Angeline Müller Depois que a minha mãe saiu do quarto, olho para Henry, ainda parado diante de mim, claramente inquieto. Respiro fundo e decido tomar a dianteira: — Henry... por favor, vá até a sala. Eu preciso falar com o Igor primeiro, depois a gente conversa, tá bom? Ele me encara com os olhos apertados, como se estivesse lutando contra a vontade de ficar, mas acena com a cabeça, respeitando meu pedido. (...) Passado algum tempo, Henry retorna. Seus passos lentos e olhar tenso denunciam o turbilhão dentro dele. — Oi... — diz ele, ao entrar. — Oi. — respondo suavemente. A conversa com Igor foi surpreendentemente tranquila. Admitimos que nos precipitamos ao assumir um noivado. Ele confessou que, durante o tempo em que estivemos separados, se envolveu com outra mulher. Achava que t

