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MEU QUERIDO PROFESSOR

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Sinopse

Angeline Müller tem 22 anos e um coração cheio de sonhos. Vinda do interior, alegre, determinada e apaixonada pela vida, ela sempre lutou para dar orgulho à família. Contra todas as dificuldades, conquistou uma vaga em uma das maiores universidades dos Estados Unidos — mesmo sabendo que isso significava deixar para trás tudo e todos que ama.

Ela só não imaginava que, nessa nova fase, encontraria um sentimento tão forte… tão proibido… capaz de virar seu mundo de cabeça para baixo.

Henry Fontinelle, 32 anos, é o professor que todas admiram e que nenhuma esquece. Inteligente, sedutor, charmoso e perigoso, ele sempre manteve sua vida sob controle, sem se envolver de verdade com ninguém. Mas quando o novo ano letivo começa e Angeline cruza seu caminho, as regras deixam de ser tão claras… e o desejo passa a falar mais alto.

Entre olhares proibidos, segredos, escolhas difíceis e um amor arrebatador, eles terão que decidir:

seguir o coração… ou obedecer às regras que podem destruí-los?

Uma história intensa, cheia de drama, paixão, segredos e um romance capaz de incendiar até as almas mais frias.

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Primeiro dia.. cap 01
Angeline Müller (Angel) Ainda parece um sonho. Amanhã é o meu primeiro dia na Universidade de Chicago. Nunca imaginei que realmente sairia da minha cidadezinha, deixando para trás minha mãe e o Thalles, meu irmãozinho. Mas por eles, por tudo o que sempre desejei... aqui estou. Termino de ajeitar o pequeno apartamento que a tia Fátima me cedeu. Ela morava aqui em Chicago, mas se casou e foi morar com o marido. O AP ficou fechado por um tempo, mas agora é meu. É simples, mas aconchegante — perfeito pra mim. Me jogo no sofá, pego o celular e, como sempre, ligo para o meu porto seguro: minha mãe. Ligação on — Mãe? — Oi, minha querida! Está tudo bem? — Sim... e o Thalles? — No quarto, fazendo o dever de casa. — Mãe, o AP da tia Fátima é lindo. — Que bom que gostou, filha. Sua tia não quis o dinheiro do aluguel, então eu vou te mandar mesmo assim. — Não, mãe. Guarda esse dinheiro. Vocês podem precisar. — Não, meu amor. Você é quem vai precisar. Cidade nova, tudo novo. — Eu vou procurar um emprego, vai dar tudo certo. — Mas você m*l conhece a cidade... — Eu sei. Mas preciso me virar. Preciso fazer isso dar certo. — Tá bom, minha querida... — Agora vou desligar, vou tomar um banho e preparar algo pra comer. Dá um beijo no Thalles por mim. — Tá certo. Cuida de você. E não esquece de comer direito. Nossa casa não é a mesma sem você. — Também te amo, mãe. Muito. — Te amo, minha princesa. Ligação off Desligo e sinto um aperto no peito. É a primeira vez que durmo longe deles. Respiro fundo e vou direto para o banho. Depois do banho, visto um vestido confortável e vou pra cozinha preparar o jantar. Sorte que a tia Fátima deixou a despensa cheia — ela pensou em tudo. O despertador toca. Meu primeiro dia. Levanto sonolenta, vou direto ao banheiro, faço minha higiene e escolho minha roupa: blusa preta, calça preta, jaqueta jeans e tênis. Simples e discreta, do jeito que gosto. Penteio o cabelo, organizo minha mochila com os materiais e saio sem tomar café — deixo para comer algo na faculdade. Tranco bem o apartamento, confiro a maçaneta três vezes (mania minha), e sigo até o ponto de ônibus, que fica a algumas quadras dali. O trajeto leva uns dez minutos, e quando o ônibus chega, sento logo no fundo. Nunca fui muito sociável. (***) Paro diante do enorme prédio da universidade. Parece cena de filme. Gente estilosa por todos os lados — mais parece um desfile do que um campus. Respiro fundo e tento não me sentir um peixe fora d'água. Preciso entregar uns documentos na diretoria antes de ir para a sala. Começo a procurar a tal sala da coordenação, tentando decifrar as placas no corredor, quando esbarro em alguém com força, derrubando meus papéis no chão. — Desculpa, eu não te vi — diz uma voz grave e rouca. Me abaixo automaticamente, mas quando levanto os olhos... congelo. Um homem alto, com barba por fazer e cabelos impecavelmente penteados, já está juntando meus papéis. Corpo definido, postura confiante, e um olhar tão intenso que me faz esquecer até meu nome. — Garota... ei, garota, aqui. — Ele me estende os papéis com um meio sorriso. — Ah... sim... de-desculpa. Obrigada. — Gaguejo feito uma boba. — Tá tudo bem? — Sim, só... só distraída. — Precisa de ajuda? — Ajuda? — Sim, quer saber onde fica alguma sala? Dou uma risada nervosa e aceno com a cabeça. — Estou procurando a sala do diretor. — Ah, é ali na frente. Reto e depois a esquerda. — Ele responde sem tirar os olhos dos meus. E isso me faz sentir meu rosto pegar fogo. — Obrigada. — Falo rápido, quase correndo dali. Só quando me afasto, percebo que estava prendendo a respiração. Solto o ar com força. Caramba... quem era aquele homem? Já diante da porta da diretoria, respiro fundo e bato. Uma voz responde: — Pode entrar. Entro e sou recebida por um senhor de terno sóbrio, expressão gentil. — Bom dia. — Bom dia! Em que posso ajudar? — Sou a Angeline Müller. Vim entregar os documentos pendentes. — Claro, senhorita Müller. Pode se sentar. Obedeço e espero enquanto ele confere os papéis. — Está tudo certo, senhor? — Tompson. Meu nome é Geraldo Tompson. Está tudo certo, sim. Seja bem-vinda à Universidade de Chicago. — Muito obrigada, senhor Tompson. — Aqui estão os seus horários de aula. Pego a folha com meus horários e saio da sala. Minha primeira aula é com o professor Fontinelle. Hora de descobrir onde tudo isso vai me levar. Mas uma coisa é certa: aquele olhar no corredor... vai ser difícil esquecer.

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