Um zumbido insuportável fez minha mente despertar da completa escuridão em que eu me encontrava. Eu ainda não havia aberto meus olhos, mas podia ouvir uma conversa entre minha avó e a enfermeira que trocava minhas bandagens com gentileza. Eu conhecia aquela voz, mas meu cérebro ainda não tinha acordado o suficiente para distinguir quem era. - Como ela está? - Acho que o pior já passou. - Graças a Deus que aquele homem de Deus estava lá e impediu que eles levassem minha Katrinna. E obrigada por vir ver como ela está, Sarah. - É sempre bom te ver também, Megg. Embora eu quisesse que em melhores condições. - Ele ainda não está preparado. E temo que ela também não. Com certeza elas falavam de mim, mas quem era Sarah? E por que eu não estaria preparada, a outra pessoa ser

