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Hotwife: Meu Marido Me Quer Com Outro

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Sinopse

Nadira tem tudo o que muitas mulheres desejam: um casamento estável, conforto, admiração e um marido que a ama. Mas o tempo fez o desejo virar rotina e o silêncio tomou o lugar das provocações que antes incendiavam o relacionamento.

Quando Brenon decide transformar o aniversário de casamento em um presente proibido, ele não entrega flores nem joias. Ele entrega permissão. Um acordo claro. Regras rígidas. Um fetiche confessado: ele quer que a esposa fique com outro homem… e depois volte para contar tudo. O que começa como um jogo de excitação controlada se torna algo muito maior. Ela descobre o prazer de ser desejada novamente, de provocar, de escolher, de sentir o corpo reagir como há anos não reagia. Mas junto com o t***o vem a culpa. E junto com o acordo, o risco.

Porque quando o desejo sai do controle, nem todo combinado segura o coração.

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Capítulo 1
⚠️⚠️⚠️AVISOS!⚠️⚠️⚠️ "O que é Hotwife?" Hotwife é um fetiche consensual entre adultos, baseado em confiança, comunicação e regras claras dentro de um relacionamento. Nele, uma mulher casada mantém encontros íntimos com outros homens com o conhecimento, consentimento e participação emocional do parceiro fixo, que pode sentir excitação ao imaginar, ouvir relatos ou simplesmente saber da experiência. Diferente de traição, o hotwife parte de um acordo consciente, onde limites são estabelecidos e respeitados, ao menos em teoria. O prazer não está apenas no s.exo, mas no jogo psicológico, no poder, no desejo, no controle e nas emoções que surgem quando o combinado começa a ser testado. Esta história não romantiza infidelidade, nem vende fantasia fácil. Ela explora os impactos emocionais, os riscos e as consequências de transformar desejo em experiência real. ⚠️ Avisos de Gatilhos / Conteúdo Sensível Este livro contém 🔞 Conteúdo +18 Erotismo explícito Fetiche hotwife Voyeurismo consensual 🧠 Conteúdo psicológico e emocional Conflitos conjugais Ciúme, culpa e tensão emocional Desejo fora do padrão tradicional Quebra de expectativas afetivas Impactos emocionais de acordos íntimos ⚖️ Importante Todos os personagens são adultos Todas as interações são consensuais A história aborda consequências reais, não glamouriza dor emocional Se você busca apenas fantasia leve, este livro pode não ser para você. Se você gosta de histórias intensas, provocativas e emocionalmente cruas, siga. Capítulo 1 Nadira sempre teve tudo de bom na vida. Não do tipo que se conquista com sofrimento exagerado ou histórias trágicas de superação, mas daquele “bom” contínuo, estável, quase silencioso. Família estruturada, pais presentes, uma infância segura, adolescência leve, juventude gostosa. Ela tinha viajado, namorado, curtido festas, experimentado o mundo no tempo certo. Sempre foi bonita. Daquelas mulheres que chamam atenção sem esforço, mesmo quando tentam passar despercebidas. Na casa dos trinta, veio a notícia que ninguém espera ouvir com naturalidade: não poderia gerar filhos. Ela lembrava exatamente do consultório, do tom neutro da médica, do papel sendo dobrado com cuidado excessivo, como se aquilo pudesse suavizar o impacto. Não chorou ali. Nunca foi de fazer cena em público. Chorou depois, sozinha, sentada no carro, antes de dar a partida. Chorou mais pelo que aquela impossibilidade simbolizava do que pelo desejo real de ser mãe. Era estranho admitir isso até para si mesma. Quando contou para Brenon, foi com medo. — Amor… — ela começou, sentando-se na ponta da cama, com os dedos entrelaçados com força — Eu não vou poder gerar filhos. Nunca. Ele demorou alguns segundos para responder. Não porque não soubesse o que dizer, mas porque queria escolher bem as palavras. — E isso muda alguma coisa entre a gente? — perguntou, sincero. Ela ergueu os olhos, surpresa. — Você… não queria filhos? — Nunca foi um sonho meu — ele deu de ombros, se aproximando. — Meu sonho sempre foi você. A vida que a gente construiu. O resto é consequência. Eu teria, por você. Ela acreditou. E, mais do que isso, sentiu alívio. Adotar nunca pareceu algo natural para eles. Não por egoísmo, mas por não sentirem aquele chamado quase místico que algumas pessoas descrevem. A vida já era cheia, organizada, confortável. E, num gesto que Nadira nunca esqueceu, Brenon decidiu operar. Disse que era uma forma de apoio, de deixar claro que não era um sacrifício, mas uma escolha. — Mesmo se um dia a gente não ficar junto. — ele falou, meio rindo, meio sério. — O que eu não imagino acontecendo… eu não quero filhos. Nunca quis. Eles se amavam. De verdade. Daquele amor que não precisa provar nada o tempo todo. O casamento veio com festa grande, convidados sorrindo, fotos perfeitas. Construíram uma casa ampla, clara, com janelas grandes e uma cozinha que Brenon fez questão de planejar pessoalmente. Ele era chefe de cozinha, dono do próprio restaurante. Um lugar frequentado por gente de classe média alta, que gostava de comer bem sem precisar de formalidade exagerada. Brenon gostava disso: estar próximo, conversar com clientes, circular pelo salão. Era renomado, respeitado, mas sem soberba. Nadira seguiu seu caminho. Dermatologia, estética, cursos, especializações. Perto dos quarenta, decidiu abrir o próprio consultório. Queria uma agenda mais tranquila, menos plantões, mais controle do próprio tempo. Sempre gostou de cuidar da casa, de cozinhar quando dava, de manter tudo organizado. Cuidava do marido com carinho silencioso, desses que não fazem barulho, mas sustentam. Por fora, pareciam jovens namorados que deram muito certo. Por dentro, a rotina começava a pesar. Ela trabalhava durante o dia. Ele, da tarde até quase de madrugada. Às vezes se cruzavam mais do que se encontravam. Nadira almoçava no restaurante, jantava ali quando dava, mas Brenon não podia parar para dar atenção total. Era o horário mais cheio, mais caótico. Ele sempre dizia “já volto”, e às vezes só voltava quando ela já tinha ido embora. O que mais doía não era a ausência física. Era o silêncio. Eles quase não trocavam mensagens. Nada de bom dia prolongado, nada de piadas bobas no meio da tarde, nada de flertes sem intenção prática. E Nadira sentia falta disso mais do que queria admitir. Lembrava de quando namoravam, das mensagens apimentadas, das risadas por qualquer besteira, das provocações gratuitas. À noite, quando Brenon chegava em casa, ela já estava dormindo. Ou lendo, assistindo. Sempre bonita, cheirosa, de camisola ou pijama de seda. Ele a acordava com cuidado. — Amor…acorda, eu cheguei. — sussurrava, beijando o pescoço. Apertando as curvas. Ela quase sempre, despertava, de bom humor. Mesmo que com preguiça ou cansaço as vezes. Eles transavam três, quatro vezes por semana. Um número que, visto de fora, parecia ótimo. Mas por dentro… era rápido. Funcional. Mecânico. Ele sempre goz.ava, dizia que tinha muito t***o nela e ela até acreditava. Mas faltava tempo, entrega, presença. Muitas vezes era só uma “rapidinha antes de dormir”. Ela não reclamava. Nunca foi de cobrar sex.o. Nunca foi de fazer drama. Mas o corpo sentia. Em algumas noites, depois que ele dormia, Nadira ficava olhando o teto, tentando entender quando foi que o desejjo começou a ficar em segundo plano. Quando o amor virou rotina. Quando o conforto começou a parecer… demais. No sábado à noite, estavam sentados no sofá, com taças de vinho na mão. Brenon mexia no celular, distraído. Nadira observava o reflexo deles no vidro da janela. — A gente quase não conversa mais Bre. — ela disse, de repente. — Poxa, você folgou hoje e estamos aqui. Ele levantou o olhar, surpreso. — Como assim vida? — Conversa de verdade. — ela explicou, sem rodeios. — Não sobre contas, agenda, quem vai fazer o quê. Conversa… nossa. Sei lá. Brenon pensou um pouco. — A rotina tá pesada, amor. Você sabe. Tô caindo de sono. Desculpa. — Eu sei — ela suspirou. — Eu só sinto falta. Da nossa liberdade. Ele largou o celular, se aproximou e beijou a boca dela. Apertando seus se.ios. — A gente se ama. Isso não mudou. A velhice tá batendo, na porta. Ela sorriu, mas não respondeu, afastou a mão dele, se deitou e mudou o canal da televisão. Fingiu estar com sono. Não quis tran.sar e dormiu cedo. Naquela noite, Nadira foi dormir com uma sensação estranha no peito. Não era tristeza. Não era raiva. Era uma inquietação silenciosa, como se algo estivesse fora do lugar, mesmo sem saber exatamente o quê. Ela não imaginava, nem de longe, que aquele desconforto seria o início de algo que mudaria tudo. Não só o casamento, mas a forma como ela se via, se desejava e se permitia sentir.

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