs, mamãe fazia uma maravilhosa torta de maçã e vendo esse lindo pomar me deu água na boca.
Entro na casa e vou em direção a cozinha vejo que Dona Dora não está, aproveito que não está e já coloco a mão na massa.
Preparo minha torta e a deixo no forno, aproveito o tempo que terei até a torta está pronto, e vou tomar um banho assim que termino desço novamente para cozinha e dessa vez já encontro Dora.
— Hum... Senti um maravilhoso cheiro de torta e vim correndo para a cozinha. — Dora fala tirando a torta do forno.
— Me desculpe se mexi nas suas coisas, mas estava com água na boca só de olhar aquelas maçãs, decidi fazer uma torta, a tanto tempo não cozinho senti saudades. — Falo vendo a cortar um pedaço.
— Não à problemas em mexer nessa cozinha, como namorada de Augusto tem todo o direito também. — Ela morde o pedaço e faz diversas caretas. — Isso aqui está uma delícia, precisará passar a receita para mim.
Dou risada e concordo, conversamos um pouco sobre tudo, ela me contou que cuida dos meninos desde que eles ainda estavam na barriga, e que os amavam como se fosse dela.
Ela também me contou que Augusto se afastou muito após a morte da noiva e do filho, que antigamente ele era bem mais comunicativo e que seu jeito provocativo e teimoso só se teve início após a tragédia.
Realmente Augusto amava a mulher já que mudou drasticamente.
Dora começa os preparativos da janta e me surprendo quando vejo que já passa das 18:00h decido subir e dar uma pequena descansada, já que o dia fora muito cansativo para mim.
Subo as escadas em completo silêncio e vou em direção ao quarto que me fora dado, encosto a porta e me deito na cama, finamente podia dormir sem nenhum plano de fuga.
[…]
Acordo depois de algumas horas e já vejo que se passa das 20:00h me levanto e vou ao banheiro escovar os dentes.
— Oi Dorinha! — Falo entrando de fininho na cozinha.
— Oi minha filha, a janta está quase pronta tem como você chamar o Augusto lá em cima ? — Ela sorri para mim.
Merda!!
— Sim, porque não né — Forço uma risada e saio da cozinha.
Sbo as escadas e sigo o corredor até o quarto em que o próprio Matheus disse para mim não entrar nunca mais, bato na porta mais ninguém abre então abro a porta e vejo um corpo em cima da cama olho para o chão e vejo um sapato pego o sapato e jogo no corpo, ele nem se mexe então pego outro e jogo com mais força.
— O QUE FOI ISSO ? — Augusto se levanta rapidamente e a toalha que até então não tinha visto cai, tampo meus olhos rapidamente, virando meu corpo para a porta e batendo com toda força.
Reclamo um pouco da dor e escuto ele rindo.
— CARA VOCÊ NÃO USA ROUPA? — Grito de costas para ele.
— Eu estou na minha casa e uso o que eu quiser. — Ele fala todo debochado.
— Mas infelizmente você terá que dividir essa casa comigo então use roupas. — Ordeno.
— Você não acha que já está querendo mandar demais? — Ele sussurra ao pé de meu ouvido.
Sinto alguém segurando a minha cintura e um corpo quente colado ao meu.
— Me solta, você está pelado, seu sem noção....
— Por que tem algum problema com quem anda pelado ? — Volta a sussurrar no meu ouvido.
— Cara só desgruda de mim e veste uma roupa Dorinha está terminado a janta. — Ele começa rir e eu corro para fora do quarto com o coração quase saindo pela boca.
SENHORA DAS VIRGENS ME AJUDA POR QUE ESSE HOMEM É A PERDIÇÃO